Diego Maradona morre aos 60 anos, após parada cardiorrespiratória

De acordo com informações do Clarín, astro da seleção argentina e do Boca Juniors não resistiu a parada cardiorrespiratória e morreu aos 60 anos

O jornal Clarín informou no começo da tarde desta quarta-feira que Diego Armando Maradona morreu após um mal súbito. O astro, que marcou época defendendo a seleção argentina e o Boca Juniors, não teria resistido a parada uma parada cardiorrespiratória, segundo a publicação. Outros veículos argentinos ainda não confirmam a morte.

Maradona já havia preocupado os fãs no começo do mês, quando foi internado às pressas, com sintomas de anemia. Na época, foi descoberta uma pequena hemorragia no cérebro, e o ex-jogador precisou passar por uma cirurgia para drená-la. Após mais de uma semana de internação, ele recebeu alta no dia 12 de novembro e teria ficado em casa no período.

Por Redação do ge — Buenos Aires

Viana – Carrinho prestigia final do campeonato local e é ovacionado no estádio Djalma Campos

O candidato a prefeito Carrinho Cidreira, da Coligação “A MUDANÇA É AGORA” (PL, PC do B, Patriota, PT e PSB) assistiu à final do campeonato vianense, na tarde deste domingo (08) no Estádio Municipal Djalma Campos.

Carrinho chegou acompanhado da família, do pai, da esposa Cleisane, da filha Karla, e logo na chegada teve o seu nome gritado pelos presentes; o candidato líder nas pesquisas em Viana cumprimentou vários torcedores e recebeu abraços e palavras de apoio durante sua permanência na praça esportiva. Assista.

Mais uma promessa não cumprida de Magrado: Ginásio de Viana nunca foi reformado

O prefeito de Viana, Magrado Barros (DEM), se prepara para concluir o mandato sem uma única obra significativa no município. Eleito após ludibriar a esperança da população, Magrado possui hoje mais de 90% de promessas não cumpridas pela sua administração. No setor de infraestrutura, Viana passou os últimos anos mergulhada no mais completo abandono, com ruas esburacadas, escuras, com estradas vicinais sem mínimas condições de trafegabilidade e problemas em diferentes setores.

A reforma do Ginásio Poliesportivo Municipal Nossa Senhora da Conceição foi uma das principais promessas do então candidato a prefeito. O anúncio, feito em janeiro deste ano, prometendo em breve a reforma com recursos próprios, é mais uma propaganda enganosa da Prefeitura de Viana, já que não faltam recursos para a administração que pouco investiu em obras próprias e sequer fez o dever de casa: a manutenção dos equipamentos públicos.

Muito dinheiro e pouca ação

Somente do Governo Federal, o município já recebeu, até este mês, mais de 24 milhões de reais em transferências para saúde, educação, programas sociais e outras ações. Isso tudo, além de recursos extras que vieram para o combate e prevenção ao coronavírus, que não saíram dos cofres públicos, muito pelo contrário, foram verbas adicionais que engordaram ainda mais o caixa do Executivo municipal.

O ginásio é o retrato da atual administração, com o matagal crescendo, telhado faltando, muretas quebradas e abandonado com recursos gastos para a construção que estão indo para o ralo da má gestão.

Administrar um município, como se sabe, é muito mais do que promover festas ou adotar um estilo caricato para convencer o eleitorado. O “macho” é “velho”, mas quem já amadureceu e quer muito além daquilo que lhe é de direito é a população vianense.

Viana – Ex jogador bicampeão Intermunicipal morre com suspeita da Covid-19

O ex-jogador de futebol, Pedro Amorim Sousa, o Pedrinho de Constantino, faleceu na última terça-feira (13) em Viana, aos 79 anos. Segundo informações de familiares, Pedro estava há semanas com uma forte gripe e com perda de apetite, despertando a suspeita da infecção pela Covid-19. Muito enfraquecido pela doença, o ex-craque da seleção vianense veio a óbito, por volta das 16 horas da última terça-feira, em sua residência, e foi sepultado no Cemitério Municipal, com a presença de apenas 4 membros da família.

Pedrinho de Constantino (foto) brilhou em vários clubes da Cidade dos Lagos e também integrou o saudoso escrete vianense bicampeão do disputado Torneio Intermunicipal de Futebol, em 1968. Na foto abaixo ele aparece agachado (segundo jogador) ao lado do massagista Nego Luis, com os nossos heróis da grande conquista.

O Blog Vianensidades manifesta solidariedade aos familiares de Pedro de Constantino, nesse momento de dor e sofrimento.

De pé: Macial (goleiro reserva), o presidente da Liga Vianense Raimundo Nonato Mendonça (Papa-banha), os irmãos Cabeça e Picirica (goleiro titular), os também irmãos Coquinho e Zé Melo, Louro, o técnico Jurandir, o médico Dr. Osmir, Zé Viana, Nilson e um desconhecido. Agachados: o massagista Nego Luis, Pedro de Constantino, Bacabal, Marreco, Dario, Chucho, Lanchão, Walmir, Fefeu, Carmelito e Vavá.

Leia abaixo matéria correlata:

VIANA NOS INTERMUNICIPAIS DE FUTEBOL

Em janeiro de 1967, os jornais de São Luís exaltavam o feito dos jovens jogadores vianenses no 12º Campeonato Intermunicipal de Futebol. O Imparcial em sua edição do dia 10/01/67 estampava, à página 5, a grande manchete “Viana levantou galhardamente o título de campeão do Intermunicipal”, enquanto o extinto Jornal do Dia proclamava “Seleção Vianense sagrou-se Campeã do XII Intermunicipal”.

O Jornal Pequeno, entretanto, foi o primeiro a dar o resultado do jogo de decisão do título, realizado na tarde do domingo, dia 8/1/67. Logo no dia seguinte (segunda-feira), exibindo uma fotografia do time na primeira página, o “órgão das multidões” dizia: Ontem à tarde, no Estádio Santa Izabel, sob o delírio de uma grande assistência, a seleção de Viana sagrou-se campeã do XII Torneio Intermunicipal de Futebol, ao vencer o scratch de Pinheiro pelo escore de 2×0, resultado que diz fielmente o que foi o desenrolar do cotejo. Os vianenses jogaram melhor e fizeram jus à vitória alcançada.

A conquista do tão almejado título era o resultado da dedicação e do esforço não apenas dos valorosos atletas que compunham aquela seleção, mas de todos aqueles que sempre acreditaram no talento futebolístico dos vianenses. Por trás dessa significativa vitória existia uma longa história que remontava às primeiras décadas do século XX, quando as primeiras delegações da cidade ousaram romper as fronteiras da vizinhança para mostrar seu futebol na capital maranhense. Era esse, portanto, o coroamento de toda uma árdua trajetória, na qual gerações e mais gerações de meninos e adolescentes se sucederiam nas peladas de beira de campo, passando pelos modestos clubes locais, até a honrosa escalação para defender as cores da cidade.

O vice-campeonato 

Em 1965, quando o Brasil ostentava o título de bicampeão das duas últimas Copas do Mundo (Suécia, 1958 e Chile, 1962), o futebol gozava, mais do que nunca, de enorme prestígio em todo o território nacional. Em Viana, a coisa não seria diferente. Assim, movidos pela paixão ao esporte que já se consagrara como o preferido dos brasileiros, os dirigentes do futebol local decidiram que era chegada a hora da cidade deixar sua marca no campeonato organizado pela Federação Maranhense de Desportos (FMD), que reunia as delegações das principais cidades do interior do Estado.

Bem antes, em 1956, Viana já havia participado dessa competição, sendo eliminada pela seleção de Guimarães. Nove anos se passaram e agora os aficionados do futebol tinham plena convicção de que a história seria bem diferente.

Para a disputa do 11° Torneio Intermunicipal de Futebol, sob orientação técnica de Jurandir, a seleção titular vianense contou com os seguintes jogadores: o goleiro Edson (Picirica), os irmãos Coquinho e Zé Melo, Lupercínio, Jaime, Nilson, Bacabal, Marreco, Vavá, Chucho e Lanchão.

Depois de uma bela sequência de vitórias sobre os adversários e de angariar a simpatia da mídia esportiva da capital (na época representada principalmente pelos radialistas e repórteres que cobriam os eventos esportivos para a chamada imprensa escrita), a seleção vianense classificou-se para a disputa final do tão almejado título. Pela outra chave, a seleção de Pinheiro havia conquistado o mesmo direito, o que deixava a decisão do certame sob as chuteiras das seleções de duas cidades da Baixada Maranhense.

A sorte, porém, não sorriu para Viana naquele 6 de janeiro de 1966. Pelo placar de 2×1, o selecionado de Pinheiro ficou com o título de campeão do 11° Torneio Intermunicipal de Futebol. Embora a derrota tenha frustrado as aspirações de todos que acompanhavam com entusiasmo o desempenho dos nossos atletas, o vice-campeonato não deixava de ser uma grande vitória para uma equipe que participava pela segunda vez de um torneio estadual.

O naufrágio da lancha Marília

Aguardados em Viana para as merecidas homenagens, os jogadores quase se tornaram vítimas de uma tragédia com o naufrágio da embarcação que os conduzia de volta.

Encalhada num banco de areia na entrada do rio Pindaré, próximo ao lugarejo São José, a lancha de apenas um toldo não resistiu à força da enchente da maré e declinou totalmente para o lado esquerdo. Em questão de minutos, a água invadiu a embarcação, obrigando todos os passageiros e tripulantes a abandoná-la às pressas. Aqueles que sabiam nadar rumaram em direção às margens do rio, enquanto outros se agarraram a tonéis, latas de querosene e demais objetos flutuantes até a chegada do socorro prestado pela lancha Vera Cruz que, certamente por providência divina, passava pelas imediações.

Não houve vítimas fatais, felizmente. Apenas um grande susto e a perda das bagagens, fora o prejuízo causado aos comerciantes vianenses pelas diversas mercadorias que a “Marília de Fátima” transportava. O troféu do vice-campeonato da seleção também foi parar no fundo do rio Pindaré.

Campeões de 1966

Motivada pelo quase total sucesso de sua participação no Intermunicipal de 1965, durante todo o ano de 1966, principalmente nos últimos meses, a seleção entregou-se com afinco aos treinos com o firme propósito de se tornar a campeã daquele ano.

Basicamente o time era o mesmo, acrescido de alguns poucos reforços. Toda a equipe técnica estava confiante, como também a população vianense que se preparava para acompanhar os jogos pelo rádio, através das transmissões da Difusora e Educadora, as duas emissoras radiofônicas de maior audiência no interior maranhense.

Ainda sob o comando técnico de Jurandir, o time não teve dificuldades para vencer os primeiros obstáculos. Empurrados pela torcida da colônia vianense radicada em São Luís que comparecia fielmente ao Estádio Santa Izabel, onde se realizavam os jogos, a equipe despachou a seleção de Caxias pelo placar de 2×0, com gols marcados por Dario e  Vavá.

Uma pedra no caminho, porém, surgiu na partida da semifinal, quando o selecionado vianense enfrentou a forte equipe de Chapadinha. Com um empate de 3×3 no tempo regulamentar, que persistiu durante a prorrogação, o vencedor foi decido no “cara ou coroa”, critério ainda utilizado oficialmente pelo futebol, à época, em lugar da disputa de pênaltis.

Em Viana, centenas de ouvidos colados aos rádios, ouviram o capitão Vavá fazer a opção por “cara”, antes que o locutor narrasse a cena da moeda jogada ao ar pelo juiz da partida. Foram pouquíssimos segundos de expectativa, mas que fizeram apertar o coração de toda uma cidade, até ouvir-se a voz do radialista anunciar: – Deu “cara”!

Nas rodas formadas em volta do rádio, alegria e alívio misturaram-se nos abraços de comemorações, enquanto foguetes pipocavam em vários pontos da cidade. Desta vez, sem dúvida, a sorte sorria para Viana.

Classificado para a final, o time vianense precisou esperar a decisão entre São José de Ribamar e Pinheiro para conhecer seu último adversário. Como todos a essas alturas já previam, Pinheiro venceu, garantindo assim o direito de disputar o bicampeonato. O confronto do ano anterior iria se repetir: Viana e Pinheiro decidiriam, mais uma vez, o Campeonato Intermunicipal de Futebol do Maranhão.

O troféu é nosso

Na tarde do domingo (8/1/67), Viana inteira parou para ouvir o jogo. Todos acreditavam na revanche e bolos de apostas a dinheiro especulavam sobre o placar, naturalmente a favor da seleção da terra. Os estoques de foguetes também já haviam sido providenciados. Restava, portanto, torcer e pedir a proteção da padroeira, N. S. da Conceição.

O jogo se iniciou nervoso, conforme relatava o locutor. O tempo passava e nada do grito de gol, a favor dos vianenses, tão ansiosamente esperado. Veio o intervalo do jogo sem que nenhuma das duas equipes conseguisse furar o bloqueio adversário.

No o 2º tempo, entretanto, o time entrou em campo mais decidido e com apenas trinta segundos de jogo, uma cabeçada certeira de Chucho meteu a bola no fundo da rede pinheirense, para euforia da torcida vianense. Mesmo assim, faltava ainda muito tempo de jogo e nada estava decidido. O nervosismo continuava e a adrenalina descarregava forte, em cada torcedor, toda vez que o locutor acelerava o ritmo da voz.

Aos 20 minutos um gol de Darío foi anulado pelo juiz, mas três minutos depois veio a definição: também de cabeçada, o jogador Bacabal fez o segundo gol do Viana para felicidade e delírio dos vianenses. Desta feita, o troféu era nosso. Viana tornava-se, finalmente, a campeã do 12º Campeonato Intermunicipal de Futebol.

O Jornal Pequeno, em sua edição de 9/1/67, depois de elogiar a vitória do time vianense, finalizava a matéria dizendo: Após o encerramento, os atletas de Viana, acompanhados dos seus simpatizantes e de grande número de esportistas vianenses que se encontravam em S. Luís realizaram uma passeata pelas ruas da cidade. A charanga de Viana passou em frente a Jornal Pequeno tocando a JARDINEIRA, música do carnaval do passado. Em Viana, por certo, deve ter havido muita festa na noite que passou, em comemoração à conquista do título.

O bicampeonato

Visando repetir o feito, novamente a delegação de Viana viajou para São Luís, a fim de participar do evento esportivo intermunicipal que decidiria o novo campeão do ano de 1967. A novidade agora ficava por conta do local dos jogos que passaram a ser realizados no recém-inaugurado Estádio Nhozinho Santos.

Em dezembro daquele ano, embora a FMD estivesse em crise por conta da recente e polêmica eleição do novo presidente, Raimundo Silva, a competição conseguiu reunir grande número de seleções. Cidades como Arari, Bequimão, Codó, Coroatá, Cururupu, Lago da Pedra, Matinha, Penalva, Pinheiro, Pedreiras, Rosário, Tutóia, São José de Ribamar, entre outras, inscreveram-se no certame.

Nossas vizinhas e velhas rivais, Matinha e Penalva, foram eliminadas logo no início do torneio. Matinha foi despachada ao perder por 3×1 para Codó. E Penalva simplesmente levou uma surra de Pinheiro, sendo goleada por 6×1.

Um tropeço ocorrido no jogo contra Pedreiras quase elimina o time vianense. Depois de perder pelo placar de 2×1, a liga do Viana entrou com recurso junto à Junta Esportiva Disciplinar pela participação  de um dos zagueiros do time adversário, cuja documentação estaria irregular. O Conselho Técnico da FMD decidiu então anular o jogo, sob protestos dos pedreirenses que se retiraram do campeonato. Em solidariedade à delegação de Pedreiras, Pinheiro também abandonou a competição.

Com a ausência, em campo, dos pedreirense para uma nova partida, Viana foi beneficiada com os pontos daquele jogo. Na semifinal, passou fácil pela seleção de Coroatá ao vencer por 2×1 (os dois gols foram marcados pelo artilheiro Chucho). Contudo, o desempenho dos dois times não agradou a imprensa especializada, segundo registro dos jornais da época.

A disputa final do título de campeão do 13° Campeonato Intermunicipal de Futebol, realizada no domingo (21/1/68), entre Viana e Arari, deixava uma vez mais a decisão entre duas cidades da Baixada. Pelo placar de 2×1 (gols marcados por Lanchão numa cobrança de falta e Gury, de fora da grande área), o selecionado vianense arrebatou o título de bicampeão, encerrando com chave de ouro sua participação no campeonato intermunicipal ao mesmo tempo que deixava escrito um brilhante capítulo nos anais do futebol vianense.

Por Luiz Alexandre Raposo (matéria publicada no Renascer Vianense, edição n° 27)

Publicado em 16 de julho de 2013

Saia é a moda da vez: saia de perto de tudo o que te faz mal

Saia é a moda do momento. Saia de ambientes pesados, de relacionamentos tóxicos, saia de perto de gente chata. Saia por aí e se divirta. Não tem erro.

A gente vai ficando mais velho e acumula muitas perdas. A gente perde amigos, pai, mãe, cachorro e gato. A gente perde juventude, força, forma física e cabelo. A gente perde emprego, dinheiro, objetos. Tudo envelhece, lá fora e aqui dentro de nós.

Saudades se amontoam, recordações emocionam, músicas, livros e filmes nos remontam ao tempo bom que ficou lá atrás. Sobram arrependimentos, inevitáveis e doloridos. Restam fotos envelhecidas, roupas que não cabem mais, bicicleta enferrujada, Sapatos mofados, cartinhas da namorada, dos filhos, vídeos de outrora.

O tempo traz a consciência de que despedidas, términos e fins são inevitáveis. A morte já não fica distante e essa consciência nos força a entender que é necessário guardar no coração lembranças doces e especiais, para que elas nos ajudem nos momentos de angústia e de saudade. Nossa memória nos ampara na travessia da vida, enquanto enfrentamos tudo o que tiver de ser, o bom e o ruim.

O tempo traz conhecimentos, levando-nos a novas visões sobre o outro, sobre a vida, sobre o mundo. A gente vai saindo cada vez mais do nosso eu, em direção a verdadeiros encontros com tudo o que tem de bom longe do nosso próprio umbigo. Paramos de focar somente no que queremos ter e começamos a nutrir mais gratidão por tudo o que já temos.

E, quanto mais cedo pudermos entender tudo isso, quanto mais cedo pudermos nos libertar do que faz mal, do que emperra e de pessoas que não nos acrescentam absolutamente nada de bom, mais e mais lembranças boas e sentimentos gostosos guardaremos em nossa alma. E isso tudo será essencial, para que ela não se perca, quando da escuridão das noites sem fim que ainda enfrentaremos.

Desapegue do que é pesado e triste, agarre-se ao que dá prazer e a quem chega junto com verdade. Não se prenda, não se deixe prender, sai, saia muito. Até mesmo saia do sério. Saia é a moda do momento. Saia de ambientes pesados, de relacionamentos tóxicos, saia de perto de gente chata. Saia por aí e se divirta. Não tem erro. Vai ser feliz. Vai ser feliz agora!

Obvius

Galvão Bueno passa por cateterismo, e Luis Roberto vai narrar a final da Libertadores

O narrador da Rede Globo Galvão Bueno sentiu um mal-estar na manhã desta quinta-feira em Lima, no Peru, onde narraria a final da Libertadores entre Flamengo e River Plate, sábado, às 17h, no Estádio Monumental de Lima. Ele foi levado para uma clínica local e está sendo submetido a um cateterismo para desobstrução de uma artéria. Desta forma, Luis Roberto o substituirá na narração da decisão.

O narrador da Rede Globo Galvão Bueno Foto: Ramón Vasconcelos / TV Globo

Confira a nota completa divulgada pelo Grupo Globo.

“Nosso companheiro Galvão Bueno teve um mal-estar hoje de manhã em Lima, onde se encontra para a narração da final da Libertadores. Ele foi levado para exames na clínica Anglo-Americana, no bairro de Miraflores, acompanhado por sua mulher Desirée Galvão Bueno. Foi atendido prontamente e está sendo submetido a um cateterismo para desobstrução de uma artéria coronariana.

Todos nós desejamos ao querido Galvão uma rápida recuperação. O hospital divulgará ao término do procedimento um boletim médico. A narração da final da Libertadores será feita pelo companheiro Luis Roberto”.

Do Extra

Orçamento Participativo 2019 – Propostas que mais receberam votos na Baixada Maranhense

O Orçamento Participativo (OP) 2019, promovido pelo Governo do Estado, por meio das Secretarias de Estado de Planejamento e Orçamento (Seplan), de Comunicação Social e Assuntos Políticos (Secap), e dos Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop), assegurou, mais uma vez, a participação da população no planejamento orçamentário.

Orçamento participativo

Por meio de 35 audiências públicas, a população apontou o que considerava prioritário para a sua região. Após as audiências, as propostas ficaram disponíveis para consulta pública, durante o mês de julho, na plataforma digital de participação popular do Governo do Maranhão – PARTICIPA MA e nas agências dos Correios, através de cédulas.

Agora, o resultado da votação do Orçamento Participativo (OP) 2019 já está disponível na Plataforma, com as propostas mais votadas e que serão incluídas na Lei Orçamentária Anual do ano de 2020 e no Plano Plurianual (PPA) 2020-2023. A votação de 2019 contabilizou 63.469 votos, sendo 30.549 em cédulas dos Correios e 32.920 pela Plataforma PARTICIPA MA.

Confiram…

5 – Campos e Lagos

Viana

Estruturação da Defensoria Pública Estadual de Viana, bem como a criação de núcleos regionais da defensoria nas cidades do território onde existem comarcas. (São João Batista, São Vicente Férrer, Olinda Nova, Matinha e Penalva).

Arari

Implementação de um programa integrado de apoio ao desenvolvimento municipal com a participação do Estado e municípios com ações em todos os elos das cadeias produtivas vocacionadas, entre eles, o acesso à terra, regularização fundiária, armazenamento de água, assistência técnica rural até o processamento e comercialização dos produtos, incluindo a estruturação da DPE em Arari e Cajari, e a implementação de um núcleo regional em Vitória do Mearim como mecanismo de efetivação de monitoramento dessas políticas públicas;

4-  Baixada Maranhense

Pinheiro

Executar e aprimorar a intersetorialidade e a transversalidade do Sistema Estadual de Produção e Abastecimento-Sepab, a partir da integração dos mecanismos de planejamento com enfoque territorial e execução orçamentária das políticas estruturantes de agricultura, da pecuária, da pesca, do extrativismo e da aquicultura, priorizando a agricultura familiar e povos e comunidades tradicionais, com destaque:

 

  1. a) A universalização da Política de Assistência Técnica e Extensão Rural-ATER; de pesquisa e Desenvolvimento-P&D e de Defesa Agropecuária-DA, de forma gradual e em regime de colaboração com os municípios, a fim de garanti-las em todas as etapas das cadeias produtivas e dos arranjos produtivos locais;

 

  1. b) Ampliação do reordenamento agrário para garantia do acesso à terra e diagnóstico do estoque de terras do Estado ocupadas e não ocupadas, com a criação e instalação de Núcleos de Defensoria Pública do Estado, para atuar na proteção judicial e extrajudicial do acesso à terra;

 

  1. c) Consolidação produtiva dos Assentamentos Rurais com uso de tecnologias que visam a elevação de suas produtividades;

 

  1. d) Utilização de tecnologias que favoreçam a agroecologia, a produção de alimentos saudáveis e a valorização dos produtos sociobiodiversidade;

 

  1. e) Fomentar, em regime de parceria com os municípios, a criação dos consórcios intermunicipais para instalação do serviço de inspeção e possibilitando a certificação dos produtos da agricultura familiar e acesso aos mercados institucionais.

São Bento

Expandir o programa Mais Asfalto nos municípios da região. Reconstrução das rodovias: MA-014; com prioridades para as MA-313, MA-310, MA-106 e MA-212.

Todas as propostas aprovadas podem ser acessadas AQUI.

(Via Blog do Jailson Mendes)