Viana. Alô Ministério Público: prefeito Magrado Barros está jogando borra de asfalto nas ruas históricas do município

O prefeito Margado Barros (DEM) não faz o menor reforço para reverter os quase 80% de rejeição da sua desastrosa gestão. Pelo contrário, contribui mais ainda para que a sociedade vianense o trate como um ignorante e sem a menor noção da importância histórica de Viana, quarta cidade mais antiga do Maranhão.

Em desespero para reverter os índices da última pesquisa que o coloca em quarto lugar, o gestor contratou uma usina de asfalto, e, somente agora, faltando pouco mais de 1 mês para as reeleições municipais e, com tantos bairros convivendo com lama, buracos e falta de iluminação,  Magrado quis mostrar trabalho justamente onde não devia, ao colocar uma espécie de borra preta sobre as ruas calçadas com paralelepípedo, no centro histórico vianense, entre elas, a famosa Rua Antonio Lopes, ou Rua Grande.

Rua Antonio Lopes – Patrimônio Histórico de Viana

O fato repercutiu pessimamente entre as entidades de classe, os iternautas, os jovens, comerciantes, historiadores, moradores e Academia Vianense de Letras.

Segundo informações colhidas pelo Blog, várias autoridades vianenses do alto escalão do governo e até desembargadores da Baixada, já entraram em contato com o governador Flávio Dino (PC do B), com o IPHAN, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente e a Secretaria de Turismo.

O jornalista e escritor vianense, Nonato Reis, se manifestou em sua rede social, com um artigo de protesto (leia abaixo), que já foi bastante compartilhado e comentado, claro, detonando mais esse ato de descaso e falta de compromisso de Magrado Barros com a Cidade dos Lagos, de Dilú Melo, de Ozimo de Carvalho, dentre tantos vianenses de valor.

LEIA ALGUNS COMENTÁRIOS DE VIANENSES NAS REDES SOCIAIS

PREFEITURA IGNORA CULTURA E ASFALTA RUA HISTÓRICA DE VIANA

Viana é uma cidade com quase três séculos de existência, e esse dado constitui motivo de orgulho para os vianenses. É a quarta cidade do Maranhão, em cronologia, elevada à categoria de vila em 8 de julho de 1757. Pode-se dizer que a história viceja por suas ruas tão maltratadas e carentes da atenção do poder público. Ali, no século XIX, o Duque de Caxias fora alvo de homenagem. Dançara no salão do segundo piso do sobrado do Canto Grande, do saudoso Ozimo de Carvalho, hoje transformado em apenas lembranças, após ser demolido para dar lugar a um hotel de luxo, que acabou tendo a sua construção proibida.

Dos gestores a cidade espera por intervenções que melhorem os espaços e a livre circulação. Mas há anos Viana só tem recebido notícias tristes. A exemplo do que acontece agora, em que o poder público decidiu cobrir com asfalto os paralelepípedos da Rua Grande, a mais importante via do coração histórico.

Há de se perguntar: a troco do quê se promove uma ação tão inoportuna? Asfalto não se junta com história. É desconexo. Asfalto é uma invenção dos tempos modernos, assim como o paralelepípedo é uma marca do período colonial. Se a Prefeitura quer melhorar as ruas da área tomada que promova a recuperação dos paralelepípedos, que se encontram em estado precário.

Asfaltar ruas antigas é o mesmo que jogar uma camada de entulho sobre a memória coletiva. Além do que, asfalto em cidades de clima quente como Viana apenas contribui para tornar as temperaturas ainda mais asfixiantes.

O Ministério Público de Viana tem que agir imediatamente. E também as entidades de classe, os clubes de jovens, as associações de moradores, a própria Academia Vianense de Letras, que reúne luminares da vida pública do município e também do Estado. Todos devem juntar forças para impedir essa asneira.

Enquanto escrevo esta nota encontro, em consulta, um fato ocorrido em 2015, em solo mineiro, quando a Prefeitura de Ouro Preto tentou, da mesma forma, asfaltar as ruas da cidade.

Para quem não sabe, Ouro Preto ostenta o título, como São Luís, de Patrimônio Cultural da Humanidade. E o que fez o Ministério Público? Entrou com recurso na justiça estadual para reverter aquela ação “danosa, mutiladora e (que) pode descaracterizar o conjunto urbano do município”.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais mandou suspender a pavimentação por considerar que a preservação do patrimônio histórico devia prevalecer em detrimento da modernização.

O MP avaliou que as obras poderiam causar danos irreversíveis ou de difícil reparação ao conjunto arquitetônico de Ouro Preto. Resta saber agora se o MP de Viana vai se mexer e tentar impedir esse absurdo contra o patrimônio histórico da cidade ou imitar Pilatos no famoso episódio da crucificação.

Por Nonato reis – Jornalista | Escritor

Moradora de Penalva ganha uma moto na promoção do BEBECO Supermercados

A dona de casa Dona Celeste,  moradora bairro Trizidela em Penalva, na Baixada maranhense, foi a grande ganhadora de moto CG 160 Start,  no sorteio da superpromoção do BEBECO Supermercados – O Filho do Rei.

O sorteio foi realizado na última sexta-feira (25), ao vivo na TV Cidade em Viana, com a presença dos diretores da rede, Gilberto Nunes e João Rafael.

A campanha, que começou no mês de junho, serviu para incentivar os clientes às compras quando a empresa programava sua expansão para a vizinha Penalva e se prepara para inaugurar uma nova loja em Matinha, municípios da Baixada Maranhense.

“Estamos muito felizes e satisfeitos com a receptividade e o sucesso da nossa promoção. Nossos clientes podem aguardar porque já estamos preparando novas ações e, agora com a participação de três lojas, com a nova filial de Matinha. Quero parabenizar a dona Celeste e toda a população de Penalva, que, assim como nossos clientes de Viana, tem aproveitado nossos preços baixos e ainda tem oportunidade de levar um bem durável pra casa, por meio de sorteio”, afirmou João Rafael.

Os campos altos de Viana. Produção e proteção ambiental.

Por Chico Gomes*

Os campos altos de Viana, região dos tesos,  são formados por dois ecossistemas que devem ser protegidos ambientalmente. O ecossistema de água doce e ecossistema de água salgada do mar.

Arquivo google

Através dos ciclos das marés, o mar está invadindo quilômetros de campos de água doce,  salinizando e destruindo a vegetação e o habitat de diversas espécies de aves, peixes e outros animais e até as moradias das famílias como aconteceu no povoado de Coivaras tragado pelas marés.

O ecossistema de água salgada formado pelos manguezais,  abriga um berçário de vida, devendo ser intocável e preservado. Aí encontramos o habitat de caranguejos, siris, camarão,  diversas espécies de peixes, aves migratórias que fazem alí a sua reprodução, abelhas silvestres e, milagrosamente,  a florada do mangue branco onde abelhas nativas buscam o nécta das flores para produção de mel em suas colmeias,  uma verdadeira riqueza. Calcula -se atualmente  uma produção de cem toneladas de mel por safra.

Para recuperar quilômetros de campos salinizados temos que buscar o equilíbrio entre os dois ecossistemas identificando as intervenções necessárias para promover tal equilíbrio.

Conhecedor desses campos desde a minha adolescência,  considero indispensável a construção de diques de proteção e de barragens nas interfaces, iniciando-se logo abaixo de Coivaras, fechando um profundo fosso aberto pelo mar, por onde as marés penetram salinizando os campos de água doce.

Fechado esse fosso, as barragens devem partir desse dique com quilômetros de extensão,  sempre construídas na interface entre os dois ecossistemas , promovendo-se assim o equilíbrio almejado.

Assim poderemos pensar num projeto para promover em nossos campos um verdadeiro  celeiro de produção de alimentos,  explorando equilibradamente os dois ecossistemas e melhorando significativamente a renda de todas as famílias que habitam nestes campos.

Viana, setembro de 2020

*Francisco de Assis Castro Gomes (Chico Gomes)

Ex-deputado Estadual | Ex-Prefeito Viana-MA

Encontro à meia-noite na Matriz

*Nonato Reis

A noite caíra feito breu sobre a paisagem, desfigurando a silhueta das casas e as ondulações físicas da cidade, transformando o conjunto de pedras e cimento numa mancha acinzelada.

Afora o barulho de uma bomba caseira espocando ao longe e o eventual canto estridente do “rasga-mortalha”, que de tempo em tempo cruzava o espaço indo e voltando, tudo era quietude.

Sentou-se ao pé do cruzeiro de madeira, fixado sobre uma base de concreto, de frente para a Igreja Matriz. Olhou o céu sem lua salpicado de pontos brilhantes e foi como sair de órbita e viajar para uma época distante.

Viu-se menino em sua casinha de taipa e telhas de barro, às margens do rio Maracu, a contemplar o espetáculo cintilante das noites escuras de verão. As estrelas eram luzes acesas na abóbada celeste por ordem do criador, para mostrar aos homens o destino da humanidade, ou quem sabe as suas próprias origens.

A morte era o quê? Um fim em si mesmo, ou uma ponte, uma passagem para o desconhecido? Imaginá-la como a decomposição da matéria pura e simples dava-lhe náuseas e arrepios ao mesmo tempo. Que triste, apodrecer enterrado dentro de um buraco, sem ninguém para socorrer.

– O que você procura no céu? O presente, o passado ou um barquinho de papel?

A pergunta, surgida do nada, trouxe-o de volta à realidade com a força de um choque eletromagnético, como se de súbito desperto de um sono pesado. “O que você faz aqui a essa hora?”. Olhou para frente e viu um vulto delgado ao pé do cruzeiro, mãos à cintura. Parecia fitá-lo ou apenas cobrar-lhe uma resposta. Balbuciou algo ininteligível. Sentia-se como violado em seu território sagrado. Já se preparava para sair dali e o intruso sentou-se do lado sobre a pedra fria e úmida de sereno.

– Por que será que o céu estrelado atrai o olhar das pessoas? Será a cápsula de mistério que o envolve, a curiosidade que se tem pelo desconhecido ou uma vaga intuição de que, ali, naquele emaranhado de estrelas, esteja situado o Reino dos Céus, apregoado pela Bíblia, e se esclareça afinal as questões que atormentam o homem desde tempos imemoriais: ‘o que sou, por que estou aqui, de onde vim, para onde vou’”. Viu-se interessado na abordagem da mulher, pois que também se ocupava com aquelas questões de fundo existencial.

Ensaiou a resposta mais sincera que lhe pareceu. “Eu não sei o que procuro. Mas desconfio que o ser humano é uma ponte entre extremos e que os polos dessa equação está dentro de nós ou no espaço infinito”. A mulher repetiu a frase “uma ponte entre extremos”. E ele continuou. “A morte e a vida podem ser apenas estações ou portas desse quebra-cabeça”.

– Você acha que, ao morrer, o homem descobre o que ele é?”, ela quis saber. “Eu não sei. Quando menino, no Igarapé do Engenho, eu gostava de conversar com a lua, porque era o astro que parecia mais próximo de mim. Eu achava que nela existia um mundo habitado por pessoas que viveram na Terra. Depois li as teses de Galileu e de Copérnico e vi que a Terra, na verdade, é um mundo irrisório, desprezível mesmo do ponto de vista físico, quando confrontado com a grandeza do universo”.

– O que você acha que existe nas estrelas?” As perguntas dela em nada ajudavam a esclarecer os enigmas que o atormentavam, mas ele gostava daquele exercício mental, e prosseguiu. “As estrelas são mundos habitáveis ou não”. “Você acha que lá tem vida?” “A vida como a concebemos, talvez não; mas quem sabe uma outra estrutura orgânica, com formação molecular diferente. É quase certo que nesse gigantismo cósmico existam milhares de mundos, alguns até iguais à Terra, outros mais evoluídos em conhecimento e tecnologia”.

– Agora me lembro de uma passagem da Bíblia, em que Jesus dizia que no reino do Pai existem muitas moradas. É a isso que você se refere?”. O homem deu de ombros. “Jesus usava uma linguagem alegórica, mas não há como negar essa interconexão. A lógica nos diz que a Terra não está sozinha no universo – isso pode ser comprovado a olho nu – e que, se aqui existe vida inteligente, é muito provável que exista também em outros pontos da imensidão cósmica”.

Deram-se uma pausa e ambos ficaram absortos em seus pensamentos a contemplarem o espetáculo cintilante sobre eles. Ele observou as “Três Marias” que piscavam esmaecidas. “Tá vendo lá? Na verdade não são apenas três estrelas, essas são apenas as mais visíveis. Estão dentro de um quadrilátero, que forma o Cinturão de Orion”.

– Quem é você, de onde vem, como se chama?

– Pode me chamar de “Filósofo” – é como a maioria me conhece. Sou filho de Viana, nasci ali no Ibacazinho, a meia hora a pé daqui. Não cursei Filosofia nem qualquer faculdade de ciências humanas, mas sou fascinado por questões relacionadas à origem da vida. O Espiritismo diz que o homem nasce e renasce várias vezes e que habita os astros conforme o grau de adiantamento moral e intelectual. Isso me parece de acordo com a multiplicidade dos mundos. Se eles existem aos turbilhões, devem receber espíritos de diferentes ordens evolutivas.

– Alice é o meu nome. Estudei Letras, ensino Português e Redação e moro num sítio ali pertinho da Gurgueia, repleto de árvores seculares”. Ele gostou da apresentação e quis saber mais sobre o sítio dela. “No passado dizem que era chamado de Tamancão e que o seu proprietário se chamava Cirilo. Foi quem teria plantado os pés de manga, pitomba, sapoti, jaca, ingá e tantas outras árvores frutíferas que existem lá. Na lua cheia fica tudo prateado, uma beleza que só vê e sente quem tem alma, se é que você me entende. O céu estrelado nem se fala. É lindo demais”.

O homem falou como se confidenciasse um segredo a si mesmo. “Sempre gostei dessa vida do mato, cercada de natureza, e agora, vivendo na cidade, me dou conta de como isso está enraizado em mim”.

Alice concordou com a cabeça e depois completou. “Conhecemos o cheiro da natureza”. Ele divagou. “Sonho terminar os meus dias longe da vida urbana, num rancho à beira do rio Maracu, comendo peixe fresco e legumes cultivados em horta”. “Eu também quero isso, acabar como os meus pais, que morreram abençoados (no torrão que lhes viu nascerem)”.

Ele olhou o relógio de pulso. Passava das 2 da manhã. “Você é uma mulher sensível. Gosta de poesia, adora a natureza, se emociona com uma rosa, ou com um gesto de carinho. Isso vale uma vida. Justifica a sua existência aqui, ou em qualquer lugar desse universo. Porque se existe uma lei imutável e universal, é a lei do amor”.

Alice acompanhou o raciocínio dele. “Tudo na vida tem um significado, não é? O fato de estarmos aqui, a dialogar sobre essas coisas, independente de hora e de convenções”.

A mulher olhou o céu. “Olha lá, o Cruzeiro do Sul! Se eu tiver outra vida, quero nascer em uma das cinco estrelas”. Os olhos dele assumiram um ar de professor. “A propósito, você sabe por que o Cruzeiro do Sul aparece próximo da linha do equador e na direção do polo sul celeste?” “Nunca me disseram e eu também não perguntei. Por quê?” “É por causa de um movimento chamado “precessão”, que provoca alteração no eixo giratório da Terra. Ao longo dos séculos essa constelação tem-se aproximado do hemisfério sul, fazendo com que seja visível nesse lado do Planeta. Bom, mas isso é só um detalhe”.

O homem levantou-se e fez menção de partir e ela o interpelou. “Como posso manter contato contigo, você tem e-mail, frequenta rede social?”. Ele pareceu desconversar.

– Você conhece a estrela vespertina?

– O planeta Vênus, você quer dizer?

– Todo cair de noite, sem lua, olhe para o céu e converse com ela. Desde os 12 anos, todas as noites de céu estrelado cumpro este ritual.

Deu-lhe um tapinha nas costas e se foi afastando. “Você acha justo usar uma metáfora como disfarce?”. Ele falou sem olhar para atrás. “Os espíritos se comunicam por pensamento, porém os humanos precisam de um vértice. Vênus será a nossa comunhão”. Ela arriscou uma última pergunta. “Você disse ‘todo cair de noite, sem lua’. Por quê?” E ele: “A lua, apesar de bela, ofusca o olhar, como se fora um véu. A estrela, ao contrário, o dissipa”. E sumiu na escuridão.

*Jornalista | Escritor

Do livro de contos “De Ibacazinho a Viana”, previsto para 2021.

Desesperado, Magrado apela para ação judicial contra Carrinho e Nélio júnior

Com menos de dois meses para as eleições, o prefeito de Viana Magrado Barros (DEM) tenta, a todo custo, reverter a alta rejeição por parte do eleitorado e uma derrota iminente já prevista pelas aferições eleitorais.

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Econométrica, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o número MA-05565/2020, Magrado tem apenas 12,8% das intenções de votos, em quarto lugar na pesquisa realizada nos dias 11 e 12 de agosto, com um universo de 367 eleitores. Carrinho Cidreira lidera com folga, alcançando 43,2% de preferência.

A tática do atual prefeito e candidato à reeleição é disparar ações judiciais contra Cidreira. A primeira delas foi uma representação, com ingresso na Justiça Eleitoral, última terça-feira (22), contra Carrinho e contra o pré-candidato a vereador pelo PCdoB, Nélio Júnior, alegando propaganda eleitoral extemporânea nas redes sociais, ou seja antecipada, antes do período previsto em lei. Os advogados do Diretório Municipal do partido Democratas em Viana, controlado por Magrado, consideraram que Nélio Junior publicou, em sua rede social Facebook,  “vídeo com clara conotação de propaganda eleitoral em benefício”  de Carrinho Cidreira para “fins de, subliminarmente, convencer o eleitorado e pedir votos para este último”.

O pré-candidato a vereador, Nélio Júnior, tem utilizado suas redes sociais para denunciar problemas na cidade e a ausência de obras e serviços públicos, a exemplo do lixo no Parque Dilu Melo. Agora é também alvo preferencial do prefeito de Viana, que tenta o velho da truque da judicialização da disputa eleitoral. Magrado Barros não entendeu que o dever básico de trabalhar em prol da população teria sido mais eficiente para convencer o eleitorado do que gastar recursos vultosos com ações judiciais.

Viana – BEBECO Supermercados faz sorteio de uma moto, nesta sexta, 25

O BEBECO SUPERMERCADOS – o Filho do Rei, realiza nesta sexta-feira, 25, ao meio-dia o sorteio de uma moto CG 160 Start – zero quilômetro que tem autonomia na cidade ou em longos percursos, painel possui marcador de combustível e hodômetro que facilita a viagem.

A campanha, que começou no mês de junho, serviu para incentivar os clientes às compras quando a empresa programava sua expansão para a vizinha Penalva e se prepara para inaugurar uma nova loja em Matinha, municípios da Baixada Maranhense.

Os clientes do BEBECO Supermecados de Viana e Penalva ainda estão recebendo um cupom a cada R$ 20 em compras. Os cupons terão validade inclusive no dia do sorteio até 11 horas desta sexta-feira (25). O sorteio será ao vivo na TV Cidade, às 12h em Viana e a expectativa é de um grande público acompanhando o evento.

“Queremos de antemão agradecer a todos os clientes que incentivam o nosso trabalho, acreditam na nossa empresa dia a dia. Agradecer ainda os nossos colaboradores diretos e indiretos pelo apoio e dedicação às comunidade de Viana e Penalva. Também aos nossos fornecedores pelo sucesso da promoção e aproveitar a oportunidade para convidar o público para acompanhar o nosso sorteio”, disse o proprietário da rede, João Rafael Nunes.

História

O Bebeco Supermercados – o filho do Rei foi fundado em 8 de dezembro de 2016. Líder do mercado varejista no município, referência na Baixada, o Bebeco gera vários empregos no supermercado e na distribuidora de alimentos. Além disso, possui marca própria do melhor arroz da região: Arroz Bebeco tipo 1 e Arroz Bebequinho, lançados em 30 de março deste ano.

Atuando com um mix de produtos em diversos ramos alimentícios e bebidas, artigos de perfumaria, produtos de limpeza, o Bebeco Supermercados  é a concretização da visão empreendedora do jovem empresário vianense, João Rafael Nunes – filho do empresário Gilberto Nunes e neto do comerciante Chico de Dunga, o Rei do Café -, como é conhecido na Cidade dos Lagos. O slogan “o filho do Rei” foi inspirado em uma promessa religiosa, feita há vários anos por Gilberto Nunes, cujas graças foram alcançadas e retribuídas com o alcance social e o sucesso do grupo.

Eleições 2020: TSE libera ferramenta para consulta de candidaturas

Consultas por município e cargo, acesso à informações detalhadas sobre a situação dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador, que pediram registro para concorrer às Eleições Municipais de 2020 já estão disponíveis na plataforma DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A ferramenta traz ainda todos os dados declarados à Justiça Eleitoral, inclusive informações relativas às prestações de contas dos concorrentes.

Fachada do edifício sede do STF

Acesso

O sistema é aberto a todos os cidadãos, sem necessidade de cadastro prévio ou autenticação de usuário. Na consulta, basta selecionar a unidade da federação no mapa ou a sigla do estado que quiser informações.

Na página principal do sistema, o interessado encontrará o quantitativo total de candidaturas por cargo (prefeito, vice-prefeito e vereador). No mapa do Brasil, é possível filtrar a pesquisa clicando na unidade da Federação e depois no cargo desejado. Em seguida, aparecerá uma lista com todos os políticos que concorrem ao cargo no estado.

Selecionado o nome do candidato, é possível obter informações sobre o seu número, partido, composição da coligação que o apoia (se for o caso), nome que usará na urna, grau de instrução, ocupação, site do candidato, limite de gasto de campanha, proposta de governo, descrição e valores dos bens que possui, além de eventuais registros criminais. Também é possível acompanhar a situação do pedido de registro e eleições anteriores das quais o candidato tenha participado.

Prazo

A ferramenta é atualizada toda hora à medida em que chegam solicitações de registros à Justiça Eleitoral. No dia 26 de setembro, às 19h, termina o prazo para os partidos políticos e coligações apresentarem o requerimento de registro de candidatos e chapas à Justiça Eleitoral.

Caso os partidos políticos ou coligações não tenham requerido o registro de algum candidato escolhido em convenção, a data-limite para a formalização individual do registro perante o TSE ou algum Tribunal Regional Eleitoral (TRE) é o dia 1º de outubro, também até as 19h.

Situação da candidatura

A situação do registro do candidato aparece ao lado da foto, além do tipo de eleição à qual ele está concorrendo e um guia sobre os termos, inclusive os jurídicos, utilizados para definir a situação dele perante a Justiça Eleitoral.

Quando o processo é registrado na Justiça Eleitoral, é informada a palavra “cadastrado” e, em seguida, “aguardando julgamento”. Isso significa que o candidato enviou o pedido de registro de candidatura, mas o pedido ainda não foi julgado, ou seja, o processo está tramitando e aguarda análise.

Após o processo ser apreciado, o registro pode ser considerado “apto” ou “inapto”. Caso o candidato não tenha nenhuma contestação e o pedido tenha sido acatado, a situação que aparecerá no sistema será “apto” e “deferido”. Candidatos que aparecem como aptos, mas houve impugnações e a decisão é no sentido de negar o registro. Nesse caso, a situação será “apto” e o complemento será “indeferido com recurso”.

Há ainda candidatos que apresentaram o registro e as condições de elegibilidade avaliadas foram deferidas pelo juiz e, no entanto, o Ministério Público Eleitoral (MPE) ou o partido recorreu da decisão. Nessa hipótese, a condição será “apto” e “deferido com recurso”.

Na situação de registro julgado como apto, ainda há possibilidades de situações como “cassado com recurso” ou “cancelado com recurso”. Isso ocorre quando o candidato teve o registro cassado ou cancelado pelo partido ou por decisão judicial, porém apresentou recurso e aguarda uma nova decisão.

Por fim, também consta do sistema a condição de “inapto”, com os complementos: “cancelado”, quando o candidato teve o registro cancelado pelo partido; “cassado”; “falecido”; “indeferido”, quando o candidato não reuniu as condições necessárias ao registro; “não conhecimento do pedido”, candidato cujo o pedido de registro não foi apreciado pelo juiz eleitoral; e “renúncia”.

Contas

O sistema também disponibiliza as informações relativas às prestações de contas dos candidatos das eleições. O usuário pode fazer a pesquisa das receitas dos concorrentes por doadores e fornecedores, além de acessar a relação dos maiores doadores e fornecedores de bens e/ou serviços a candidatos e partidos políticos.

(Agência Brasil)