As 30 mulheres mais bonitas do mundo

1 – Manuela Arcuri

Manuela Arcuri é modelo, comediante, atriz de cinema e televisão italiana. Existe um ditado que diz: “a beleza está nos olhos de quem vê”, mas Manuela é uma mulher maravilhosa e bela, só não não enxerga isso quem realmente é cego. Reconhecida como uma espécie de simbolo sexual, especialmente na Itália e fora de lá ela também é muito conhecida. É elegante e extremamente glamourosa, é uma candidata absoluta desta lista.

Folia na Cidade dos Lagos

Viana – Quem for viajar para Viana, na Baixada Maranhense, neste feriadão de carnaval, seja pra visitar os familiares, os amigos ou cair na folia, vai encontrar, além das belezas naturais, excelentes opções de brincar com tranquilidade e segurança, ao som das antigas marchinhas que marcaram época.

BAILE DO CONFETE E SERPENTINA

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O mais charmoso da Baixada, realizado no sábado de carnaval (22), no sítio Suely Veloso, na MA-014, entrada de Viana. O evento acontece em um ambiente acolhedor, com decoração temática, chope gelado, buffet de frutas tropicais, amplo estacionamento e segurança. Um baile pra toda a família se divertir. Confira o vídeo abaixo:

 

FEIJOADA LIGHT DO CHICO SERRA

O “boa praça” Chico Serra recebe os vianenses no acolhedor Solar das Flores, com vista para o majestoso lago de Viana. Além da deliciosa feijoada light, os foliões vão se divertir ao som da Orquestra “Rabo Seco Venenosa”, tocando todos os ritmos do carnaval, pra ninguém ficar parado. O evento acontece na segunda-feira de carnaval, a partir da 12 horas.

CARNAVIANA

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Já é tradição! Todos os anos a numerosa família Cutrim – com muitos músicos em entre seus membros – , recebe os foliões no espaço Cantinho do Gegê, esquina com a escola Nossa Senhora da Conceição, com muitas marchinhas de carnaval e chope gelado. Os brincantes podem adquirir a camisa no local e garantir a diversão, durante todo o período carnavalesco.

Saia é a moda da vez: saia de perto de tudo o que te faz mal

Saia é a moda do momento. Saia de ambientes pesados, de relacionamentos tóxicos, saia de perto de gente chata. Saia por aí e se divirta. Não tem erro.

A gente vai ficando mais velho e acumula muitas perdas. A gente perde amigos, pai, mãe, cachorro e gato. A gente perde juventude, força, forma física e cabelo. A gente perde emprego, dinheiro, objetos. Tudo envelhece, lá fora e aqui dentro de nós.

Saudades se amontoam, recordações emocionam, músicas, livros e filmes nos remontam ao tempo bom que ficou lá atrás. Sobram arrependimentos, inevitáveis e doloridos. Restam fotos envelhecidas, roupas que não cabem mais, bicicleta enferrujada, Sapatos mofados, cartinhas da namorada, dos filhos, vídeos de outrora.

O tempo traz a consciência de que despedidas, términos e fins são inevitáveis. A morte já não fica distante e essa consciência nos força a entender que é necessário guardar no coração lembranças doces e especiais, para que elas nos ajudem nos momentos de angústia e de saudade. Nossa memória nos ampara na travessia da vida, enquanto enfrentamos tudo o que tiver de ser, o bom e o ruim.

O tempo traz conhecimentos, levando-nos a novas visões sobre o outro, sobre a vida, sobre o mundo. A gente vai saindo cada vez mais do nosso eu, em direção a verdadeiros encontros com tudo o que tem de bom longe do nosso próprio umbigo. Paramos de focar somente no que queremos ter e começamos a nutrir mais gratidão por tudo o que já temos.

E, quanto mais cedo pudermos entender tudo isso, quanto mais cedo pudermos nos libertar do que faz mal, do que emperra e de pessoas que não nos acrescentam absolutamente nada de bom, mais e mais lembranças boas e sentimentos gostosos guardaremos em nossa alma. E isso tudo será essencial, para que ela não se perca, quando da escuridão das noites sem fim que ainda enfrentaremos.

Desapegue do que é pesado e triste, agarre-se ao que dá prazer e a quem chega junto com verdade. Não se prenda, não se deixe prender, sai, saia muito. Até mesmo saia do sério. Saia é a moda do momento. Saia de ambientes pesados, de relacionamentos tóxicos, saia de perto de gente chata. Saia por aí e se divirta. Não tem erro. Vai ser feliz. Vai ser feliz agora!

Obvius

Bando de cafonas

Por Fernanda Young

A Amazônia em chamas, a censura voltando, a economia estagnada, e a pessoa quer falar de quê? Dos cafonas. Do império da cafonice que nos domina. Não exatamente nas roupas que vestimos ou nas músicas que escutamos — a pessoa quer falar do mau gosto existencial. Do que há de cafona na vulgaridade das palavras, na deselegância pública, na ignorância por opção, na mentira como tática, no atraso das ideias.

O cafona fala alto e se orgulha de ser grosseiro e sem compostura. Acha que pode tudo e esfrega sua tosquice na cara dos outros. Não há ética que caiba a ele. Enganar é ok. Agredir é ok. Gentileza, educação, delicadeza, para um convicto e ruidoso cafona, é tudo coisa de maricas.

O cafona manda cimentar o quintal e ladrilhar o jardim. Quer todo mundo igual, cantando o hino. Gosta de frases de efeito e piadas de bicha. Chuta o cachorro, chicoteia o cavalo e mata passarinho. Despreza a ciência, porque ninguém pode ser mais sabido que ele. É rude na língua e flatulento por todos os seus orifícios. Recorre à religião para ser hipócrita e à brutalidade para ser respeitado.

A cafonice detesta a arte, pois não quer ter que entender nada. Odeia o diferente, pois não tem um pingo de originalidade em suas veias. Segura de si, acha que a psicologia não tem necessidade e que desculpa não se pede. Fala o que pensa, principalmente quando não pensa. Fura filas, canta pneus e passa sermões. A cafonice não tem vergonha na cara.

O cafona quer ser autoridade, para poder dar carteiradas. Quer vencer, para ver o outro perder. Quer ser convidado, para cuspir no prato. Quer bajular o poderoso e debochar do necessitado. Quer andar armado. Quer tirar vantagem em tudo. Unidos, os cafonas fazem passeatas de apoio e protestos a favor. Atacam como hienas e se escondem como ratos.

Existe algo mais brega do que um rico roubando? Algo mais chique do que um pobre honesto? É sobre isso que a pessoa quer falar, apesar de tudo que está acontecendo. Porque só o bom gosto pode salvar este país.

Publicado em O Globo – 25/08/2019

O mundo pertence aos ousados

O mundo pertence a quem compreende que existir não é passivo. Pelo contrário, viver exige. É preciso dar ao mundo. E não apenas esperar dele.

“A fortuna favorece os ousados”. É uma frase do filme Bohemian Rhapsody que abriu as portas para algumas reflexões oportunas sobre como se associam coragem e realização pessoal. Não raramente, assim são disparados os gatilhos das reflexões: no cinema em plena segunda, no ponto de ônibus no fim do dia, ouvindo uma música pela primeira vez. As inquietações não foram educadas para saber aguardar.

O filme traz um recorte bonito da história daquele que foi um dos maiores vocalistas de todos os tempos. Um gênio. Um desajustado. Um primeiro e, possivelmente, também um último olhar sobre a figura extraordinária de Freddie Mercury poderia nos fazer assim defini-lo. Gênio, dada a sua originalidade inquestionável e vibrante. Desajustado, partindo de um referencial que pode considerar desajuste simplesmente aquilo que não se encaixa na normalidade, algo que extrapola, que não cabe.

Mas para além de genialidade e desajuste, há algo que chama ainda mais atenção. E trata-se justamente da maneira como Freddie se posiciona ante a sua enorme habilidade em cantar e inovar. E é, sem dúvida, um posicionamento de pura e genuína ousadia. Algo, talvez, ainda além da própria coragem. Uma coragem que não se interroga.

Em uma sociedade que taxa qualquer forma de excesso enquanto algo fora do normal, parece ser necessária uma espécie de chama interior inextinguível para sustentar o “exceder”. Esse exceder que não se ajusta, que se sabe diferente, mas quem nem sempre associa-se naturalmente à coragem, à ousadia. E é essa fórmula – talento e ousadia – que provavelmente compõe a genialidade.

Genial e extraordinário é tudo e todo aquele que não pertence à esfera do comum, do ordinário, do perfeitamente equilibrado. E ainda é preciso mencionar que é essa ousadia a condição para a entrega necessária. Uma entrega que, quando não existe, facilmente pode travestir o gênio de exótico, estranho e esquisito. Assim poderia ter sido com Freddie Mercury, não fosse o fato de que ele se sentisse tão confortável na própria pele, nas próprias vestes e com o próprio talento.

Em uma cena notável, Freddie diz a Mary, então sua companheira, que se sentia exatamente quem nascera para ser e que não tinha medo de nada. A sensação de não ser incipiente, de não dever para si mesmo uma exploração de suas potencialidades o eximia de todos os receios.

A entrega é o que sustenta o destino de um alguém talentoso. E entregar-se não é tarefa fácil, simplesmente porque entrega não pressupõe nenhum tipo de garantia. E é mais fácil abster-se, dado que o roteiro de uma vida normal não supõe que, para ser feliz, seja necessário mais que os ideais de beleza, família, emprego e riqueza.

Não está escrito em praticamente nenhum conto clássico infantil, em nenhum guia prático ou gibi, que, para sentir-se realizado – feliz – é preciso procurar no palheiro do peito a agulha daquilo que nos desperta interesse, curiosidade, dúvida, respeito e encanto.

Trazendo a reflexão para mais perto da esfera do comum, vale dizer que grandes habilidades que, por ventura, boa parte senão todas as pessoas possuem, podem evoluir ou atrofiar em decorrência de uma dedicação ou uma negligência. E que talento se refere à grande habilidade que se tem paixão ao executar, e que desperta a sensação de ter nascido para realizar. Talento é da tecitura da paixão. E paixão é um modo de se viver que não possui meios termos.

A cultura muda conforme mudam as fronteiras de cada país, e às vezes muda conforme muda a fronteira das cidades, dos bairros, dos muros das casas. E poucas dentre as culturas vigentes na atualidade pós-moderna relacionam felicidade com um preenchimento interno e singular que não é outra coisa senão a própria evolução do sujeito.

Freddie Mercury sabia disso. O Queen sabia disso. E soube no momento em que optou manter o nome e todas as características de uma música que, a princípio, “não fazia sentido” para a crítica e empresários da época: Bohemian Rhapsody, que mais tarde daria nome ao filme biográfico do vocalista.

Freddie Mercury, mas não apenas ele, como também Cazuza e alguns outros nomes da música, da pintura, da literatura. Mas não apenas das artes, mas também da Medicina, da Educação, do Jornalismo. Mas não apenas das vertentes acadêmicas. Mas também do trabalho manual, rotineiro e dito simples. Uma grande habilidade somada a uma entrega sem receios é capaz de mudar o mundo. E de marcar a história.

Tatiane Cris Nunes By Obvius

Metade das mulheres mantém um homem na reserva caso a relação atual acabe

Extra

Metade das mulheres mantém um pretendente amoroso de plantão na reserva caso a relação atual acabe e elas fiquem solteiras, concluiu uma nova pesquisa realizada no Reino Unido. As casadas são mais propensas a ter um plano B no amor do que aquelas que só namoram.

O estudo revelou ainda que, na maioria dos casos, o “reserva” é um velho amigo que sempre sentiu algo a mais pela mulher em questão. Outros candidatos são um ex-namorado ou ex-marido, um colega de trabalho ou um conhecido da academia.

Mil mulheres foram entrevistadas durante o levantamento. Constatou-se que o mais provável é que o plano B seja um homem que ela conhece há cerca de sete anos, que estará “pronto e esperando” por causa de “negócios inacabados”.

Uma em cada dez participantes disse que seu pretendente já havia confessado amor eterno, enquanto uma em cada cinco afirmou ter confiança de que ele “largaria tudo” por ela, se ela lhe pedisse.

Pouco mais de 40% das mulheres disseram que conheceram o “reserva” durante o relacionamento atual, enquanto uma porcentagem similar contou que esse segundo homem já estava em cena muito antes.

Um porta-voz da empresa OnePoll.com, responsável pela pesquisa, acredita que o fato de 50% das mulheres envolvidas em relacionamentos admitirem que têm um plano B é preocupante, sobretudo em tempos de Facebook e Twitter, que facilitam o contato com antigas paixões. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

O cara que bebia Itaipava mas queria consumir Heineken

Não consumimos produtos. Consumimos marcas. Mais que isso: consumimos todo o poder simbólico que as marcas nos oferecem

Marcos Hiller, via Administradores.com

Nesse início de ano fomos surpreendidos por um vídeo de um anônimo em um praia qualquer despejando a lata de uma cerveja Itaipava dentro de uma garrafa long neck verdinha da Heineken. Muito mais do que um vídeo até meio engraçado, e além de qualquer julgamento de valor (não nos cabe isso) sobre o ato do cidadão, o que vimos ali é algo muito revelador sobre o consumo e como esse fenômeno assume lugar primordial para entender as nossas lógicas sociais, assim como construímos até a mesmo a nossa identidade.

E apesar desse processo soar como algo aparentemente complexo, ele não é. Podemos entender até com certa facilidade. Primeiro que esse comportamento do cidadão com a cerveja na praia é algo que já presenciamos com certa recorrência e com outras categorias de produtos. Quem nunca viu alguém colocar o adesivo da maçãzinha mordida da Apple em um laptop de outra marca? Ou até mesmo colar esse adesivo da Apple no próprio carro? Já vimos na rua gente que afixa as 4 argolas da marca Audi em carros populares. A própria pirataria é uma prática super disseminada em todo o mundo e que surfa exatamente nessa onda. Não consumimos produtos. Consumimos marcas. Mais que isso: consumimos todo o poder simbólico que as marcas nos oferecem.

O que parece ficar evidente no vídeo do colega na praia é que, para ele, deve ser muito mais bacana segurar uma long neck de Heineken do que uma lata de Itaipava. Acho que ele entende que construirá uma imagem mais favorável dele mesmo para demais pessoas por estar segurando uma long neck Heineken. Por mais que o design da lata Itaipava tenha passado por uma modernização recente, não interessa. Ele prefere Heineken. O fato é que, na nossa vida contemporânea, consumimos não apenas bens e serviços. Consumimos modos de ser, sensações, percepções, sentimentos. E o consumo é uma potente desculpa que encontramos para construir nossa identidade. Pela via do consumo, sobretudo pelo consumo de marcas, contamos pro mundo quem nós somos e quem nós não somos. Fica muito claro isso no vídeo do amigo na praia bebendo Itaipava mas consumindo Heineken. Consumimos estilos de vida, consumimos a vida dos outros, sobretudo nas efêmeras redes sociais. E tudo que fazemos (consciente ou inconscientemente) na nossa vida, sempre projetamos o olhar do outro. Já bem disse isso o antropólogo canadense Erving Goffman, que escreveu na década de 50 um livro atemporal chamado “A representação do eu na vida cotidiana”.

Trocando em miúdos. A gente parece muito mais culto e descoladão tomando um café do Starbucks do que no FRANS café, certo? É bem mais legal dar check-in no RÁSCAL do que num kilão do bairro, correto? É muito mais sexy postar um selfie no aeroporto de Guarulhos do que na feiosa rodoviária do TIETÊ. Isso não é de hoje. Isso não é das redes sociais. Isso é do ser humano. Leia Goffman!