Ex-candidato a prefeito de Viana morre em acidente na MA-014

Jhones Pedra

O ex-candidato a prefeito de Viana, Ailton Flávio Pereira, o Jhones Pedra, 39, faleceu neste sábado, a noite, vítima de um trágico acidente ocorrido no Povoado Ibacazinho, na MA-014, em Viana. Jhones concorreu pela segunda vez ao cargo de prefeito de Viana, nas eleições de 2016, pela legenda do Partido Comunista do Brasil (PCB), e obteve apenas 84 votos.

O político pilotava uma moto Honda/NXR 150 Bros ES, vermelha, placa NHR-5253, e, segundo informações, se chocou com um caminhão baú que transitava na estrada. O choque foi tão forte que incendiou e destruiu completamente o veículo, causando a morte imediata do condutor.

Moto ficou completamente destruída

Curta carreira

Mesmo com limitações financeiras e de grupo, Jhones Pedra mostrava bastante desenvoltura nos debates políticos que sempre participava, expondo seu pensamento crítico quanto ao sistema político brasileiro, ideias, convicções e os embates eleitorais no município.

Antes de se envolver com política, ele atuava no movimento reggae, daí o seu apelido “Jhones Pedra”, que recebeu do radialista e seu amigo Riba Sousa. “Lamento muito a perda desse amigo. Antes de seu envolvimento na política, participamos de muitos eventos de reggae juntos. Esse apelido Jhones Pedra, fui eu quem deu a ele”, comentou Riba Sousa. “A última vez que tivemos juntos foi no estúdio da Maracu AM, no último domingo, 06 de agosto. Ele estava envolvido em um bingo de Miranda do Borte. Era um amigo, fiquei muito triste”, concluiu o radialista.

Com informações do Portal da Rádio Maracu-AM.

Jacaré Home Center inaugura mais uma loja em São Luís

A capital maranhense ganhou mais uma grande loja da Jacaré Home Center, que está expandindo suas atividades no setor de marcenaria.

Há 25 anos atuando mercado, a Jacaré foi projetada para atender arquitetos e designers de todos o estado, com as melhores marcas, atendimento personalizado e conta ainda com um show room de pisos e ferragens.

“Essa loja vem para contribuir com o mercado maranhense oferecendo produtos de qualidade. Temos um estoque preparado para atender a pronta entrega qualquer pedido além de termos um pool de clientes cativos que já conhecem a tradição da Jacaré Home Center.” Diz o empresário e fundador da loja, José Leandro Maciel, que comanda o empreendimento junto com os diretores Marcos Maciel e Eduardo Maciel.  

                    

 

A inauguração foi prestigiada por personalidades do ramo empresarial e político – já que o empresário também é ex-prefeito da cidade de Vitorino Freire -, entre eles o ex-ministro Gastão Vieira, deputados, além de amigos e assessores como Igor Cruz, os vianenses Nélio Junior, Érico Serra e o jornalista Luiz Antonio Morais.

Empresário José Leandro, ladeado pelos amigos Érico Serra, Igor Cruz e Nélio Júnior

 

Nélio Júnior e o ex-ministro do Turismo, Gastão Vieira

A nova Jacaré Home Center está localizada na Avenida Daniel de La Touche, próximo ao Elevado da Cohama.

 

Governador nomeia 107 novos policiais civis e bombeiros

 

Foto Divulgação

O governador Flávio Dino nomeou 107 novos bombeiros e policiais militares. O ato, assinado na tarde desta quarta-feira (2), determina “nomear, nos termos do artigo 26 da Lei 6.513, de 30 de novembro de 1995, para integrar a Polícia Militar do Estado do Maranhão e Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Maranhão, os candidatos”.

Desde 2015, o Governo do Maranhão vem investindo na Segurança Pública. Pela primeira vez, o estado tem mais de 12 mil policiais trabalhando. Também desde o primeiro ano da atual gestão, foram nomeados cerca de 3 mil policiais.

Os investimentos vêm dando resultado. O número de homicídios na Grande São Luís, por exemplo, caiu 34,3% entre janeiro de julho deste ano na comparação com o mesmo período de 2014.

Nos primeiros sete meses de 2017, foram 330 casos registrados, contra 502 em igual período de 2014. Além disso, o número de homicídios vem caindo ano a ano. Levando em conta o período entre janeiro e julho, em 2014 foram 502; em 2015, caíram para 447; em 2016, foram para 414; já em 2017, caíram ainda mais, indo para 330.

O trabalho tem sido intenso para que os índices de violência continuem a diminuir progressivamente, instituindo a cultura de paz que o governo Flávio Dino persegue, afirma o secretário de Estado da Segurança Pública (SSP-MA), Jefferson Portela.

“A gestão do governador Flávio Dino tem tido essa área como uma das prioridades e estamos empreendendo todos os esforços para garantir que o cidadão possa ir e vir sem medo. Os resultados que temos obtido são fruto de ações parceiras entre todos os agentes da Segurança Pública, e do investimento constante que o governador Flávio Dino tem feito”, enfatizou o titular da SSP-MA. Secap/Gov Ma

Trancoso, o homem que salvava vidas

Nonato Reis*

Viana tem uma dívida impagável com Marcelino José Trancoso, o médico e farmacêutico que, mesmo sem diploma acadêmico, cuidou da saúde de meio mundo naquelas redondezas e livrou da morte outros tantos, praticamente à beira da sepultura. Isso num tempo em que não serviço de saúde pública na cidade e os remédios eram manipulados em farmácias improvisadas com baldes de zinco, tigelas de cerâmica e depósitos de vidro.

Corria a primeira década do século XX. Natural de Rosário, Marcelino Trancoso chegou em Viana ainda jovem, para se estabeler em uma quinta às margens do Igarapé do Engenho, no lugar onde, quase dois séculos antes, os jesuítas da Missão de Conceição do Maracu ergueram a fazenda São Bonifácio, maior empreendimento agropecuário da região, com 20 mil cabeças de gado, engenhos de açúcar e áreas próprias para o cultivo de cana, milho, arroz, mandioca e feijão.

Para quem não sabe, a fazenda São Bonifácio do Maracu é considerada marco inicial da colonização de Viana. Além da casa grande, havia uma igreja, erguida na margem oposta do Igarapé do Engenho, onde os inacianos faziam as suas orações e prestavam louvores ao Senhor. 

Nos fundos e ao lado da igreja, construíram dois cemitérios, um para crianças e outro para adultos (este denominado de Cemitério dos Tamarindeiros, guarnecido por dois grandes exemplares da espécie).

Trancoso era atlético, “de voz rouca e velada”, na definição de Sálvio Mendonça, em seu livro “História de um menino pobre”. Visitava os pacientes a domicílio todos os dias pela manhã, montado a cavalo, como se fosse um coronel das antigas, calçado com botas altas, usando esporas e rebenque.
Diagnosticava as doenças apenas pelo tato e mediante o exame físico dos olhos. Dificilmente errava o diagnóstico e seus remédios pareciam revestidos de poderes mágicos.

Mas não apenas clinicava, como também fazia intervenções cirúrgicas. Às vezes, apenas de posse de um canivete ou de uma serra, lancetava tumores, abria incisões, amputava dedos e até membros.

Do horto cultivado em sua quinta, preparava fórmulas diversas, às quais dava nomes engraçados e até inusitados, como “o peitoral de urucu”, para úlceras; o “lambedor de jurubeba”, para prisão de ventre, o “sumo de são caetano”, para hemorroidas; e até as “pílulas arrebenta pregas”, cuja finalidade dispensa explicações.

Para as populações ribeirinhas ao longo do Igarapé do Engenho e até da cidade, Trancoso era quase uma divindade, reverenciada e temida (por suas previsões fúnebres). Se despachava o enfermo, os familiares podiam preparar o óbito. Mas era capaz de dar vida ao moribundo, e em pelo menos três situações fez o doente levantar praticamente à beira da sepultura.

Como o caso do homem que perdeu peso e cor de repente. Ficou branco feito uma vela, a barriga cresceu, não comia mais nem bebia. O desenlace parecia iminente. Chamado às pressas, Trancoso olhou o doente nos olhos e decretou: “você não vai morrer, pelo menos agora”.
Depois mandou providenciar uma bacia com leite morno ao meio, ordenou a todos que se retirassem do quarto e instou o sujeito a ficar nu de cócoras sobre a bacia, sem olhar para baixo. “Só levante quando eu mandar!”. Meia hora depois, jazia na bacia uma cobra imensa, medindo sete metros de comprimento. “Era isso o que te matava!”.

De outra feita, Trancoso participava de uma vaquejada na Palmela. Uma adolescente negra brincava de pular sobre mesas com garrafas de bebidas. O pé dela bateu em uma garrafa, o corpo desequilibrou e ela caiu em cambalhotas. No choque com o chão, a garrafa de vidro quebrou e uma parte dela, feito lança, atingiu a barriga da menina, rasgando-a de cima a baixo, deixando à mostra as vísceras que se misturaram a fezes de animais sobre o chão.

Trancoso mandou que providenciassem agulha e fio, e ali mesmo, com a mesa improvisada de centro cirúrgico, limpou as vísceras, recoloco-as na cavidade abdominal e costurou a barriga da menina, que sobreviveu por milagre, livre de infecções.
Ao comentar o caso, Sálvio, então médico formado, atribuiu o feito à forte estiagem da região, que expunha o solo à ação direta dos raios solares. Naquela condição, segundo ele, os riscos de infecção se reduziam drasticamente.

Porém o caso mais rumoroso que deu à figura de Trancoso ares de mito foi a de um vaqueiro que, após um mal estar súbito, veio a óbito. Chamado para a sentinela, Trancoso, como sempre o fazia, aproximou-se do defunto e tentou abrir suas pálpebras, para o exame visual dos olhos. Depois, de posse de um espelho virgem, pressionou-o sobre o nariz do falecido.

Ao retirá-lo, após alguns minutos, Trancoso notou gotículas sobre o vidro. Então, pegou um tijolo e o colocou no fogo até ficar vermelho em brasa. Enrolou-o a um pano e o colocou sob a planta dos pés do morto, que na mesma hora deu um berro medonho e pulou fora do caixão, deixando a plateia em polvorosa. Perplexo, o povo tratou de fugir para o mato.

Trancoso, na maior calma, o olhar grave, explicou depois que aquilo nada tinha de sobrenatural. “É uma doença pouco conhecida, que paralisa os órgãos do paciente e dá a impressão de que ele está morto. O risco é que, por ignorância, acabem por enterrá-lo vivo”.
Nos anos 70, quando o ator Sérgio Cardoso, após um ataque de catalepsia, foi dado como morto e assim sepultado, o Ibacazinho evocou a memória do velho farmacêutico. Tivesse o galã da TV um Trancoso por perto, dificilmente teria morrido em condições bizarras.

*Jornalista

AVL presente no aniversário de 260 anos de fundação de Viana

Praça da Matriz – Catedral de Nossa Senhora da Conceição

Viana é a quarta cidade mais antiga do Estado do Maranhão e teve sua origem na aldeia Guajajara de Maracu. Seu povoamento se inciou em 1683, às margens do Lago Maracu, quando os jesuítas fundaram a Missão Nossa Senhora da Conceição do Maracu. Posteriormente, em 8 de julho de 1757, elevada à categoria de Vila, a “Vila de Viana”, em homenagem à cidade portuguesa de Viana do Castelo.

A Vila de Viana foi instalada em 8 de julho de 1757, sob o reinado de D. José I, Rei de Portugal, e sob o governo de Gonçalo Pereira Lobato e Sousa, governador da Capitania do Maranhão. Ao ser fundada, a Vila de Viana possuía 300 habitantes. A organização política era regida pelo direito português, com direção da Câmara, que acumulava as funções administrativa, judicial, fazendária e polícia.

A Vila alcançou o status de cidade na data de 1855, através da Lei Provincial nº 377, datada de 30 de junho, atingindo, cinco anos depois, a população de mais de oito mil habitantes. A cidade alcançou o apogeu comercial em meados do século 19, principalmente em decorrência da lavoura do algodão, arroz, milho e mandioca. Todavia, a partir do início do século 20, Viana enfrentou um gradativo declínio econômico, notadamente em face da queda da exportação do algodão, da abolição da escravatura e do crescimento dos transportes ferroviário e rodoviário.

Pôr do sol no Lago de Viana – Foto Geraldo Costa

Na cultura, o município possui uma tradição rica e marcante na história do Maranhão, com destaque para inúmeras personalidades ilustres, a exemplo dos patronos da Academia Vianense de Letras: Antônio Lopes (Cadeira nº 1); Edith Nair Furtado da Silva (Cadeira nº 2); Astolfo Serra (Cadeira nº 3); Sálvio Mendonça (Cadeira nº 4); Padre Manoel Arouche (Cadeira nº 5); Temístocles Lima (Cadeira nº 6); Frei Antônio Bernardo da Encarnação e Silva (Cadeira nº 7); Padre João Mohana (Cadeira nº 8); Dilú Mello (Cadeira nº 9); Estêvão Carvalho (Cadeira nº 10); Raimundo Lopes (Cadeira nº 11); Celso Magalhães (Cadeira nº 12); Nilton Aquino (Cadeira nº 13); Travassos Furtado (Cadeira nº 14); Anica Ramos (Cadeira nº 15); Miguel Dias (Cadeira nº 16); Onofre Fernandes (Cadeira nº 17); Manuel Lopes da Cunha (Cadeira nº 18); Ozimo de Carvalho (Cadeira nº 19); Dom Francisco Hélio Campos (Cadeira nº 20); Faraíldes Campelo da Silva (Cadeira nº 21); Egídio Rocha (Cadeira nº 22); João de Parma (Cadeira nº 23); Enedina Brenha Raposo (Cadeira nº 24); Raimundo Nogueira (Cadeira nº 25); Padre Constantino Vieira (Cadeira n° 26); Josefina Cordeiro Cutrim (Cadeira n° 27); Raimundo de Castro Maya (Cadeira n° 28); Padre Eider Silva (Cadeira n° 29); Zeíla Lauleta (Cadeira n° 30); Dom Hamleto di Angelis (Cadeira n° 31); Benedita Balby (Cadeira n° 32).

A bandeira de Viana, símbolo maior do município, é de autoria do patrono da Academia Vianense de Letras João de Parma Montezuma da Silva, sendo criada através da Lei Municipal nº 112, de 7 de fevereiro de 1919, possuindo as cores branca, azul e verde, representando, assim: “a branca, a limpidez das águas do nosso formoso lago; a verde, a cor dos nossos belíssimos campos; e azul, a cor do céu”.

O escudo do Município também foi idealizado por um patrono da AVL, o pintor Nilton Aquino, sob encomenda do então presidente da Câmara Municipal de Viana, Ozimo de Carvalho, sendo oficializado por decreto do então prefeito Luís de Almeida Couto, conforme o artigo 284 da Lei nº 19 de 7 de setembro de 1949. O desenho original recebeu uma nova roupagem colorida pelo pintor vianense Moisés Pereira.

A parte superior do escudo possui moldura de paisagens de Viana. No centro, um índio Guajajara. Do lado direito, a antiga Missão Nossa Senhora da Conceição do Maracu. Na parte inferior, do lado esquerdo, encontra-se um engenho de açúcar. Do lado direito, a representação da agricultura moderna e produtiva, simbolizada pelo trator arando a terra. Na base do escudo, o babaçu e o arroz, riquezas da região.

Viana, assim como São Luís, Alcântara, Carolina e Caxias, possui patrimônio histórico tombado pelo Estado, através do Decreto Estadual nº 10.899, de 17 de outubro de 1988, porém, com o passar dos anos, Viana vem sofrendo intensa dilapidação do seu patrimônio arquitetônico, com alguns prédios em ruínas e até demolidos, como a casa de Ozimo de Carvalho, hoje existente apenas o terreno que é objeto de doação pela Prefeitura Municipal à AVL, para construção preservando os moldes arquitetônicos originários.

Em 2015, Viana foi eleita a 4ª melhor cidade de pequeno porte para viver no país, segundo a edição especial da revista “ISTO É” que traz o ranking “As melhores cidades do Brasil 2015”, que analisa um conjunto de indicadores nas áreas fiscal, econômica, social e digital. Viana se destacou no item “mercado de trabalho”.

O turismo também é um atrativo da cidade, uma vez que Viana possui uma paisagem única que contempla planície de campos, espelhos de água cristalinas de lagos, enseadas, rios, igarapés, além de morros, ilhas e ilhotas.

Segundo dados do IBGE, em 2016, Viana possuía a população estimada em 51.503 habitantes, porém esse crescimento populacional ocorreu sem o devido planejamento urbano, merecendo, por isso, a Cidade de Viana uma atenção especial da sociedade.

Nesse viés, a Academia Vianense de Letras consolidou o desenvolvimento de atividades básicas e primordiais de defesa da cultura e de valorização de nossa Cidade, inclusive desenvolvendo ações em defesa do meio ambiente (incluindo questões relevantes à sociedade vianense, como, entre outras, a perenidade dos lagos e a pesca na região) e do patrimônio histórico, dando sua contribuição para a recuperação de obras religiosas e da Igreja da Matriz.

E, assim, a Academia Vianense de Letras tem se feito presente na cidade, aproximando-se cada vez mais da população e contribuindo, especialmente, nas áreas da Educação e Cultura, a exemplo do Convênio de Cooperação Técnica firmado com o Executivo Municipal, Prefeito Magrado Barros, na Sessão Solene Comemorativa dos 15 anos da Academia, bem como tantas outras ações que serão realizadas no biênio, em cooperação técnica.

A AVL participará, apoiando o Município de Viana, da Marcha Cultural, a realizar-se na próxima sexta-feira, dia 7 do corrente mês, a partir das 16 horas, quando, no Parque Dilú Melo, serão desenvolvidas várias apresentações culturais envolvendo os estudantes da rede pública municipal de Viana, abrangendo também as escolas públicas da zona rural. Finalizando, assim, o Projeto da Semana da Arte Moderna, da Secretaria Municipal de Educação/Cultura.

Temos muito a comemorar no próximo dia 8 de julho, data em que serão celebrados os 260 anos de fundação de Viana.

Nessa data esperamos receber a sanção pelo Executivo Municipal do Projeto de Lei nº 013/2017, aprovado pela Câmara Municipal por unanimidade, autorizando a doação à Academia Vianense de Letras do terreno localizado na Rua Professor Antônio Lopes, local em que morou o patrono Ozimo de Carvalho. Onde, em breve, será construída e instalada a sede da AVL.

São muitos os desafios a serem vencidos. E acreditamos que com a parceria firmada com o Executivo Municipal, somaremos forças para impulsionar a cada dia o desenvolvimento da cultura no Município de Viana.

Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro

(Presidente da Academia Vianense de Letras).

‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ começa neste final de semana em várias cidades do Maranhão

Programação Geral

Com atrações locais e nacionais de diferentes cenas musicais, espetáculos teatrais e o melhor da cultura popular maranhense começa neste fim de semana o ‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ com programação gratuita em 12 municípios maranhenses. MPB, pop, rock, samba reggae, chorinho, bumba-meu-boi, tambor de crioula, forró além da comédia Pão com Ovo e Cia Cambalhotas estão no programa que acontece de 7 a 25 de julhocom arte e cultura para todos os gostos. O ‘Mais Cultura e Turismo’ é uma iniciativa do Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Sectur), realizada com sucesso desde 2015.

Este ano, a edição do programa conta com atrações culturais durante três semanas de julho em várias cidades. Em São Luísas apresentações serão realizadas em quatro pontos da cidade. Em Barreirinhas (portal de entrada dos Lençóis Maranhenses)shows com vários artistas prometem muito agito na cidade turística. Além disso o Mais Cultura e Turismo de Férias levará espetáculos teatrais para as cidades de Estreito, Tuntum, Lagoa da Pedra, Santa Luzia, Zé Doca, Santa Helena, Araioses, Coelho Neto, Coroatá e Vargem Grande.

O secretário da Cultura e Turismo, Diego Galdino, informou que a intenção do Governo é intensificar as ações culturais em todo o estado. “Estamos ampliando a atuação do programa com a inclusão de novos espaços e cidades, diversificando a programação e melhorando a infraestrutura dos pontos turísticos. Além disso iremos expandir ainda mais a oferta de atrações com os editais de ocupação artística que levarão cultura o ano inteiro para os maranhenses”, ressaltou Diego.

Mais Cultura e Turismo de Férias São Luís

Em São Luís as apresentações serão realizadas na Praça Nauro Machado (Centro Histórico) às sextas-feiras, Praça da Lagoa da Jansen e Concha Acústica aos sábados e Espigão da Ponta D’Areia aos domingos. A programação promete atrair maranhenses e entreter turistas que curtem as férias na capital com atrações que darão continuidade aos festejos juninos, principalmente no centro histórico e Espigão Costeiro. Já a Praça da Lagoa da Jansen e a Concha Acústica vão oferecer programação voltada para o público infantil com espetáculos e atividades recreativas.

Nesta sexta-feira (7), o festejo na Praça Nauro Machado começa a partir das 18h com grupos de tambor de crioula. Na sequência tem apresentação do Boi de Morros, às 19h, e Boi de Santa Fé, às 20h. A noite encerra com show de Chiquinho do Acordeon que vai agitar a praça com muito forró.

No Espigão Costeiro da Ponta D’Areia os festejos do São João fora de época terão no domingo (9) apresentação do Boi de Nina Rodrigues, no fim da tarde, ao pôr do sol. O espaço é amplo e o público tem a oportunidade de interagir com a brincadeira num dos pontos turísticos mais bonitos de São luís.

Mais Cultura e Turismo de Férias Lençóis Maranhenses

O ‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ em Barreirinhas terá duas grandes atrações nacionais, os cantores  Jorge Vercillo e Chico César. Durante os três finais de semana contemplados na programação, o público pode contar ainda com shows de Carlinhos Veloz, Grupo Criolina, Mano Borges, Pepê Júnior, George Gomes, grupo Lamparina, banda Raiz Tribal, Kambada do Forró, Cacuriá de Dona Teté, banda Filhos da Areia, Chorando Calado, Companhia Encantar, Tambor de Crioula Arte Nossa e grupo Tripa de Bode. A abertura e os intervalos dos shows terão os Djs Júnior Pará (7 e 8), Speto (14 e 15) e Claudinho Polary (21 e 22).

O Mais Cultura e Turismo Lençóis Maranhense será realizado sempre às sextas e aos sábados, e contará com cerca de 20 atrações. Além dos shows a programação terá aulões de ritmos e zumba todas as manhãs e tardes de sábado e manhãs de domingo. Outra atração será o passeio lancha cultural e o espaço infantil comandado pela Companhia do Imaginário, sextas e sábados, a partir das 16h.

Neste primeiro final de semana o destaque fica por conta do cantor Jorge Vercillo, que se apresenta no sábado(8), a partir das 21h. No repertório o artista trará sucessos de todas as fases da carreira, como “Ela Une Todas as Coisas”, “Monalisa”, “Talismã sem Par” além de canções inéditas do álbum mais recente, intitulado “Vida é Arte”.

Mais Cultura e Turismo Teatro

Em 10 municípios maranhenses o ‘Mais Cultura e Turismo de Férias Teatro’ marcará presença com a comédia teatral ‘Pão com Ovo’ e espetáculo ‘Sganarelle e o amor de Suzete’, da Companhia Cambalhotas. As apresentações serão em praças públicas e com acesso gratuito para toda a população.

A comédia teatral Pão com Ovo e espetáculo circense da Companhia Cambalhotas farão apresentações de forma itinerante, percorrendo os municípios de Estreito, Tuntum, Lagoa da Pedra, Santa Luzia, Zé Doca, Santa Helena, Araioses, Coelho Neto, Coroatá e Vargem Grande. (Secap-MA)