A Escola Príncipe da Paz foi um dos destaques do desfile de 7 de setembro em Viana

A escola particular Príncipe da Paz brilhou no desfile cívico deste ano, na Av. Luis Couto, com o tema “Literatura e Vida”.

Representando a escola, a aluna do 9° ano Adylla Thayná Diniz Ribeiro, 14 anos, filha do casal Adelino Sodre Ribeiro e Tania Reis Diniz, que aproveitaram o momento e agradeceram o Príncipe da Paz por contribuir na sua educação, pois é aluna do Príncipe desde seus 3 aninhos de idade.

Adylla usou um vestido amarelo, criado pelo estilista Guido – Toulon e confeccionado por  Gilvandira Mendonça – (Designer de moda), calçou uma bota exuberante da Chinelaria Franco, make e o cabelo do cabeleireiro Ângelo .

Apaixonada por matemática e ciências exatas, Adylla é amiga, companheira e muito carinhosa. Esteve à frente em quase todas as olimpíadas de matemática realizadas pela sua escola, e adora cantar e tocar violão, um dos seus talentos.

A adolescente, orgulho dos pais e familiares, que sonha ser Engenheira Civil, reinou na avenida como a baliza e princesa da escola Príncipe da Paz.

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“Ele me disse que estava indo para o garimpo”, diz mãe de maranhense preso com cocaína no estômago na Tailândia

Paulo Henrique Pires do Nascimento foi preso enquanto estava no principal aeroporto de Bangcoc, na Tailândia enquanto tentava entrar no país com 1,3 kg de cocaína no estômago.

Por G1 MA

contou que o filho havia ido trabalhar em um garimpo no Suriname. (Foto: Reprodução/TV Mirante)
Isolete Pires do Nascimento contou que o filho havia ido trabalhar em um garimpo no Suriname. (Foto: Reprodução/TV Mirante)

A mãe do maranhense Paulo Henrique Pires do Nascimento, de Olho d’Água das Cunhãs, a 287 km de São Luís e que foi preso na última quarta-feira (6) na Tailândia com 1,3kg de cocaína no estômago, disse em entrevista ao G1, que o filho disse a ela que estava indo trabalhar pela quarta vez em um garimpo no Suriname, antes de deixar o Maranhão no dia 2 de março.

“Ele disse que ia trabalhar no garimpo, no Suriname. De lá ele passou pela Guiana Francesa e a última noticia que tive dele, ele estava no Suriname e só dizia pra

Isolete Pires do Nascimento contou que soube da prisão do filho por meio das redes sociais e que não sabia do envolvimento dele com o tráfico de drogas. “Nos pegou de surpresa eu não sabia que ele tava participando desse tipo de coisa e só ontem caiu a ficha total, que a gente viu ele em todas as redes sociais do Maranhão e eu não sabia. O filho mais querido que eu tinha e hoje eu estou perdendo meu filho”, desabafou.

Paulo Henrique mantinha contato com a mãe por meio do WhatsApp. Ela desconfiou da localização do filho após ele postar diversas fotos em sua página no Facebook, em um hotel. Segundo ela, o local onde ela estava parecia diferente das outras vezes e ela pediu ao filho que contasse o que estava acontecendo e que ele retornasse ao Maranhão. “Pela foto que ele postava, a pessoa que está trabalhando no garimpo não postava umas fotos bonitas”, disse.

Paulo Henrique Pires do Nascimento, preso na Tailândia por tráfico de drogas (Foto: Reprodução/Narcotics Suppression Bureau)

Prisão na Tailândia

Paulo Henrique foi preso no Aeroporto de Bangcoc enquanto tentava entrar no país com 1,3kg de cocaína no estômago. Ainda de acordo com as autoridades policiais da Tailândia, o maranhense foi preso no momento em que ele pegava sua bagagem após ter sido delatado o tráfico de drogas no país.

Depois de ter sido submetido a um exame de raio-X, Paulo Henrique Pires do Nascimento foi surpreendido pela a polícia com os papelotes de cocaína escondidos no seu estômago. A droga apreendida pela a polícia foi avaliada em cerca de 6,5 milhões de bats (R$ 605,5 mil).

Esta não é a primeira que Paulo Henrique Pires do Nascimento é envolvido em uma ação criminosa. Em 2008 ele cometeu um ato infracional ao assaltar um posto de combustível em Olho d’Água das Cunhãs.

Imagem do raio-x do corpo de Paulo Henrique preso na Tailândia que mostra as cápsulas usadas para transportar a droga (Foto: Reprodução/Thai Drug Police)

 

Fórum da Baixada se reúne com a CODEVASF e os Diques começam a virar realidade

Aconteceu ontem, 11/09/17,  na sede da CODEVASF (8ª Região) em São Luís- MA,  a reunião entre o Fórum em Defesa da Baixada Maranhense – FDBM e a equipe da CODEVASF responsável pela visita ao trecho entre Cajapió e Bacurituba,  onde será construída a primeira etapa dos Diques da Baixada – uma das obras mais importantes para a microrregião.

Além da obra de engenharia que, por si só, já garante um grande avanço, a CODEVASF ressaltou que pretende que os Diques sejam também uma obra que possa levar desenvolvimento para os municípios  que serão abrangidos por ele. Para isso, o órgão observará as potencialidades de produção e mercado de cada município, a fim capacitar e incentivar arranjos produtivos locais e outras ações de desenvolvimento que possam gerar  renda e aquecer a economia local.

Os membros do FDBM, presentes à reunião, agradeceram a equipe de CODEVASF e discorreram  sobre os graves problemas que atingem a região, devido à estiagem, que será minimizada com os Diques da Baixada. Falaram também que há anos esperam por essa obra, que trará inúmeros  benefícios.

A visita técnica inicia hoje. Os forenses designados para a missão foram: Nélio Junior, Maninho Braga, Chico Gomes, Valente e Expedito Moraes, expedicionários do Fórum que acompanharão a equipe da CODEVASF.

Vianense é preso em flagrante por matar a própria esposa a facadas em São Luís (MA)

 

Crime teria sido realizado na frente de três crianças que estavam dentro do apartamento do casal. Suspeito é natural do Povoado Prequeú – Viana, na Baixada Maranhense

Joel Magno Siqueira dos Santos foi preso em flagrante (Foto: Polícia Militar / Divulgação)

Um homem foi preso em flagrante por ter matado sua própria esposa a facadas na noite deste sábado (09) em São Luís. O crime aconteceu no Codomínio Eco Park III, localizado no bairro do Anil, e teria sido realizado na frente de três crianças que estavam dentro do apartamento do casal.

Joel Magno Siqueira dos Santos tentou deixar a cidade logo após ter praticado o crime, mas foi preso na Avenida Guajajaras, antes de deixar a capital. Joel ainda foi levado ao local do crime, no Codomínio Eco Park III, bloco 16, apto 202, onde foi reconhecido por moradores como o autor do homicídio.

Faca que teria sido utilizada por Joel (Foto: Polícia Militar / Divulgação)

Joel Magno Siqueira dos Santos tem 40 anos e foi levado a Delegacia de Homicídios, onde foi autuado em flagrante. A faca utilizada no crime também foi encaminhada. A vítima foi identificada como Dayane Sousa dos Santos, de 25 anos. Por G1 Maranhão, São Luis, MA

Maranhão terá a 2ª maior alta do PIB neste ano em todo o Brasil, diz novo estudo

Agronegócio se destaca no crescimento da economia do Maranhão

O Maranhão terá a segunda maior taxa de crescimento entre todos os estados brasileiros neste ano. Os dados são de um estudo feito pelo Santander e publicado nesta segunda-feira (11) pelo jornal Valor Econômico.

Segundo o levantamento, o PIB do Maranhão deve aumentar 3,1% em 2017, atrás apenas de Mato Grosso com 5,1%.

O desempenho maranhense contrasta com a média nacional, que é de elevação de apenas 0,5% do PIB.

Os números estão no “Mapa da recuperação econômica”, dos economistas Everton Gomes e Rodolfo Margato, do banco Santander. (http://www.valor.com.br/brasil/5113624/sete-estados-ainda-devem-encolher-este-ano-diz-estudo)

Há ainda sete estados que terão queda no PIB, segundo o estudo do Santander. É o caso do Rio de Janeiro, com redução estimada de 1,4%.

Força do campo

O crescimento do PIB maranhense em 2017 está sendo puxado principalmente pela agropecuária, que vem recebendo fortes incentivos do Governo do Maranhão. A alta do PIB do setor é estimada em 22,5% neste ano no Maranhão.

O jornal Valor Econômico desta segunda-feira também publica outro estudo sobre o desempenho econômico dos estados – e mais uma vez o Maranhão tem destaque positivo.

De acordo com levantamento da 4E Consultoria, o Maranhão foi o único estado nordestino que não apresentou recuo na Pesquisa Mensal de Serviços durante o segundo trimestre deste ano.

Cajari e a cidade desaparecida

Arquivo google

por Nonato Reis*

A Baixada Maranhense em seus primórdios foi habitada por tribos de índios, que não apenas desbravaram a região, estabelecendo as trilhas de comunicação entre os diversos povos, como também ergueram vilarejos e até cidades. Em Viana no século XVIII, por exemplo, havia a Aldeia do Maracu, um núcleo organizado com ruas e casas, habitado por índios tupinambás, destruído depois no rastro da catequese. Penalva foi reduto dos Gamela, posteriormente dominado pelos jesuítas.

Em Cajari, a poucos quilômetros de Viana, há sinais físicos de uma civilização muito mais recuada no tempo, anterior ao próprio Descobrimento do Brasil, talvez pré-histórica. O vianense Raimundo Lopes, respeitado dentro e fora do Brasil por sua atuação na área de antropogeografia, realizou estudos iniciais no leito do Lago de Cajari e concluiu que as ruínas do lugar representam os restos de uma cidade lacustre, densamente povoada e organizada.

Durante o verão, quando as águas do rio Cajari (curso natural que serve de ligação entre os lagos de Viana e Cajari) abaixam de forma significativa, era possível, décadas atrás, observar as colunas verticais de madeira encadeadas numa extensão de quase dois quilômetros, a partir das nascentes do rio até o lugar conhecido como Urubuquissáua.

Urubuquissáua, aliás, concentra enorme quantidade de objetos (de arte e utensílios domésticos) em cerâmica e pedra. Em seu livro “História de um menino pobre”, editado pela primeira vez em 1963, o médico e escritor Sálvio Mendonça avalia o estado desses objetos como “extremo desgaste”, mas assinala que “os esteios (tocos em cima dos quais se erguiam as casas sobre as águas) mantêm a verticalidade, indicando que foram suportes de habitações, cuja superestrutura desapareceu através de milênios, em pleno lago”.

Na pesquisa feita por Raimundo Lopes em 1919, aproveitando a seca rigorosa daquele ano que pôs a descoberto o conjunto de fundações da cidade desaparecida, foram encontrados amuletos que lembram as peças usadas por tribos pré-colombianas. Lopes, à época, disse que “a estearia apresentava-se toda visível, com os seus milhares de esteios numa perspectiva belíssima, impressionante, esponteando com os seus troncos negros, como se fosse imensa floresta, a face argentada das águas”.

Para Sálvio Mendonça, em seu livro, as ruínas de Cajari indicam a existência no local de uma civilização especial, contemporânea da Marajó, na Amazônia, do México e da Centro-América, no Peru, “talvez do ramo das tribos vindas da Ásia (…), evoluindo no México para a destacada civilização Azteca, e no Peru, para os Incas”.

É de causar espécie que mesmo diante de sinais claros da existência de uma antiga civilização em Cajari o poder público e a iniciativa privada não tenham demonstrado interesse concreto de promover estudos de natureza arqueológica no local, para levantar a origem dessas ruínas e informações sobre que povos se estabeleceram ali, como viviam e que contribuições tenham dado para a colonização posterior.

A Universidade Federal do Maranhão patrocinou recentemente uma expedição científica na Baixada Maranhense, para identificar sítios arqueológicos ao longo da Bacia do rio Turiaçu, na região de Santa Helena. Os cientistas encontraram estearias semelhantes à de Cajari, com enorme quantidade de louças e cerâmicas. Os estudos revelaram traços idênticos com a cultura marajoara na Amazônia e as tribos da América Central e do Norte.

Porém, na matéria produzida pela TV Mirante não há informação de que o trabalho tenha incluído as ruínas de Cajari. Era de imaginar que, em face da importância do tema, organizações arqueológicas e científicas atuassem em conjunto ou isoladamente, para uma melhor compreensão sobre o que se passou em Cajari em tempos remotos.

Parafraseando Hamlet, personagem de William Shakespeare, há mais mistérios na Baixada Maranhense do que possa supor a nossa vã filosofia. Hoje, quem sabe, com os diversos organismos sociais implantados na região – com especial destaque para o Fórum em Defesa da Baixada – abra-se uma janela para o futuro e se possa melhor enxergar o que ocorreu na região, no passado.

*Jornalista

São Luís 405 anos: Mais viaturas, batalhão novo, concurso público e valorização de PMs


Entregas foram realizadas na noite desta sexta (1º) e já são parte do pacote de presentes para São Luís.(Foto: Nael Reis)

 

Nos últimos dez dias, entregas e anúncios do Governo do Maranhão formaram uma espécie de pacote de medidas para reforçar a segurança pública de São Luís, perto do aniversário de 405 anos da cidade.

Entre elas, está a entrega do prédio totalmente reformado onde agora funcionam o 9° Batalhão de Polícia Militar e uma Delegacia de Polícia Civil no Centro da cidade. A delegacia funcionava perto do Hospital Djalma Marques, conhecido como Socorrão 1. E o batalhão, na Vila Palmeira.

A mudança representa um reforço para o policiamento nas áreas do Centro, Vila Palmeira, Monte Castelo, Alemanha, Camboa e outros bairros. São 25 mil pessoas circulando diariamente por essa região. “O batalhão era distante e agora vem fisicamente para o lugar correto, que é o Centro da nossa cidade”, diz o secretário de Estado da Segurança Pública (SSP), Jefferson Portela.

Viaturas

Mais 52 viaturas são entregues pelo governador Flávio Dino (Handson Chagas)

No início desta semana, o governador Flávio Dino entregou mais 52 viaturas para diversas regiões. Desde 2015, já são 620 veículos desse tipo entregues pelo governo, aproximando-se da meta de um total de 700 até o fim deste ano.

Os novos carros são picapes com tração 4×4 para enfrentar todos os tipos de terreno do Maranhão. As viaturas também têm modernos equipamentos.

“Em muitos estados, neste momento, não há munições na polícia, equipamentos básicos e coletes. Há viaturas paralisadas por falta de combustíveis”, afirma Flávio Dino, ressaltando a diferença de realidade do Maranhão em relação a outras unidades federativas do Brasil.

Concurso

O governador também confirmou que o edital para a polícia e os bombeiros vai sair neste mês de setembro. A ideia é manter a expansão do número de policiais no estado, que chegou ao recorde de 12 mil profissionais.

Segurança máxima

Croqui da fachada da Unidade Penitenciária de Segurança Máxima

As medidas também incluem o reforço ao sistema prisional, com a abertura da concorrência pública para a construção da primeira Unidade Penitenciária de Segurança Máxima do estado. Serão 120 novas vagas para presos de alta periculosidade. A unidade será construída nas imediações do km 16 da BR-135, próximo ao Complexo Penitenciário São Luís.

Valorização dos policiais

Na semana passada, a Assembleia Legislativa do Maranhão aprovou a Medida Provisória editada por Flávio Dino para valorizar os policiais militares. A regra altera o ingresso e a promoção de praças e oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros no estado, atendendo a um pedido antigo da categoria.

Queda nos homicídios

O início de setembro também mostrou que essas e outras ações feitas desde 2015 vêm dando resultado prático. O número de homicídios na Grande São Luís em agosto deste ano caiu 63% na comparação com o mesmo mês de 2014. Foram 91 casos naquele ano, e 34 agora em 2017. Os números mantêm a queda progressiva da criminalidade no Maranhão desde o ano de 2015.