Agência Executiva Metropolitana inaugura Canteiro Central da Camboa

Mais uma obra foi entregue pela Agência Executiva Metropolitana (AGEM). Trata-se do Canteiro Central da Camboa, localizada nas proximidades da ponte Bandeia Tribuzzi. A inauguração aconteceu nesta sexta-feira, 21, e contou com a participação do presidente da AGEM, Lívio Jonas Mendonça Corrêa, do vice-prefeito de São Luís, Júlio Pinheiro, técnicos da Agência Executiva e moradores da região. 

No total, o projeto engloba uma área de 3.300,00m² e faz parte de uma série de projetos que vem sendo executados para melhoria do tráfego de veículos e pessoas, bem como para disponibilizar maior número de equipamentos urbanos de lazer e prática de esportes para as comunidades da Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL).

O espaço passou por um processo de urbanização que incluiu construção de rampa, acessibilidade facilitada para pedestres, sinalização, iluminação pública, além de um trabalho de paisagismo que irá realocar a vegetação já existente para os canteiros que estão sendo delimitados. “Estamos tendo o cuidado de elaborar todos os projetos considerando as necessidades locais e um equilíbrio entre pisos de concreto e com vegetação, para que tenhamos áreas verdes”, ressalta Lívio Corrêa.

Também foi feita a recuperação do meio-fio de concreto pré-moldado, paginação de piso, com utilização de blocos de concreto intertravado, alvenaria em tijolo cerâmico e pintura em acrílico. “Esta é a segunda obra que entregamos este ano e outras serão inauguradas até o final deste ano”, revela o presidente da AGEM.

Ele destaca, ainda, que, com a obra, a população que mora nas proximidades, bem como quem utiliza a via diariamente para transporte, será beneficiada com um espaço totalmente urbanizado. “Estamos gerando maior segurança e comodidade para a população, além de contribuir para uma cidade cada dia mais bonita e que contribua para a melhoria da qualidade de vida”, finaliza Lívio Corrêa.

Flávio Dino amplia diferença para Roseana e pode vencer ainda no primeiro turno, diz Ibope

O Instituto Ibope divulgou nesta quarta-feira (19) sua segunda pesquisa sobre as intenções de voto para governador do Estado e Senador da República no Maranhão. De acordo com os números, a diferença entre Flávio Dino (PCdoB) e Roseana Sarney (MDB) ampliou, de nove para 17 pontos, o que indica uma grande possibilidade dele vencer ainda no primeiro turno.

Confira os números para governador na pesquisa espontânea:

Flávio Dino (PCdoB) – 49%

Roseana Sarney (MDB) – 32%

Maura Jorge (PSL) – 5%

Roberto Rocha (PSDB) – 2%

Ramon Zapata (PSTU) e  Odívio Neto (PSOL) não pontuaram

A possibilidade de uma vitória no primeiro se caracteriza porque a soma dos demais candidatos dá menos dez pontos do que o percentual obtido pelo governador.

Na comparação com a pesquisa anterior, em que a diferença entre os dois primeiros colocados era de nove pontos, Flávio Dino subiu seis pontos e Roseana caiu dois. Confira os números da pesquisa anterior:

Flávio Dino (PCdoB) – 43%

Roseana Sarney (MDB) – 34%

Roberto Rocha (PSDB) – 03%

Maura Jorge (PSL) – 03%

Ramon Zapata (PSTU) – 01%

Odívidio Neto (PSOL) – não pontuou

Nenhum/branco – 08%

Não sabe – 07%

De acordo com o Ibope, foram ouvidas 1.008 pessoas entre os dias 13 e 19 em todas as regiões do Estado. O seu registro é MA-06667/2018.

(Via Maranhão Hoje)

Famem diz que municípios perderão mais de R$ 12 milhões de FPM

Déficit foi registrado no pagamento da primeira parcela, ocorrido no último dia 1

As prefeituras do Maranhão perderão neste mês de setembro mais de R$ 12 milhões em recursos federais de transferência do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), principal fonte mantenedora dos municípios.

O déficit já foi registrado no pagamento da primeira parcela, ocorrido no último dia 10.

A segunda parcela, de acordo com prognóstico da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), também sofrerá decréscimo no próximo dia 20.

Juntas, as cotas irão se configurar como as que sofreram as maiores perdas registradas este ano, segundo previsão da Secretaria Nacional do Tesouro Nacional.

Diante do quadro atual de escassez de recursos, o presidente em exercício da Famem, Djalma Melo, está orientando os seus colegas prefeitos e prefeitas a usarem de prudência; conterem investimentos com obras e pagamento de fornecedores, por exemplo, com o objetivo de, pelo menos, manter em dia a folha de servidores públicos.

“Registraremos, este mês, as maiores quedas de recursos provenientes do FPM. E não temos como prever como irão se comportar estas transferências até o fim do ano. Portanto, a orientação que estamos dando é para que os gestores se comportem utilizando da prudência visando manter os serviços essenciais e honrar o pagamento do funcionalismo público”, explicou.

A Famem, desde o ano passado, vem trabalhando junto ao Congresso Nacional para que a liberação do acréscimo de 1% no valor do FPM seja concretizada.

No entanto, em virtude da intervenção militar no Rio de Janeiro, o governo federal acabou recuando em relação ao pagamento.

A Federação maranhense continua se mobilizando, juntamente com a CNM, para que os recursos extras sejam liberados com a maior brevidade possível. (Via Blog Atual7)

Não há dúvida de que o plano dos bolsonaristas é dar um golpe

Jair Bolsonaro durante debate na RedeTV! em agosto, antes do ataque em Juiz de Fora – Diego Padgurschi – 17.ago.18/Folhapress

Folha Online

Bom, é isso, amigo. Se você quiser eleger Bolsonaro, aproveite, porque deve ser seu último voto. Depois da última semana, não há mais dúvida de que o plano dos bolsonaristas é dar um golpe. Golpe mesmo, golpe raiz, não esses golpes Nutella de hoje em dia.

Sejamos honestos, nunca houve motivo para suspeitar que Jair Bolsonaro fosse um democrata.

Nunca vi uma entrevista em que Bolsonaro prometesse reconhecer o resultado da eleição em caso de derrota. O que vi várias vezes foi discurso picareta sobre urnas eletrônicas.

Bolsonaro defendeu a ampliação do número de membros do Supremo Tribunal Federal, o que é a página 2 do manual do ditador. Chávez fez, a ditadura militar fez, todo ditador faz. Afinal, a Constituição é o que o Supremo disser que é: se você encher o Supremo de puxa-sacos, a Constituição passa a ser o que você quiser. Daí em diante, você é ditador.

Bolsonaro escolheu como companheiro de chapa Hamilton Mourão. Em entrevista recente à GloboNews, Mourão defendeu que o presidente da República (qualquer presidente? Um eventual presidente Boulos?) tem o direito de dar um “autogolpe” se perceber que há uma situação de anarquia.

Na verdade, ninguém tem mais condições de criar anarquia do que o próprio presidente da República. Por esse motivo, nenhum país sensato deixa que o presidente vire ditador se achar que há anarquia demais.

O mesmo Mourão agora defendeu que se faça uma nova Constituição sem essa frescura de envolver gente eleita pela população.

A Constituição seria feita por uma comissão de notáveis; “notável” é como ditador chama os próprios puxa-sacos.

Segundo o plano de Mourão, essa Constituição depois teria que ser aprovada por referendo. Nada contra referendos, mas, se você segue o noticiário sobre a Venezuela, já viu para onde isso vai. Quando fizerem o referendo, a oposição já vai ter sido atacada e enfraquecida, e a população vai votar com medo. É a página 3 do manual do ditador.

Enfim, é isso. Se você for a favor disso tudo, vote no Bolsonaro. Se não for, vote em outra pessoa.

Resta perguntar: como chegamos no ponto em que a proposta de matar a democracia lidera as pesquisas com cerca de um quarto das intenções de voto?

Nos últimos anos, a opinião pública brasileira ganhou muito poder. A Lava Jato mostrou à população que a corrupção era generalizada. As redes sociais tornaram possível expressar essa indignação com ferocidade.

O lado bom disso tudo é evidente. Políticos têm mesmo que viver meio assustados com a população.

O lado ruim é que não tem sido fácil governar o país, porque o momento exige que se faça muita coisa que é impopular.

O plano dos bolsonaristas é pegar a sua raiva contra tudo que está aí e apontá-la contra a democracia. Sem democracia, governar volta a ser fácil, porque o governo nunca mais vai ter que se importar com você ou sua rede social.

Esse truque está na página 1 do manual do ditador. E quando você não puder mais reclamar, não puder mais fazer impeachment, não puder mais xingar no Facebook ou fazer passeata, aí entra em cena Paulo Guedes com seu programa de ajuste muito mais radical do que o de qualquer outro candidato. E aí, pode ter certeza, você não vai ter dinheiro para comprar arma nenhuma, mesmo se as lojas já puderem vendê-las.

STTR de Penalva amplia ações com nova diretoria

Penalva – Com a posse da nova diretoria do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais – ocorrida em 14 de junho deste ano – os associados já estão sentindo a diferença no atendimento e na condução dos processos ali administrados.

Em apenas dois meses à frente da Entidade, a atual diretoria já conseguiu algumas conquistas para o trabalhador rural.
No intuito de oferecer um serviço de qualidade, a presidente Ana Rosa disponibilizou um espaço, no próprio Sindicato, para que o engenheiro agrônomo da Agerp (Marcos Vinícius), possa atender diariamente os agricultores interessados em assistência técnica e em participar do projeto de criação de galinha, oferecido pelo Governo do Estado, este a fundo perdido.

O Sindicato também mantém uma parceria com o Banco do Nordeste, onde disponibiliza duas vezes por semana (terças e quintas-feiras), uma sala, para que ali, o assessor do Banco do Nordeste (Hoanderson), atenda com mais qualidade, os associados que desejam participar dos projetos Agro Crescer e Agro Mais, que fazem parte da linha de crédito do “Agro Amigo”.

Segundo Mundica, secretária de Política Agrária, Agrícola e Meio Ambiente do STTR, no momento, o Banco do Nordeste está disponibilizando apenas estes dois tipos de financiamentos. “Existem outros financiamentos, mas por falta de documentação, os nossos associados não podem acessá-los, detalhou. *Veja no final a relação dos financiamentos disponíveis no Sindicato.

Com objetivo de fomentar o trabalhador e a trabalhadora rural, o STTR promoverá, a partir deste mês, a Feira da Agricultura Familiar de Penalva, que acontecerá quinzenalmente. “Estamos trabalhando diuturnamente para melhorar as condições de vida dos nossos associados, e este é apenas mais um projeto que está sendo implantado pela nova diretoria”, relatou o vice-presidente Baico.

De acordo com Ana Rosa, o papel de um sindicato vai muito além de exigir os direitos básicos de um associado, a organização deve lutar pelos direitos ainda não alcançados e por melhorias das condições de trabalho do produtor rural. “Através da Secretaria de Políticas Sociais, 3ª Idade, Idosos (as) Rurais, damos assistência a jovens e idosos na busca de seus direitos adquiridos”, disse.

A presidente lembrou ainda, que foi contratada a consultora Ana Maria, que vai auxiliar a Entidade no planejamento de ações que serão desenvolvida por cada secretaria. “Precisamos atualizar e modernizar o nosso atendimento junto ao nosso público. No último dia (31), houve a primeira palestra da nossa consultora, algo que, logo no primeiro momento, mostrou que estamos no caminho certo, pois saímos daquela reunião convictos, que agora, trilharemos caminhos muito mais exitosos, e quem ganha com isso é o nosso trabalhador e nossa trabalhadora rural”, finaliza a presidente Ana Rosa.

* FINANCIAMENTOS DISPONÍVEIS

Agro Cescer (R$ 5.000,00) – Projetos de hortaliças, melhoramento de pastos, roça, criação de gado, borracharia, lanchonete, direcionados apenas a agricultores que têm a Dap B.

Agro Mais (15.000,00) – Todos os projetos relacionados do Agro Crescer, direcionados apenas a agricultores portadores da Dap V.

Exigência: os financiamentos acima são direcionados apenas para projetos na área rural.

Por Marinildo Serejo | Fonte: tribunadabaixada.com

Candidatura de Haddad fortalece aliança PT/PCdoB, dá mais força a Dino e recrudesce ataques do Grupo Sarney

Fernando Haddad (tendo ao lado a mulher Ana Estala Haddad), Flávio Dino e a vice Manuela D`Ávila: unirão forças para atrair o eleitor de Lula para o petista

 

Repórter Tempo / Ribamar Corrêa

Martelo batido: com o aval do ex-presidente Lula da Silva, que assim sai da caça ao voto, o ex-ministro da Educação e ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad é o candidato do PT à presidência da República, tendo a deputada gaúcha Manuela D`Ávila (PCdoB) como vice. A decisão, tomada em Curitiba, deve provocar alterações fortes nessa corrida após o choque causado pelo esfaqueamento do líder nas pesquisas Jair Bolsonaro (PSL). O novo cenário, referendado pela cúpula do PT com o aval do comando do PCdoB, envolve diretamente o governador Flávio Dino (PCdoB), que foi um dos principais articuladores da aliança PT/PCdoB. Ele vai intensificar sua campanha em todo o estado, agora levando junto Fernando Haddad, de modo a torná-lo o mais conhecido possível como “o candidato do Lula”, tarefa gigantesca para a qual deve contar com o apoio do braço maranhense do PT, que agora ganha um norte.

Por conta da sua relação pessoal e politicamente afinada com o ex-presidente Lula, Flávio Dino fez o que esteve ao seu alcance, no campo político, para viabilizar a candidatura do líder petista, mesmo sabendo, como ex-juiz federal, que ele estava irremediavelmente privado dos seus direitos políticos, portanto inelegível. O governador se expôs, colocou-se contra a condenação, defendeu os recursos, mesmo sendo eles protelatórios, articulou movimento de governadores em defesa do ex-presidente e visitou-o na prisão em Curitiba, tornando-se reconhecido como uma das vozes mais elevadas em favor do direito de o líder petista ser candidato a presidente. Ao mesmo tempo, Flávio Dino teve participação decisiva na decisão do PCdoB de manter a aliança com o PT e na indicação da deputada Manuela D`Ávila, que era a candidata comunista a presidente, a tornar-se a representante do seu partido na chapa liderada por Fernando Haddad.

Agora, superadas as dificuldades formais e tomadas as decisões políticas, Flávio Dino vai encarar o desafio de levar o nome de Fernando Haddad a todos os rincões do Maranhão onde estão os milhares e milhares de eleitores de Lula da Silva ainda não familiarizados com a situação e a substituição. O ex-prefeito de São Paulo, que já viveu a delícia de vencer e o amargor de perder uma eleição, tem plena consciência do desafio gigantesco que é transformar-se num candidato viável, e por isso deve entrar de cabeça na campanha, recebendo o apoio do governador e seu grupo e dando a contrapartida, que é o apoio integral do PT ao aliado. Os dois líderes sabem que as dificuldades são enormes – como a “onda” Jair Bolsonaro, por exemplo. Mas avaliam também que é perfeitamente possível vencê-las e transferir para o presidenciável petista pelo menos a grande maioria dos mais de 70% das intenções de voto em Lula no Maranhão, o que pode representar, grosso modo, algo em torno de 1,5 milhão de sufrágios.

Todas as avaliações descompromissadas e isentas que chegaram até agora o conhecimento da Coluna apontam para uma aliança destinada a ser bem sucedida nas urnas. Mas anotam, em tom de alerta, que não será um “passeio” sem percalços. A começar pelo fato de que, com a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) enfrentando dificuldades para repetir as performances de outros tempos e sem contar com uma referência incentivadora na corrida presidencial, o Grupo Sarney tende a recrudescer seus ataques ao governador Flávio Dino, como deixou bem claro na entrevista de ontem na TV Mirante, com o evidente objetivo de fragilizá-lo diante do candidato petista. Muito provavelmente concebida pela astúcia tarimbada do ex-presidente José Sarney, que não engole perder o controle do filé eleitoral lulista no estado, a estratégia de tentar desconstruir Flávio Dino é meta. O problema é que o governador fincou bases sólidas na política maranhense, é um combatente inteligente, acreditado e tenaz, difícil, portanto, de ser abatido.

O fato é que a definição da candidatura de Fernando Haddad a presidente da República e sua aliança entusiasmada com o governador Flávio Dino terá forte repercussão na corrida eleitoral no Maranhão. Reforçará, sem dúvida, o poder de fogo do governador na busca da reeleição, mas aumentará consideravelmente a determinação dos adversários de minar sua caminhada.

FPE e FPM aumentam para estados e municípios com terras indígenas

Estados e municípios que abrigam unidades de conservação da natureza ou terras indígenas demarcadas receberão uma fatia maior de recursos dos Fundos de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e dos Municípios (FPM). É o que prevê o PLS 375/2017, do senador Acir Gurgacz (PDT-RO), que está pronto para votação em Plenário.

O texto original estipulava a compensação apenas para estados da Amazônia Legal. A abrangência do projeto foi ampliada pelo relator da proposta na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), senador Telmário Mota (PTB-RR). O relatório dele foi aprovado na CAE em maio deste ano. Telmário observou à época que áreas reservadas não constituem especificidade da Amazônia, estando presentes nas diversas regiões do país.

“O projeto é meritório e importante para os entes federativos que hoje contribuem com o Brasil ao fazer essas reservas ambientais e indígenas. Em Roraima, 63% do território são de reservas ambientais, indígenas e militares, e o estado não recebe nada em contrapartida por esse reconhecimento ambiental; paga um preço alto por conta disso”, argumentou Telmário.

Com relação à Amazônia, Acir Gurgacz observa que a contribuição ambiental dos estados amazônicos ao país e ao mundo, “caracterizada pelo rígido regime de proteção legal ao qual está submetida grande parte do bioma”, acaba limitando o desenvolvimento de importantes atividades econômicas “que são bastante disseminadas no centro-sul do Brasil”.

— Essa situação compromete o desenvolvimento da região e dificulta o acesso de boa parte da população a melhores condições de vida e de renda. Nesse contexto, é necessário que os estados da Amazônia Legal sejam contemplados com compensação por parte da União pelo sacrifício a que se sujeitam em prol da coletividade da nação — justificou o parlamentar.

Coeficientes – Pelo texto, ficam reservados 2% dos recursos do FPE, a serem distribuídos de forma suplementar a esses estados segundo a proporção entre a área ocupada por unidades de conservação da natureza e terras indígenas demarcadas e a área total de cada estado, expressa em coeficientes de 1 a 6. Os outros 98% serão divididos entre todos os estados e o DF, inclusive aqueles que receberão a compensação por abrigar reservas e terras indígenas.

Mesmo procedimento seguirá a distribuição do FPM: 2% serão repassados de forma suplementar entre os municípios em que ficam localizadas unidades de conservação da natureza ou terras indígenas. Os outros 98% serão divididos entre todos os municípios. Os coeficientes também seguirão a mesma proporção da área ocupada por unidades de conservação e terras indígenas.

(Agência Senado)