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Morre, aos 71 anos, a atriz Elke Maravilha

 

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Morreu no Rio de Janeiro, no início da madrugada desta terça-feira (16), a atriz Elke Maravilha. Ela estava internada na Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeiras, na Zona Sul, desde o dia 20 de junho.

De acordo com seu irmão, Frederico, Elke, de 71 anos, foi operada de uma úlcera e ficou em coma induzido. A atriz morreu por volta de 1h.

“Depois da cirurgia para tratar uma úlcera e como ela tinha diabetes, acabou não respondendo à medicação”, contou Frederico em entrevista ao EGO.

A família ainda não definiu data e local do velório e sepultamento, que não devem ocorrer nesta terça.

Antes de ser internada Elke vinha se apresentando pelo país com o espetáculo “Elke canta e conta”, onde falava de passagens de sua vida desde a infância na Rússia, os casamentos, a vida como modelo e apresentadora.

Partidos e coligações têm até amanhã para apresentarem registro de candidatos

Termina às 19 horas da próxima segunda-feira (15) o prazo para que partidos políticos e coligações apresentem no cartório eleitoral competente o requerimento de registro de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador (Lei nº 9.504/1997, art. 11, caput). O pedido deverá ser gerado obrigatoriamente em meio digital e impresso pelo Sistema de Candidaturas Módulo Externo (CANDex), desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e disponível nos sites dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).

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Não é permitido registro de um mesmo candidato para mais de um cargo eletivo e cada partido ou coligação poderá requerer o registro de um candidato a prefeito, com seu respectivo vice.

Já para o registro de candidatos a vereador, o limite de solicitação é de até 150% do número de lugares a serem preenchidos na Câmara Municipal, ou de até 200% do total de vagas a serem preenchidas no Legislativo dos municípios com até 100 mil eleitores, observada a obrigatoriedade do preenchimento mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas de cada sexo. A quantidade de vagas é calculada pela Câmara de cada município, de acordo com o previsto na Constituição Federal (art. 29, EC nº 58/2009).

O candidato será identificado pelo nome escolhido para constar na urna e pelo número indicado no pedido de registro. O nome terá no máximo 30 caracteres, incluindo os espaços, podendo ser o prenome, sobrenome, cognome, nome abreviado, apelido ou nome pelo qual o candidato é mais conhecido, desde que não se estabeleça dúvida quanto a sua identidade, não atente contra o pudor e não seja ridículo ou irreverente.

Se houver qualquer erro ou omissão no pedido de registro que possa ser suprido pelo candidato, partido político ou coligação, inclusive no que se refere à inobservância dos percentuais de candidaturas previstos, o juiz eleitoral converterá o julgamento em diligência, para que o vício seja sanado no prazo de 72 horas, contadas da respectiva intimação.

O pedido de registro será indeferido, ainda que não tenha havido impugnação, quando o candidato for inelegível ou não atender a qualquer das condições de elegibilidade.

Outros prazos

Se o partido ou a coligação não requerer o registro de seus candidatos, estes poderão fazê-lo até o dia 20 de agosto, observado o prazo máximo de 48 horas seguintes à publicação da lista dos candidatos pelo juízo eleitoral competente para receber e processar os pedidos de registro.

Já 2 de setembro é o último dia para os órgãos de direção dos partidos preencherem as vagas remanescentes para as eleições proporcionais, observados os percentuais mínimo e máximo para candidaturas de cada sexo, no caso de as convenções para a escolha de candidatos não terem indicado o número máximo previsto pela Lei das Eleições (Lei no 9.504/1997, art. 10, § 5º).

Por fim, 12 de setembro é o prazo final para fazer o pedido de registro de candidatura às eleições majoritárias e proporcionais na hipótese de substituição, exceto em caso de falecimento de candidato, quando a substituição poderá ser efetivada após esta data, observado, em qualquer situação, o período de até 10 dias contados do fato ou da decisão judicial que deu origem à substituição.

JP/TC

Em Viana, “vigia” dorme no ponto e deixa alunos e professores fora da escola

Viana – Alunos do Ginásio Municipal Nossa Senhora da Conceição, enviaram uma carta à Rádio Sacoã FM de Viana, para tornar publico sua insatisfação com a irresponsabilidade do vigia da escola, Raimundo Carlos, conheço como “Raimundo Negão”.

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Segundo o teor da carta, enviada também ao Blog Vianensidades, foram duas falhas na mesma semana –  na quinta e na sexta-feira –  que deixaram os professores e alunos revoltados ao encontrarem a escola fechada e nem sinal do funcionário que deveria estar cumprindo com suas obrigações.

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Na carta, os alunos alegam que o vigia está faltando ao trabalho pra fazer serviço de locutor noturno e, sequer enviou substituto ou comunicou a direção da escola.

Quem diz o que quer…

Segundo o Blog apurou de uma fonte local, o responsável para abrir a escola já até mudou de epíteto, querendo ser chamado agora só de “vigiaaaaa”, assim com eco.

Isso porque além de vigia, o mesmo também é dublê de locutor e já foi afastado da Rádio Maracu FM, de propriedade do ex-deputado Manoel Ribeiro, que ao tomar conhecimento do veneno destilado diariamente na sua emissora, lhe deu cartão vermelho. O motivo foi por ter sido escalado por Magrado Barros e Rilva Luis para denegrir a família e a gestão do prefeito Chico Gomes em um programa diário. Os dois políticos então correram para a Rádio Maracu AM, que lhes concedeu os microfones por meio de um contrato mensal.

Como o país está em crise e não está fácil para ninguém, o citado trabalha pela manhã, pela tarde como locutor e a noite como vigia e, segundo nos informaram, com a chegada da campanha política não se sabe qual das funções ele vai priorizar. Na Maracu AM os ouvintes estão até desligando o rádio no horário do programa, ou trocando de faixa para não ouvirem tantas asneiras.

E alunos e professores já estão querendo fazer uma promessa para Santa Padroeira de Viana, para terem o direito de assistirem as aulas e terminarem o ano letivo, de preferência com a escola aberta. Durma-se com um barulho desses!

Especialista em Direito Eleitoral diverge de Pedro Fernandes e afirma: “O STF derrotou a República”

zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzficha_suja-pre-baArtigo intitulado “O STF derrotou a República”, Fávio Braga chega a chamar de “deletéria” a decisão da Suprema Corte que, na sua avaliação, vai tirar a efetividade da Lei da Ficha Limpa.

O especialista em Direito Eleitoral, professor Flávio Braga, entrou “de com força” no polêmico debate sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal que por maioria de 6 a 5, considerou que é exclusivamente da Câmara Municipal a competência para julgar as contas de governo e as contas de gestão dos prefeitos.

Em artigo enviado ao Blog Robert Lobato, o jurista vai de encontro ao entendimento do deputado federal Pedro Fernandes que entende ser correta a decisão do STF.

Intitulado “O STF derrotou a República”, Fávio Braga chega a chamar de “deletéria” a decisão da Suprema Corte que, na sua avaliação, vai tirar a efetividade da Lei da Ficha Limpa.

“Essa deletéria decisão do STF retirou a efetividade do dispositivo da Lei da Ficha Limpa que trata da inelegibilidade decorrente da rejeição de contas públicas. O pior de tudo é que, na maiorias das vezes, os “julgamentos políticos” realizados nas câmaras municipais são ridicularmente cômicos, burlescos, risíveis e grotescos, em face da espantosa dissonância verificada entre o seu resultado e o conteúdo do parecer do TCE”, detonou.

Tal como este blogueiro afirmou no post anterior, essa questão ainda vai gerar muito debate e o nosso blog está à disposição de quem quiser debater com o nível de qualidade colocado aqui pelo deputado Pedro Fernandes e pelo professor Flávio Braga.

Confira a íntegra do artigo O STF derrotou a República:

“A decisão só STF representa um imenso retrocesso no controle das contas governamentais e vai na contramão dos esforços de combate à corrupção e de moralidade na gestão dos recursos públicos.”

No julgamento do Recurso Extraordinário nº 848.826, em 10.8.2016, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria de 6×5, que é exclusivamente da Câmara Municipal a competência para julgar as contas de governo e as contas de gestão dos prefeitos, cabendo ao tribunal de contas auxiliar o Poder Legislativo municipal, apenas emitindo um parecer prévio e opinativo, o qual só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos vereadores.

Esse entendimento está em desarmonia com a posição de todos os tribunais de contas do Brasil, do Tribunal Superior Eleitoral e do Ministério Público Federal, no sentido de que o artigo 71, incisos I e II, da Constituição Federal submete os prefeitos a um duplo julgamento.

As suas contas de governo – que têm um conteúdo limitado a aspectos contábeis, orçamentários, financeiros e fiscais – devem ser julgadas pela Câmara de Vereadores, mediante o auxílio do tribunal de contas, que emitirá apenas um parecer prévio. As suas contas de gestão – que se referem aos atos de ordenação de despesas – devem receber um julgamento técnico realizado em caráter definitivo pelo tribunal de contas, mediante a prolação de um acórdão, conforme impõe o artigo 71, II, da Constituição Federal a todos os administradores de recursos públicos.

Essa deletéria decisão do STF retirou a efetividade do dispositivo da Lei da Ficha Limpa que trata da inelegibilidade decorrente da rejeição de contas públicas (art. 1º, inciso I, alínea g da Lei das Inelegibilidades). Com efeito, a rejeição de contas públicas pelos tribunais de contas é a causa de inelegibilidade arguída com maior frequência nas Ações de Impugnação de Registro de Candidatura. A parte final do mencionado dispositivo autoriza expressamente o julgamento das contas de gestão de prefeitos diretamente pelos tribunais de contas, sem necessidade de apreciação política pelo Parlamento Municipal.

A maioria dos estudiosos da matéria entende que o STF descambou para uma interpretação assistemática e reducionista. Aferrada unicamente à literalidade do artigo 31 da CF, a maioria do STF assentou que o pronunciamento do tribunal de contas ostenta caráter meramente opinativo. Ocorre que a leitura de um único artigo não é suficiente para a compreensão do espírito da Lei Maior, devendo o intérprete fazer uma ponderação entre os diversos preceitos constitucionais, em função da unidade sistêmica da ordem jurídica. Assim, o artigo 31 deve ser interpretado em harmonia com o artigo 71, ambos da CF/88.

O pior de tudo é que, na maiorias das vezes, os “julgamentos políticos” realizados nas câmaras municipais são ridicularmente cômicos, burlescos, risíveis e grotescos, em face da espantosa dissonância verificada entre o seu resultado e o conteúdo do parecer do TCE. O mais bizarro é que a quase totalidade dos vereadores sequer sabe o que significa um orçamento público e não possuem conhecimento para decidir sobre o cumprimento de normas de finanças públicas.

A decisão só STF representa um imenso retrocesso no controle das contas governamentais e vai na contramão dos esforços de combate à corrupção e de moralidade na gestão dos recursos públicos.

Morre, aos 76 anos, o escritor e cronista maranhense Jomar Moraes

Ele estava internado em São Luís e morreu na manhã deste domingo (14). Membro da Academia Maranhense de Letras, escritor deixou forte legado.

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Do G1 MA

Morreu na manhã deste domingo (14), em São Luís, aos 76 anos, o pesquisador, ensaísta, cronista, crítico e historiador da literatura maranhense, Jomar da Silva Moraes. Segundo primeiras informações, o escritor sofria com problemas renais e, durante a madrugada, uma crise afetou o coração do escritor, que não resistiu. Ele estava internado em um hospital privado da capital.

O Jomar é a Academia Maranhense de Letras. Um homem dedicadíssimo à cultura e à literatura maranhense”

Benedito Buzar ‘ Presidente da Academia Maranhense de Letras

O corpo deverá ser velado a partir das 12h deste domingo (14), na Academia Maranhense de Letras (AML). O enterro ocorrerá nesta segunda (15), às 9h, no cemitério Jardim da Paz, na Estrada de Ribamar, região metropolitana de São Luís.

Jomar Moraes também era membro da Academia Maranhense de Letras, instituição que presidiu por 22 anos em 11 mandatos consecutivos, se tornando o presidente que por mais tempo presidiu a Casa no Maranhão. O escritor ocupava a cadeira de número 10.

Sua história se mistura à própria história da literatura e cultura maranhenses. Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, o escritor ainda se tornou especialista em Comunicação Social pela mesma universidade e carrega o título de Mestre em História também pela UFMA.

Por telefone, o atual presidente da Academia Maranhense de Letras, o jornalista e advogado Benedito Bogéa Buzar, falou ao G1 sobre como recebeu a notícia da morte de Jomar Moraes. Segundo ele, a perda é irreparável, mas seu legado vai durar para sempre.

O presidente fez referência à fase difícil pela qual a AML passou, quando Jomar tomou posse da presidência. Ele disse que o trabalho dedicado do escritor foi importante para impulsionar e retomar a credibilidade que a Academia tem atualmente.

“O Jomar é a Academia Maranhense de Letras. Um homem dedicadíssimo à cultura e à literatura maranhense. Ninguém retrata tão bem a Casa, o objetivo da Casa quanto o próprio Jomar. Ele, quando presidente da Academia, levantou a casa que estava desacreditada e retomou à Academia o status que ela tem hoje”, disse Buzar.

Legado

Ao G1, Benedito Buzar disse que recebeu a notícia da morte de Jomar Moraes com muita dor e tristeza. Emocionado, ele comentou que, embora tenha partido, o escritor deixou um legado inestimável que já está escrito na história da cultura maranhense.

“Ele é um grande profissional e, com certeza, já faz parte da história do Maranhão. Seu nome já está escrito na história e seu legado é imenso. Quando ele apareceu, foi com muita luminosidade. Ele é um iluminado é trabalhou incessantemente no intuito de resgatar a cultura do estado. Ele não só batalhou em função da Academia Maranhense de Letras, ele fez tudo isso em função do estado do Maranhão”, declarou.

Obras

Natural de Guimarães, cidade localizada a 70 km de São Luís, Jomar Moraes nasceu no dia 6 de maio de 1940. O escritor foi de grande importância, principalmente para manter viva a literatura e ajudar a contar a história do estado.

Ele ajudou a enriquecer a cultura maranhense com seus livros Guia de São Luís, O Físico e o Sítio, Graça Aranha, Vida e Obra de Antônio Lobo, entre outros títulos que denotam a paixão de Jomar Moraes por São Luís.

Em uma de suas passagens pela TV Mirante, o escritor maranhense divulgou a obra “Pretextos para pré-textos”, uma ideia que partiu dos vários pré-textos que ele escreveu em todas as suas obras.

Conhecedor da história de São Luís, Jomar Moraes também participou de uma edição do Repórter Mirante. Na ocasião, o escritor tirou dúvidas e ajudou a explicar os nomes curiosos de ruas e avenidas da cidade de São Luís.

Revista ‘New York’ critica ‘catastrofismo’ da imprensa mundial antes dos Jogos

New York Magazine
Um artigo publicado na New York Magazine, na quinta-feira (11), diz que as previsões catastróficas da imprensa mundial sobre a Olimpíada do Rio falharam, mas que isso pode acabar sendo um problema para o Brasil.O texto, assinado pelo jornalista Alex Cuadros, relembra algumas manchetes que serviram para aumentar a tensão antes dos Jogos do Rio, que incluem ondas de tiroteios, risco de surto de zika, superbactéria e, inclusive, que “sequestros relâmpagos são tão comuns no Brasil quanto a feijoada”, publicada na revista americana Newsweek.

Cuadros descreveu a cobertura prévia da Olimpíada como uma competição para inflar o alarmismo. “Agora que os Jogos começaram, essa histeria parece inapropriada. Isso teria sido suficientemente claro para qualquer um que simplesmente caminhasse ao redor da cidade”, escreveu.

O artigo não ignora os problemas do Brasil e da Olimpíada, citando o tráfico de drogas, pobreza, violência, crise econômica e política. No entanto, o jornalista diz que a cobertura midiática internacional inflou a tensão sobre os fatos, causando pânico – assim como também aconteceu na Copa do Mundo de 2014.

Os motivos para o alarmismo, segundo o texto, tem a ver com a forma de atuação da imprensa em geral. “Uma das razões para o pânico pré-olímpico deste ano é que é muito mais difícil contar a história do que não está acontecendo. Por isso é difícil para pessoas de fora saber que os próprios brasileiros se preocupam muito menos com a zika – especialmente agora que é inverno no Rio e as taxas de transmissão caíram. É difícil saber que a recente ‘agitação política’, apesar da sugestão implícita de hordas de pobres atacando edifícios governamentais, é mais pacífica do que muitos comícios de Donald Trump.”

De acordo com Cuadros, o foco em problemas, quando eles acabam não se tornando o desastre esperado, faz o evento parece ser um sucesso.

“Qualquer coisa menos do que ‘desastroso’ pode ser enquadrado como um triunfo […]. O que era cautela, pode se tornar propaganda política. Em um país onde o progresso é difícil de atingir, esse é o tipo errado de legado”, encerra o texto.

Camarão de 37 centímetros é capturado por pescadores em Raposa-MA

Parece história de pescador, mas está registrado em imagens. Durante uma pesca em uma doca, na ilha costeira ,Luis Carlos da Luz um homem não esperava pelo que fosse encontrar: um camarão gigante com cerca de 37 centímetros de comprimento. Especialistas ainda precisam analisar a criatura para saber se realmente se trata desse crustáceo, mas eles acreditam se tratar de uma espécie de camarão Pitu. (Blog do Joceílton Gomes)

Veja as Fotos abaixo:

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