Projeto Cultura, Identidade e Negritude

Divulgação

De hoje, dia 20 ao dia 24 deste mês, acontece no Centro de Ensino Y Bacanga – Polo 10, o Projeto Cultura, Identidade e Negritude, que trará uma série de eventos marcantes que discutem e ampliam o conhecimento acerca da história negra e afrodescendente em escolas das redes pública e particular.

Dentre os eventos, haverá palestras, apresentações artísticas, oficinas, workshops, visitas guiadas ao arquivo público, uma exposição de livros, uma feira de conhecimentos e uma biblioteca circulante.

 

Sertanejo sobre hospedagem no Maranhão: “não sou obrigado a dormir em hotel sujo e f#dido

O cantor sertanejo, o milionário fazendeiro Eduardo Costa fez um novo vídeo pedindo desculpas ao povo do Maranhão por ter dito que o local onde se hospedou antes e depois do show na cidade de Pedro do Rosário fedia mais que o satanás e que deu de cara com quatro pererecas (sapinhos) pulando no quarto. No pedido de desculpas, diz que não é obrigado a “dormir um hotel sujo e fudido, coisa para jumento”, em tom de deboche.

O riquinho, que faturou mais de R$ 100 mil para cantar numa cidade paupérrima do estado por menos de 2 horas, tem razão quando detonou o local, mas deveria ter mandado sua produção inspecionar o lugar ao fechar o contrato e exigir da prefeitura milionária melhores acomodações.

Neste ano de 2017, dezenas de cidades completaram 23 anos de emancipação política por leis aprovadas pela Assembleia Legislativa. Eram bairros ou povoados sem a menor condição de se tornarem municípios. Mas a ganância e o olho no dinheiro público falaram mais alto.

De la pra cá, a vida das pessoas em nada mudou e o que se observa é o acúmulo de pobreza e problemas nunca resolvidos. São cidades pobres que se dão ao luxo de qualquer festa ou festejo tirar o dinheiro da boca do povo para engordar patrimônio de cantores bregas e boçais, como esse tal de… nem lembro o nome.

Via Blog do Luis Cardoso

O glamour dos cabarés

Por Nonato Reis*

Até pouco tempo atrás perdurou a máxima que dizia que o cabaré é o lugar onde o homem se sente feliz. Eu nunca acreditei nisso, apesar de na juventude ter sido um exímio frequentador das chamadas casas de luz vermelha. E tenho até uma tese para essa assertiva. No cabaré o homem se sentia realmente em casa – e falo casa aqui no sentido metafórico da coisa.

Era onde ele dava as cartas e tinha a mulher que quisesse, independente de ser bonito ou feio, gordo ou magro, anônimo ou famoso, sem precisar gastar saliva ou tinta de caneta, flores e outros adereços. O que contava mesmo era ter saldo bancário ou algumas notas na carteira.

O cabaré brasileiro, como tantas novidades desembarcadas aqui, foi uma herança europeia, que procurava compensar a rotina previsível do lar, com as delícias do álcool e da carne. Na etimologia, cabaré deriva da junção do espanhol cabaretta, que significa casa de diversão, com o francês cabaret ou taberna, indicando um lugar de entretenimento,

Na chamada Belle Époque – o período marcado pelo reflorescimento intelectual e artístico na Europa e em especial na França – vicejavam em Paris, e ao contrário da ideia que fazemos deles, eram lugares de requinte e bom gosto, frequentados por luminares das artes e da cultura em geral.

O mais famoso deles, o Chat Noir, que fora pinçado do conto “O gato preto” do escritor Edgar Allan Poe, dava-se ao luxo de reunir entre seus visitantes o casal Jean Paul Sartre e Somone de Beuavoir. Os clientes acorriam a essas casas, ávidos por entretenimento e por saber as últimas novidades em matéria de literatura, música e política.

Os autores subiam ao palco para declamar poesias, ler trechos de obras ainda inéditas e até fazer discursos inflamados contra o regime.

No Brasil o cabaré viveu os seus dias de glória até a primeira metade do século XX, com especial destaque para o bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, chamada de Monte Martre Brasileira, numa alusão ao reduto boêmio parisiense. Nas casas esplendidamente iluminadas da Lapa o homem comum do morro podia esbarrar com os expoentes da cultura da época, como Portinari, Manuel Bandeira, Drummond, Villa-Lobos e Di Cavalcante.

Até o Presidente Getúlio Vargas se deixava envolver pelo charme da luz vermelha e vira e mexe podia ser visto na Lapa e, especialmente em Poços de Caldas, Minas Gerais, em cujo hotel que o hospedava mandara adaptar uma suíte nos mesmos moldes do quarto do Hotel Glória, no Rio, que o recebia regularmente.

O certo é que com o tempo esses lugares, antes repletos de luxo e riqueza, entraram em crise por uma série de fatores conjunturais, mais principalmente em face da proibição da jogatina, o seu principal ponto de atração e de geração de renda. O glamour desapareceu e cedeu espaço à decadência e à promiscuidade.

Mesmo assim, nos anos 70 e 80 ainda eram a principal atração noturna nas periferias das cidades, sejam de grande, médio ou pequeno portes. Eu já os conheci no último estágio de sobrevivência, abrigados em ambientes lúgubres e mal iluminadas. Deles fiz palco de pagodeiras e orgias (no melhor sentido da mistura “álcool/mulheres”).

Havia a Base da Ziloca, no retorno da Cohab, onde eu perdi a virgindade nos braços de uma loirinha de cara enfezada; a Base do Ribeiro, no retorno do Tirirical – que reunia as melhores meninas; e o Recanto da Madá, no Turu, que era o point dos figurões.

Peguei gosto pela coisa e em pouco tempo já me julgava graduado no assunto. Lembro-me de uma viagem de estudos memorável do curso de Jornalismo na cidade de Viana, minha terra natal, em 1982. Memorável, não pelo aspecto positivo, que isso fique logo esclarecido. Depois de um dia exaustivo entrevistando gente na feira da cidade, eu e mais um grupo de amigos decidimos fechar a noite no puteiro. Fomos para o “Luz da Serra”, que era o maior cabaré da cidade, em tamanho e problema.

Ocupamos várias mesas dispostas em círculos e solicitamos o concurso de dois garçons para servirem tira-gosto e cerveja. Em pouco tempo o acúmulo de garrafas vazias na mesa dava a ideia do consumo de álcool. Amado Batista inundava o salão e, mesmo sem saber dançar, eu me deliciava vendo os demais casais desfilando impávidos pelo salão quase às escuras.

Algum tempo depois, devidamente acompanhado de uma morena atarracada, pernas grossas e bunda imensa, deixei o salão e fechei-me no quarto. Ao passar pelo primo Valdenez, melhor treinado no ofício do que eu, ele ainda me advertiu ao pé do ouvido. “Primo, cuidado. Essa mulher é o demônio na cama”, ao que revidei com um sorriso de superioridade. “Deixa comigo, eu conheço o caminho”.

Eu me sentia cansado, após um dia duro de trabalho e o consumo exagerado de cerveja, mas a mulher estava ali convidativa e eu não podia deixá-la na mão. Veio o primeiro tempo e o segundo. No terceiro eu já falava coisa com coisa, e nem sei como dormir.

Acordei no meio da madruga, com a menina ao aos gritos. “Vem comigo, minha colega está morrendo no salão, ela tomou Baygon”.

Eu, mais morto do que vivo, balbuciei alguma coisa do tipo “vai você e diga que lhe desejo boa viagem”. Despertei com o sol a pino. Olhei em volta, a mulher dormia e roncava feito um bicho. Deitado de costas, coloquei as mãos na barriga e levei um susto. No lugar do estômago havia um buraco que parecia grudado à coluna. Pensei: “estou morto!”. Pulei da cama e me vesti. A casa estava toda fechada e eu tive que pular uma das janelas laterais, para ganhar a rua.

Fui andando pela estrada de piçarra em direção ao Ibacazinho, meu berço natal e onde ainda moravam os meus pais e minhas irmãs. Cheguei na Quinta, a algumas centenas de metros do rio Maracu, e na mercearia de Marcos, tio de uns primos meus, pedi suco e pão fresco. Ele disse: “tem refresco de coco e de maracujá”. Eu aprovei com a cabeça: “traz dois litros, um de cada e mais duas dúzias de pães”. Após a “lauta” refeição, achei que reduzira um pouco o tamanho do buraco na barriga. Mas ao sair, Marcos comentou apontando-me o abdômem. “Rapaz, o que foi isso?” Eu tangenciei: “Muito trabalho”. Ele sorriu e, do alto da sua experiência, recomendou. “Da próxima vez te alimenta melhor, antes de partir para o bom combate”.

Em casa, minha mãe me recebeu toda saudosa, como de costume. “Meu filho, eu já estava pensando que tu ia nos fazer a desfeita de vir a Viana e não nos visitar”. Eu usei a viagem de estudos como álibi. Depois pedi-lhe uma toalha e já ia me afastando à procura da cacimba no quintal de casa, quando fui flagrado pela sua observação. “Meu filho, o que fizeram contigo?” E passando a mão na minha cintura, completou. “Está parecendo um aracu desovado!” Eu responsabilizei a lida com os livros. “A senhora pensa que é fácil fazer faculdade? Custa muitas noites de sono, minha mãe”, e fui andando na direção do poço, a tempo de ainda ouvir meu pai comentar baixinho. “Faculdade coisa nenhuma. É puta que está acabando com ele”.

*Jornalista

Vereador Cézar Bombeiro inaugura Escola de Musica coronel Carlos Augusto na Liberdade

O vereador Cézar Bombeiro (PSD) inaugurou nessa sexta (27) a Escola de Música coronel Carlos Augusto, localizada  na Rua Corrêa de Araújo, nº 207, Liberdade, a inauguração da Escola de Música  é iniciativa da comunidade, como forma de prestar uma importante homenagem ao militar falecido há poucos meses, que alimentava fundar uma escola de música no bairro.

Sempre dentro das suas aspirações de realização, o coronel Carlos Augusto Castro Lopes exaltava os talentos existentes na Liberdade. Segundo ele, essas pessoas precisavam apenas de oportunidade para desencantar.O coronel Carlos Augusto foi quem criou a Escola de Música Do-Ré-Mi, dentro da Policia Militar, para oferecer oportunidades de aprendizado a jovens e adolescentes de comunidades carentes, que tinham aspiração, mas eram carentes de oportunidades.

Legado

Diante desse legado e da oportunidade de realização de um sonho, o vereador Cézar Bombeiro (PSD) e a Associação Desportiva, Recreativa e Social (ADECRESS) uniram esforços para fundar a escola, contando com a participação de muitas pessoas da comunidade, que conhecem a história e que têm filhos e parentes na Escola de Música da PM.

“Uma escola, qualquer que seja ela, criada com objetivos de formação profissional e cidadania, é um verdadeiro desafio, principalmente quando vem de sonhos para exercer um papel de transformação em uma comunidade. Esse é o grande compromisso da Escola de Música Coronel Carlos Augusto Castro Lopes, que nasce de uma luta comunitária, com a consciência de que a mudança vem com a educação para a formação de cidadania”, destacou Cézar Bombeiro. (Via Blog do Genivaldo Abreu)

Vereador Cézar Bombeiro vai inaugurar a Escola de Música coronel Carlos Augusto Castro Lopes

Está marcado para o próximo dia (27) do corrente, a inauguração da Escola de Música Coronel Carlos Augusto Castro Lopes, iniciativa da comunidade do bairro da Liberdade para prestar uma importante homenagem ao militar falecido há poucos meses e que alimentava criar uma escola de música na Liberdade, que sempre dentro das suas aspirações de realização, chegava a dizer que na comunidade estão grandes talentos que precisam apenas de oportunidade para desencantar.

O coronel Carlos Augusto foi quem criou a Escola de Música Do-Ré-Mi, dentro da Policia Militar, para oferecer oportunidades de aprendizado para jovens e adolescentes de comunidades carentes, que tinham aspiração, mas lhes faltavam oportunidades. Diante desse legado e a realização de um sonho, o vereador Cézar Bombeiro e a Associação Desportiva, Recreativa e Social – ADECRESS, uniram esforços para a criação da escola, contando com a participação de muitas pessoas da comunidade, que conhecem a história e que têm filhos e parentes na Escola de Música da PM.

Uma escola, qualquer que seja ela, criada com objetivos de formação profissional e cidadania é um verdadeiro desafio, principalmente quando vem de sonhos para exercer um papel de transformação em uma comunidade. Esse é o grande compromisso da Escola de Música Coronel Carlos Augusto Castro Lopes, que nasce de uma luta comunitária com a consciência, que mudança vem com a educação para a formação de cidadania, afirma Cézar Bombeiro. (Via Blog o Quarto Poder)

‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ começa neste final de semana em várias cidades do Maranhão

Programação Geral

Com atrações locais e nacionais de diferentes cenas musicais, espetáculos teatrais e o melhor da cultura popular maranhense começa neste fim de semana o ‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ com programação gratuita em 12 municípios maranhenses. MPB, pop, rock, samba reggae, chorinho, bumba-meu-boi, tambor de crioula, forró além da comédia Pão com Ovo e Cia Cambalhotas estão no programa que acontece de 7 a 25 de julhocom arte e cultura para todos os gostos. O ‘Mais Cultura e Turismo’ é uma iniciativa do Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Sectur), realizada com sucesso desde 2015.

Este ano, a edição do programa conta com atrações culturais durante três semanas de julho em várias cidades. Em São Luísas apresentações serão realizadas em quatro pontos da cidade. Em Barreirinhas (portal de entrada dos Lençóis Maranhenses)shows com vários artistas prometem muito agito na cidade turística. Além disso o Mais Cultura e Turismo de Férias levará espetáculos teatrais para as cidades de Estreito, Tuntum, Lagoa da Pedra, Santa Luzia, Zé Doca, Santa Helena, Araioses, Coelho Neto, Coroatá e Vargem Grande.

O secretário da Cultura e Turismo, Diego Galdino, informou que a intenção do Governo é intensificar as ações culturais em todo o estado. “Estamos ampliando a atuação do programa com a inclusão de novos espaços e cidades, diversificando a programação e melhorando a infraestrutura dos pontos turísticos. Além disso iremos expandir ainda mais a oferta de atrações com os editais de ocupação artística que levarão cultura o ano inteiro para os maranhenses”, ressaltou Diego.

Mais Cultura e Turismo de Férias São Luís

Em São Luís as apresentações serão realizadas na Praça Nauro Machado (Centro Histórico) às sextas-feiras, Praça da Lagoa da Jansen e Concha Acústica aos sábados e Espigão da Ponta D’Areia aos domingos. A programação promete atrair maranhenses e entreter turistas que curtem as férias na capital com atrações que darão continuidade aos festejos juninos, principalmente no centro histórico e Espigão Costeiro. Já a Praça da Lagoa da Jansen e a Concha Acústica vão oferecer programação voltada para o público infantil com espetáculos e atividades recreativas.

Nesta sexta-feira (7), o festejo na Praça Nauro Machado começa a partir das 18h com grupos de tambor de crioula. Na sequência tem apresentação do Boi de Morros, às 19h, e Boi de Santa Fé, às 20h. A noite encerra com show de Chiquinho do Acordeon que vai agitar a praça com muito forró.

No Espigão Costeiro da Ponta D’Areia os festejos do São João fora de época terão no domingo (9) apresentação do Boi de Nina Rodrigues, no fim da tarde, ao pôr do sol. O espaço é amplo e o público tem a oportunidade de interagir com a brincadeira num dos pontos turísticos mais bonitos de São luís.

Mais Cultura e Turismo de Férias Lençóis Maranhenses

O ‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ em Barreirinhas terá duas grandes atrações nacionais, os cantores  Jorge Vercillo e Chico César. Durante os três finais de semana contemplados na programação, o público pode contar ainda com shows de Carlinhos Veloz, Grupo Criolina, Mano Borges, Pepê Júnior, George Gomes, grupo Lamparina, banda Raiz Tribal, Kambada do Forró, Cacuriá de Dona Teté, banda Filhos da Areia, Chorando Calado, Companhia Encantar, Tambor de Crioula Arte Nossa e grupo Tripa de Bode. A abertura e os intervalos dos shows terão os Djs Júnior Pará (7 e 8), Speto (14 e 15) e Claudinho Polary (21 e 22).

O Mais Cultura e Turismo Lençóis Maranhense será realizado sempre às sextas e aos sábados, e contará com cerca de 20 atrações. Além dos shows a programação terá aulões de ritmos e zumba todas as manhãs e tardes de sábado e manhãs de domingo. Outra atração será o passeio lancha cultural e o espaço infantil comandado pela Companhia do Imaginário, sextas e sábados, a partir das 16h.

Neste primeiro final de semana o destaque fica por conta do cantor Jorge Vercillo, que se apresenta no sábado(8), a partir das 21h. No repertório o artista trará sucessos de todas as fases da carreira, como “Ela Une Todas as Coisas”, “Monalisa”, “Talismã sem Par” além de canções inéditas do álbum mais recente, intitulado “Vida é Arte”.

Mais Cultura e Turismo Teatro

Em 10 municípios maranhenses o ‘Mais Cultura e Turismo de Férias Teatro’ marcará presença com a comédia teatral ‘Pão com Ovo’ e espetáculo ‘Sganarelle e o amor de Suzete’, da Companhia Cambalhotas. As apresentações serão em praças públicas e com acesso gratuito para toda a população.

A comédia teatral Pão com Ovo e espetáculo circense da Companhia Cambalhotas farão apresentações de forma itinerante, percorrendo os municípios de Estreito, Tuntum, Lagoa da Pedra, Santa Luzia, Zé Doca, Santa Helena, Araioses, Coelho Neto, Coroatá e Vargem Grande. (Secap-MA)

Um olhar aprofundado sobre a nova geração

A agência de publicidade Talent Marcel lançou nesta quarta-feira (17), um estudo chamado “Mind The Gap” sobre o comportamento dos jovens, narrado pela apresentadora Didi Wagner. Este documentário pretende desmistificar o universo desta nova geração, além de também apresentar as novas possibilidades.

Essa expressão chamada de Mind The Gap significa “Cuidado com o vão”, ou seja, ela é uma advertência para o comboio de passageiros, pois por vezes há uma grande vala entre a porta e a plataforma. Ele foi introduzido em 1969 pelo Metro de Londres. A frase é tão associada ao metro que se vende camisetas com a frase imposta a um símbolo do transporte local.

Seja para ser, dizer ou fazer o que quiser, esse novo momento no qual estamos vivendo surgiu para que nós possamos questionar o qual futuro que queremos, além de perceber como será nossa vida daqui a 30 anos. A revolução da informação empoderou o indivíduo, permitiu aos blogs ganharem mais leitores frente a grandes jornais, youtubers sejam mais assistidos que estúdios milionários e aplicativos desbanquem indústrias inteiras. Essa revolução aumentou o poder de questionamento das pessoas, seja ela contra o governo, a mídia e as marcas. No fim das contas, a revolução da informação influencia também o conceito que o jovem tem sobre hierarquia, ou seja, quando um impõe algo e o outro obedece sem questionamento.

Ora, se por um lado essa nova geração precisa demonstrar a sua imagem positiva a qualquer custo, nem que para isto, precise fazer verdadeiros absurdos pela bandeira de um grupo, por outro, essa geração consegue ter acesso ao conhecimento, processar a informação e difundir com muito mais facilidade. O documentário feito em parceria com o Multishow reúne 54 horas de conversas com 21 especialistas, 90 jovens de todas as classes sociais, diferentes gêneros e idades pesquisados em profundidade e 500 jovens de todo Brasil em pesquisa quantitativa.

Fonte: Comunique9