Bomba! Bomba e Bomba! Magrado Barros sofre ação de despejo por não pagar aluguel e fazer “gato” de energia elétrica em São Luís

Candidato a prefeito de Viana pelo PSDB deve 45 mil de aluguéis não pagos, além de dívidas com a CEMAR e teve sua casa PENHORADA

exclusivoViana – O enrolado candidato do PSDB, Magrado Barros, alardeado como salvador da pátria de Viana nestas eleições, está sofrendo uma ação de Despejo do senhor Leônidas Evangelista Lima contra Magrado Aroucha Barros e M. S. Aroucha, por não pagamento de aluguéis em uma de suas farmácias em São Luís, além de furtar energia elétrica da CEMAR.

O imóvel do autor do processo fica localizado na Loja Comercial nº 4- Avenida Principal – Quadra 14, Lote 1 – Parque Aurora em São Luís.

Em um trabalho investigativo, com farta documentação do Blog Vianensidades, o leitor pode constatar abaixo que Viana merece alguém mais QUALIFICADO para exercer o importante cargo de prefeito. Magrado Barros é DESONESTO: Não paga seus FUNCIONÁRIOS; não paga ALUGUEL e ainda ROUBA energia elétrica da CEMAR, que é furto qualificado e inafiançável.

Seus aliados e até ex-adversários, hoje, pregam uma MENTIRA em Viana, afirmando que Magrado é um empresário bem sucedido em São Luís. A VERDADE é outra: Magrado está QUEBRADO; suas farmácias estão falidas, sem medicamentos e com apenas alguns funcionários tristes e desmotivados com salários atrasados, como mostram as imagens.

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Nas prateleiras das farmácias de Magrado Barros em São Luís, apenas alguns pacotes de fraudas. Nenhum remédio

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Agora imaginem um político enrolado desses pegar a Prefeitura de Viana junto com os cúmplices de Rilva Luis, condenado e procurado pela Polícia Federal? VAI SER O FIM DE VIANA!

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O início do processo data de 30 de abril de 2013 e a Sentença Transitou em Julgado em 02.ago.2013, (trânsito em julgado vem a ser termo jurídico para indicar que ele não recorreu e que portanto não cabe mais qualquer recurso, ou seja, a sentença se estabiliza, não podendo nunca mais ser reformada ou alterada).

O Blog Vianensidades  printou a movimentação do processo extraída diretamente do site do TJ/MA. Essa movimentação é pública, podendo ser consultada por qualquer pessoa, bastando lançar o número do processo ou o nome da pessoa: jurisconsult.tjma.jus.br – basta informar o número do processo: 184932013.

Para o leitor entender o andamento do processo, deve ir verificando a movimentação do fim para o começo, ou seja, da última página para a primeira.

CONHEÇA OS PRINCIPAIS DETALHES DO PROCESSO Nº 184932013, CUJO RÉU É MAGRADO BARROS. CLIQUE AQUI E LEIA OS DOCUMENTOS DO PROCESSO.

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ANDAMENTO DO PROCESSO:

No dia 21.maio.2013, página 14, o juiz nega a liminar de despacho (aqui o juiz tem mesmo que negar por que o autor do processo pra conseguir essa liminar teria que depositar 3 meses o valor do aluguel o que é uma exigência da lei, e como o cara já esta no prejuízo, prefere não arcar com esse custo).

No dia 03.jul.2013, página 13, o processo é Sentenciado, e Magrado é condenado à Desocupar o Imóvel de forma voluntaria, o que não ocorreu. Foi condenado ainda no pagamento dos valores de aluguéis em atraso, que naquela data perfaziam o valor de R$ 12.946,64.

A Sentença Transitou em Julgado em 02.ago.2013, pagina 12. (transito em julgado vem a ser termo jurídico para indicar que ele não recorreu e que portanto não cabe mais qualquer recurso, ou seja, a sentença se estabiliza, não podendo nunca mais ser reformada ou alterada).

No dia 09.agosto.2013, pagina 11, o Juiz determinada a expedição do mandado de DESPEJO.

No dia 22.agosto.2013, pagina 10, o Oficial de Justiça devolve o Mandado para o Processo com a finalidade atingida (quando o Oficial de Justiça devolve mandado com a rubrica finalidade atingida, isso quer dizer que ele cumpriu com a determinação que constava no mandado, ou seja, se o mandado era de despejo, sinal que o despejo foi cumprido).

No dia 10.setembro.2013, pagina 10, o juiz atualiza o débito (juros e correções monetárias), que chega a $ 27.876,73, e determina que seja penhorada via BACENJUD (penhora nas contas bancarias).

No dia 24.setembro.2013, ainda na pagina 10, o juiz profere despacho informando que encontrou apenas R$ 589,53 na conta de Magrado, e por ser valor irrisório, resolve não bloquear.

No dia 07.julho.2014, pagina 8, o juiz, por não ter achado dinheiro nas contas da empresa de Magrado, resolve mandar penhorar dinheiro nas contas da Pessoa física.

No dia 08.agosto.2014, pagina 7, o juiz profere outro despacho, informando que na conta da pessoa física foi encontrado apenas R$ 232,19 que também não interessa pra justiça, pois vem a ser valor muito irrisório considerando o total do debito. O Juiz não bloqueia o dinheiro.

No dia 29.janeiro.2015, pagina 5, o juiz atualiza o debito, chegando na quantia de R$ 45.266,26 (Quarenta e cinco mil reais) e manda bloquear novamente dinheiro nas contas da empresa e da pessoa física.

Dia 06.abril, final da pagina 4 e inicio da pagina 5, a penhora desse valor foi frustrada (nada nas contas).

 

DIA 02.SETEMBRO.2015, PÁGINA 3, O JUIZ MANDA PENHORAR O IMÓVEL RESIDENCIAL DE PROPRIEDADE DE MAGRADO.

Dia 20.novembro.2015, página 3, o Oficial de Justiça devolve o mandado com a finalidade atingida, ou seja, a casa foi penhorada.

Dia 04.janeiro.2016, pagina 2, Magrado entra com uma Impugnação (esta impugnação vem a ser uma espécie de Recurso, aplicado propriamente nessa fase do processo, onde a pessoa se insurge contra uma penhora ou constrição de bens, como foi aqui o caso).

Ao final, o Advogado do Credor foi intimado para falar sobre a Impugnação apresentada por Magrado. O prazo esta correndo ainda.

 

 

 

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