Viana comemora o Dia Mundial da Água ainda sem solução para o problema da falta d’água

Viana faz parte da Viana da Convenção de Ramsar, que congrega áreas úmidas de interesse mundial. Rica em recursos naturais, em especial de lagos e, portanto, cercada de águas por todos os lados, sofre o inaceitável problema da falta d’água. Eleita com a esperança de resolver este desafio, a atual gestão do município, liderada pelo prefeito Magrado Barros, prometeu “água de qualidade, água mineral”. Até hoje não passou de promessa. O engenheiro ambiental, Adriano Castro, vianense, faz uma análise técnica da questão neste 22 de março, Dia Mundial da Água. Leia:

“Minha terra tem grandes lagos,

Que mais se parecem com o mar

As águas que aqui cotejam,

Não cotejam como lá,

Porém nossa escassez de águas nas torneiras,

É pior que no grande sertão do Ceará …”

É com essa adaptação do poema Canção do Exilio para a realidade de Viana (MA), escrita pelo poeta romancista Gonçalves Dias, que vamos falar sobre o Dia Mundial da Água, 22 de março.

Essa data foi criada para alertar as populações sobre a importância da água para a manutenção da vida. Muitos falam que a água irá acabar, ledo engano! A quantidade de água no planeta continua a mesma desde que a terra tornou-se habitável, quer seja na forma de gelo, quer seja na forma liquida ou de vapor. Quando falamos em escassez de água, queremos dizer que cada dia que passa, poluímos mais e a água própria para o consumo anda se tornando cada vez menos e as tecnologias para desinfecção da mesma andam encarecendo mais.

Muitas populações sofrem o problema de escassez por vários motivos, São Paulo por exemplo, tem que buscar água própria para o consumo, cada vez mais distantes dos seus centros urbanos por causa das poluições. Já no sertão nordestino é por causa da falta de abundância deste liquido. E em Viana – pasmem! – por mais que seja localizada em uma península, da mesorregião denominada Baixada Maranhense e ainda participante da Convenção de Ramsar (áreas úmidas de interesse mundial), sendo ponto de passagens de aves migratórias fugindo do frio canadense, sofremos com escassez de água. E justamente de água nas torneiras.

O sistema de abastecimento de água municipal (SAAE), construído na década de 80 para ser um centro de referência, projetado com salas para laboratórios e salas de capacitação, para uma população que na época beirava os 25 mil habitantes, hoje ainda se encontra como os mesmos equipamentos daquela época e para atender a uma população que mais do que duplicou.

A atual gestão eleita com a esperança de “resolver a parada” prometeu “água de qualidade, água mineral” através de uma tecnologia simples e barata para os cofres municipais, que seria a instalação de dessalinizadores em alguns pontos de captação de água subterrânea – o que resolveria o problema de alguns bairros do município. Até hoje não passou de promessa.

A cidade de tempos em tempos sofre com o desabastecimento que, por vezes, perdura por mais de 15 dias por simples e falta de competência da gestão municipal na busca por melhorias e ampliação do sistema de abastecimento. As desculpas são as mais descabidas possível. Vamos a algumas delas e as soluções possíveis:

  • Limpeza dos filtros: ótimo, tem que acontecer, sim, a limpeza preventiva. Porém ,que a população seja avisada com antecedência para que possa se programar para o período que ficará em água.
  • Falta de produtos: essa não tem justificativa, é incompetência mesmo.
  • Urubu bateu na rede elétrica: caso fortuito, que pode ser resolvido com a aquisição de um gerador.
  • A bomba quebrou: caso fortuito, que pode ser resolvido se o sistema tiver uma bomba reserva

Essas são as principais desculpas que escutamos na cidade. Há ainda que as ligações clandestinas, o não pagamento das contas e as bombas de sucção nas residências, fazem com que o sistema não seja eficiente. Ora veja! Na lei da selva de pedra, cada um usa as armas que tem pra sobreviver. Só há bombas porque o sistema não funciona como deveria, só há ligações clandestinas porque não há fiscalização e só há inadimplência porque não devemos pagar por aquilo que não temos.

Os fiscais do povo têm uma grande parcela de culpa nessa problemática, pois os vereadores não propõe leis que façam com que nosso sistema melhore, os responsáveis pela pasta não procuram maneiras de buscar recursos financeiros para aplicar no sistema, o gestor maior parece não dar a mínima para a problemática e a população é omissa na busca por seus direitos.

Ora, Viana faz parte da convenção de Ramsar, como já falado anteriormente, tendo em vista que tem essa importância mundial. Vamos descruzar os braços e fazermos a nossa parte, cada um ajudando da maneira que pode, a população usando o bem precioso de maneira racional, desligando as torneiras a noite para não derramar, após encher seus reservatórios, o vereadores fiscalizando, cobrando e legislando em prol de melhorias, a gestão propiciando o bem comum a todos.

“Nossos lagos tem mais água,

Nossas várzeas são encharcadas,

Nos bosques são úmidos,

E nossas casas sem ser regadas”

(Adriano Castro, vianense, é Engenheiro Ambiental)

Presidente da AGEM participa de lançamento do Pacto Estadual pela Aprendizagem

Melhorar as condições de aprendizagem, da permanência dos estudantes no ambiente escolar e potencializar o regime de colaboração previsto no Programa Escola Digna. Assim está desenhado o Pacto Estadual pela Aprendizagem, lançado nesta quarta-feira, 20, pelo Governo do Maranhão. O evento contou com a participação de prefeitos e secretários de Estado e de diversos municípios maranhenses, dentre os quais o presidente da Agência Executiva Metropolitana, Lívio Jonas Mendonça Corrêa.

Entre os objetivos do Pacto, se destacam a garantia de que todos os estudantes do território maranhense estejam alfabetizados, em Língua Portuguesa e em Matemática, na idade certa; a redução da distorção idade-série na Educação Básica; a elevação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), além da contribuição no aperfeiçoamento da formação dos profissionais de educação das redes municipais. “Queremos não apenas que o IDEB cresça em 2019, como que se mantenha em crescimento nos próximos anos, o que significa qualidade no aprendizado”, afirmou o governador Flávio Dino.

Na prática, o Governo apoiará as redes municipais, fortalecendo a aprendizagem do estudante desde a educação infantil para que ele chegue ao Ensino Médio com as habilidades necessárias à sua formação. “Essa ação vai elevar a qualidade do ensino das redes estadual e municipais, o que fará com que a educação avance em todo o Maranhão”, destacou Lívio Corrêa.

Rede Estadual

Atualmente, o Maranhão tem 1.075.618 estudantes matriculados no Ensino Fundamental, sendo 1.035.071 nas redes municipais, que poderão ser beneficiados com o Pacto pela Aprendizagem. A rede estadual ainda tem 40.547 matrículas do Ensino Fundamental, que aos poucos estão em processo de municipalização, conforme determina legislação vigente.

Secretário Júlio César Mendonça destina equipes para recuperação da MA-014

A Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF), em parceria com a Secretaria de Infraestrutura (Sinfra), está monitorando a situação da MA 014, na Baixada Maranhense.

O secretário da SAF, Júlio César Mendonça, está em constante diálogo com o secretário Clayton Noleto para solucionar o problema na estrada, que devido o rigoroso inverno tornou a MA intrafegável em alguns pontos.

De acordo com o secretário Júlio, nesta terça-feira (19), uma equipe foi enviada para avaliar a situação da estrada e começar o trabalho de recuperação da mesma.

“Foi deslocada uma equipe para trabalhar no trecho entre Matinha e Olinda Nova. Agora, por meio de uma solicitação nossa, o secretário Clayton deslocou mais uma equipe para trabalhar no trecho entre Santeiro e Matinha, mais precisamente no povoado Chulanga, onde um caminhão tombou. Estamos preocupados e buscando monitorar as ações para que, ao contrário de Governos anteriores que esqueceram a Baixada, nós, apesar das limitações e crise que o estado está passando, estamos buscando dar respostas imediatas aos problemas apresentados,” informou Mendonça.

Quanto à estrada vicinal que liga o povoado Acampamento à Pedro do Rosário, o secretário Júlio informou que a equipe de engenharia já foi deslocada e está aguardando o relatório para tomar as medidas cabíveis.

“A equipe não conseguiu concluir todo o percurso em razão da dificuldade de acesso até Pedro do Rosário, contudo, buscamos hoje através de deslocamento de Pinheiro chegar a Pedro do Rosário,” disse.

Conforme explica o secretário Júlio, a situação é extremamente crítica no trecho Acampamento/Pedro do Rosário, porém estará buscando as Prefeituras destes municípios para trabalharem juntos e solucionarem o problema.

“As comunidades acabam ficando isoladas fazendo com que a vida dos moradores fique difícil. Mas estamos trabalhando para recuperar o tráfego na estrada em parceria com a Sinfra e Prefeituras,” frisou o secretário.

Trecho da MA-014 entre as cidades de Viana e Matinha está afundando

Um trecho da MA-014 está ameaçando desabar e interditar a estrada que liga os municípios da Baixada Maranhense à capital do estado.

A situação fica entre os municípios de Viana e Matinha, nas proximidades do povoado Santeiro. Segundo moradores, a estrutura de uma ponte está cedendo.

Além disso, o risco de acidente grave aumenta pelo fluxo intenso. Motoristas, pedestres e moradores estão com medo e diversas denúncias já foram feitas. (Via Blog do Jailson Mendes)

Peixadas – Notas rápidas

“Arroz Tio Urbano” agradece

A Urbano Produções, “arroz de festa” em Viana, na Baixada Maranhense, ostentou uma vistosa placa de nove por três metros, na entrada da cidade, com fotos do prefeito Magrado e sua vice, Lucimar, claro, agradecendo os milhares de reais embolsados via contrato de dezenas de bandas de péssimo gosto, para animar o circo carnavalesco de macho velho, além da venda de camarotes ao custo de R$ 6 mil, que segundo prints das redes sociais, deveria ser depositado em uma conta pessoal de um servidor da prefeitura.

Improbidade

Segundo advogados ouvidos pelo Blog, a exibição gratuita dos gestores fere o “principio da impessoalidade” que segundo a constituição de 1988 (art. 37, caput), deve ser entendido como aquele que princípio que vem excluir a promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos sobre as suas realizações administrativas. Não é permitido que os agentes públicos tenham privilégios, esse principio é, portanto, característica visível do princípio republicano (Art. 1º, caput da Constituição Federal). Portanto, uma representação no Ministério Público não deve ser descartada.

Servindo de penico I

Aliás, falando em MP – órgão Estatal que tem como função principal zelar pela boa aplicação da lei, pela ordem jurídica e pelo estado democrático de direito e foi criado para defender os interesses da sociedade, a nosso ver, usou dois pesos e duas medidas, quanto ao critério de coibir festas e vendas de bebidas alcóolicas nos seus arredores. (Releia aqui o texto da operação cidade organizada), que passou o rodo nos barros da Av. Luis Couto, em Viana.

Bar de Luis de Mumbuca, “O Senadinho”derrubado a pedido do Ministério Público de Viana

O milionário carnaval de macho velho passou um tapume de madeira no entorno da importante instituição, mas não impediu que o local virasse mictório público para milhares de foliões, deixando as proximidades fétidas, durante seis dias de folia.

Servindo de penico II

Atuando como uma irmã siamesa – nesse mesmo bloco -, a recém inaugurada Câmara de Vereadores também cedeu a sua calçada para o carnaval, e, também não foi poupada das aberrações cometidas por foliões sob o efeito de álcool; porém, a casa do povo, recheada com “vereadores troiras” (que só sacodem a cabeça), com raras exceções, jamais se negariam a atender uma imposição do chefe.

Os blocos sumiram

Assim como estão devastando todos os setores públicos que ainda funcionavam em Viana, a gestão macho velho e sua famigerada secretaria de cultura também exterminaram o carnaval de rua e suas manifestações espontâneas, como as escolas de samba, os blocos de bairros e os blocos organizados.

Quem resistiu?

O Bloco Marombas, o Laranjeira de Dona Zeca e o Piteuzinho, bem que tentaram levar alegria à passarela e aos camarotes, mas, diante da ausência de público, o desfile foi apenas uma formalidade, diante de um fiasco de carnaval, ou melhor, um baile funk, patrocinado com o dinheiro do contribuinte.

Quem ganhou?

Na quarta-feira de cinzas, segundo informações, divulgaram que o “Bloco Laranjeira do Meu Quintal” foi o grande vencedor do desfile dos blocos. Com a presença irreverente de Dona Zeca, mas sem estrutura de som, o bloco conseguiu superar até o breguíssimo Piteuzinho e suas luzes natalinas, com o DNA da prefeitura.

Desbotados

O Blog procurou explicação para a ausência dos blocos gigantes que se digladiavam nos carnavais anteriores. Foliões tristes e desmotivados explicaram que, antes, a Prefeitura incentivava com dinheiro vivo, de forma que as próprias diretorias produzissem seus desfiles, seus adereços, fantasias e ou abadás. Agora, com macho velho, são oferecidos somente os abadás, produzidos em uma malharia de quinta categoria, desbotados, parecendo artigo de R$ 1,99. Aí, tudo virou cinzas!!!

E a caixa caiu…

A caixa d’água do bairro Mutirão é um exemplo emblemático de uma administração que seria atrapalhada, numa definição mais generosa, se não fosse, de fato, displicente e fracassada. A prefeitura precisou de uma semana para fazer a colocação da caixa, amarrando com cordas tão frágeis quanto o telhado de vidro de certos gestores, e em apenas uma hora o vento derrubou o serviço. É assim que o povo de Viana tem sido tratado, com deboche. Mas por falar em vento, diz o bom ditado: “quem planta vento, colhe tempestade!”

Zona Rural em desespero

Como diz o ditado, “uma imagem vale por mil palavras” publicamos algumas fotos que comprovam o abandono e o desespero dos moradores da Zona Rural de Viana, cujas estradas vicinais estão intrafegáveis, povoados às escuras, as escolas estão sem aula e a produção não consegue ser escoada, nem com ajuda de tratores.

O nosso lago

Único e majestoso, o Lago de Viana oferece aos visitantes e turistas um passeio ecológico espetacular, que merece ser preservado e aproveitado pelos empreendedores locais. É preciso saber oferecer atendimento e infraestrutura, de forma que essa importante ferramenta de gerar renda seja mais bem aproveitada. Se a prefeitura que não tem secretaria de turismo não fomenta nada, que os próprios vianenses tenham iniciativas para tirar proveito do nosso principal cartão postal.  

Posse de Gastão Vieira em Brasília

Plano de Gestão de Resíduos Sólidos avança para as etapas finais de implantação

O Projeto é uma ação do Governo do Estado, por meio da Agência Executiva Metropolitana

Nortear o processo de planejamento aplicado à gestão de resíduos sólidos, que inclui os 13 municípios que integram a Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL), a saber, São José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa, Alcântara, Bacabeira, Rosário, Santa Rita, Icatu, Axixá, Morros, Presidente Juscelino, Cachoeira Grande, além de São Luís. Este é o objetivo do Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos da Região Metropolitana da Grande São Luís (PGIRS), que se encontra nas terceiras e quarta etapas, das cinco das quais é composto.

O PGIRS tem como previsão legal a Lei de Saneamento 11.455/2007, que determina diretrizes nacionais para saneamento básico, e a Lei 12.305/2010, que estabelece a Politica Nacional de Resíduos Sólidos. Na RMGSL está sob a responsabilidade da Agência Executiva Metropolitana, que desde março do ano passado, tem implementado as ações que constam na formulação do Plano. A primeira delas foi a de ação e diagnóstico. Em seguida foi realizado o prognóstico e estudo de alternativas. “Estas já foram, inclusive, aprovadas”, revela o presidente da AGEM, Lívio Jonas Mendonça Corrêa.

Atualmente, o Plano de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos está nas quarta e quinta etapas, concomitantemente. Segundo o engenheiro Pedro Aurélio Carneiro, responsável da AGEM pelo Plano, a realização das duas etapas, ao mesmo tempo, é possível por elas não serem sequenciadas. “Mas a quarta só será finalizada, de fato, quando a terceira for entregue e aprovada”, assegurou.

A 3ª etapa é o estudo de viabilidade econômico-financeira e educação ambiental. De acordo com Pedro Aurélio, está em fase avançada de andamento e tem previsão de entrega para este mês. A 4ª fase, por sua vez, trata das modalidades de negócios envolvendo o setor privado ligado à reciclagem, disseminação do Plano e estabelecimento de metas com o cronograma de implantação. “A entrega está prevista para abril”, acrescentou o engenheiro.

A consolidação do PGIRS, que corresponde à 5ª etapa (finalização dos trabalhos) tem previsão de conclusão para a primeira quinzena de maio. “Todo o processo contará, ainda, com a realização de mais três reuniões públicas para apresentação e validação dos resultados junto à população interessada na RMGSL”, esclarece Lívio Corrêa.

Estrutura

As cinco etapas do Plano incluem 17 relatórios técnicos. Estes abordam desde o diagnóstico da situação dos resíduos sólidos nos 13 municípios que integram a Região Metropolitana da Grande São Luís, até a proposição de medidas para adequação dos resíduos, tais como infraestrutura necessária, modelos gerenciais, procedimentos para redução da geração, destinação adequada, fechamento dos lixões e recuperação dessas áreas, mecanismos para incentivar a coleta seletiva, fiscalização, custos e diretrizes para educação ambiental.

No processo de construção do PGIRS a participação popular vem sendo fundamental, além de ser assegurada por lei. “Isso se faz importante por possibilitar o debate para que as medidas previstas no Plano traduzam os anseios e problemas vivenciados e percebidos pela população da Região Metropolitana”, explica Lívio Corrêa.

Até o momento, foram realizadas duas oficinas temáticas e três reuniões públicas como parte da elaboração do PGIRS. Nestes eventos foram debatidas questões envolvendo a disposição inadequada dos resíduos nos municípios, a viabilidade de implantação de um aterro na ilha de São Luís, a proposição de consórcios intermunicipais para a gestão dos resíduos sólidos, dentre outros temas. “Todos os relatórios e material dos eventos já realizados estão disponíveis para consulta no blog do PGIRS (https://pgirsmaranhao.wordpress.com/)”, finaliza Pedro Aurélio Carneiro.

Secretário Júlio e deputado Pedro Lucas discutem políticas para agricultura 🤝🏼

Na tarde desta sexta-feira (15), o secretário da SAF, Júlio César Mendonça, recebeu o deputado Federal, Pedro Lucas Fernandes, líder do PTB Nacional na Câmara Federal.

Na reunião, discutiram sobre a agricultura familiar do estado. O deputado por sua vez, colocou-se à disposição para lutar na garantia das políticas aos trabalhadores e trabalhadoras rurais do Maranhão.