Mistura Fina – novo conceito em moda unisex, inaugura loja em Viana

Inaugurada no último sábado, 4, o novo conceito em moda feminina e masculina na Cidade dos Lagos. Instalada na Rua Antônio Serafim Bairro Citel, a loja traz pra Viana as grandes marcas do mercado para atender uma clientela exigente que busca qualidade por um bom preço.

Nas prateleiras, marcas como GATABAKANA, CHARPEY, BONECA DE PANO, HERING, SANTA LOLLA, NVP, SANNY E MUITO MAIS, além de ter em seu estoque roupas infantis e juvenis.

A empresária Rosinha Muniz esclarece: “Mistura Fina trás em si um conceito diferente pra cidade de Viana, já que atende a gostos exigentes do seguimento feminino sem perder de vista a necessidade do dia a dia de nossas mulheres, Com esse passo, incluímos Viana no roteiro das lojas de sucesso da Baixada”, conclui.

A mistura fina funciona das 8 às 18h. Fones: 98 981430733 3351 1132 – para atendimento personalizado.

‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ começa neste final de semana em várias cidades do Maranhão

Programação Geral

Com atrações locais e nacionais de diferentes cenas musicais, espetáculos teatrais e o melhor da cultura popular maranhense começa neste fim de semana o ‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ com programação gratuita em 12 municípios maranhenses. MPB, pop, rock, samba reggae, chorinho, bumba-meu-boi, tambor de crioula, forró além da comédia Pão com Ovo e Cia Cambalhotas estão no programa que acontece de 7 a 25 de julhocom arte e cultura para todos os gostos. O ‘Mais Cultura e Turismo’ é uma iniciativa do Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Sectur), realizada com sucesso desde 2015.

Este ano, a edição do programa conta com atrações culturais durante três semanas de julho em várias cidades. Em São Luísas apresentações serão realizadas em quatro pontos da cidade. Em Barreirinhas (portal de entrada dos Lençóis Maranhenses)shows com vários artistas prometem muito agito na cidade turística. Além disso o Mais Cultura e Turismo de Férias levará espetáculos teatrais para as cidades de Estreito, Tuntum, Lagoa da Pedra, Santa Luzia, Zé Doca, Santa Helena, Araioses, Coelho Neto, Coroatá e Vargem Grande.

O secretário da Cultura e Turismo, Diego Galdino, informou que a intenção do Governo é intensificar as ações culturais em todo o estado. “Estamos ampliando a atuação do programa com a inclusão de novos espaços e cidades, diversificando a programação e melhorando a infraestrutura dos pontos turísticos. Além disso iremos expandir ainda mais a oferta de atrações com os editais de ocupação artística que levarão cultura o ano inteiro para os maranhenses”, ressaltou Diego.

Mais Cultura e Turismo de Férias São Luís

Em São Luís as apresentações serão realizadas na Praça Nauro Machado (Centro Histórico) às sextas-feiras, Praça da Lagoa da Jansen e Concha Acústica aos sábados e Espigão da Ponta D’Areia aos domingos. A programação promete atrair maranhenses e entreter turistas que curtem as férias na capital com atrações que darão continuidade aos festejos juninos, principalmente no centro histórico e Espigão Costeiro. Já a Praça da Lagoa da Jansen e a Concha Acústica vão oferecer programação voltada para o público infantil com espetáculos e atividades recreativas.

Nesta sexta-feira (7), o festejo na Praça Nauro Machado começa a partir das 18h com grupos de tambor de crioula. Na sequência tem apresentação do Boi de Morros, às 19h, e Boi de Santa Fé, às 20h. A noite encerra com show de Chiquinho do Acordeon que vai agitar a praça com muito forró.

No Espigão Costeiro da Ponta D’Areia os festejos do São João fora de época terão no domingo (9) apresentação do Boi de Nina Rodrigues, no fim da tarde, ao pôr do sol. O espaço é amplo e o público tem a oportunidade de interagir com a brincadeira num dos pontos turísticos mais bonitos de São luís.

Mais Cultura e Turismo de Férias Lençóis Maranhenses

O ‘Mais Cultura e Turismo de Férias’ em Barreirinhas terá duas grandes atrações nacionais, os cantores  Jorge Vercillo e Chico César. Durante os três finais de semana contemplados na programação, o público pode contar ainda com shows de Carlinhos Veloz, Grupo Criolina, Mano Borges, Pepê Júnior, George Gomes, grupo Lamparina, banda Raiz Tribal, Kambada do Forró, Cacuriá de Dona Teté, banda Filhos da Areia, Chorando Calado, Companhia Encantar, Tambor de Crioula Arte Nossa e grupo Tripa de Bode. A abertura e os intervalos dos shows terão os Djs Júnior Pará (7 e 8), Speto (14 e 15) e Claudinho Polary (21 e 22).

O Mais Cultura e Turismo Lençóis Maranhense será realizado sempre às sextas e aos sábados, e contará com cerca de 20 atrações. Além dos shows a programação terá aulões de ritmos e zumba todas as manhãs e tardes de sábado e manhãs de domingo. Outra atração será o passeio lancha cultural e o espaço infantil comandado pela Companhia do Imaginário, sextas e sábados, a partir das 16h.

Neste primeiro final de semana o destaque fica por conta do cantor Jorge Vercillo, que se apresenta no sábado(8), a partir das 21h. No repertório o artista trará sucessos de todas as fases da carreira, como “Ela Une Todas as Coisas”, “Monalisa”, “Talismã sem Par” além de canções inéditas do álbum mais recente, intitulado “Vida é Arte”.

Mais Cultura e Turismo Teatro

Em 10 municípios maranhenses o ‘Mais Cultura e Turismo de Férias Teatro’ marcará presença com a comédia teatral ‘Pão com Ovo’ e espetáculo ‘Sganarelle e o amor de Suzete’, da Companhia Cambalhotas. As apresentações serão em praças públicas e com acesso gratuito para toda a população.

A comédia teatral Pão com Ovo e espetáculo circense da Companhia Cambalhotas farão apresentações de forma itinerante, percorrendo os municípios de Estreito, Tuntum, Lagoa da Pedra, Santa Luzia, Zé Doca, Santa Helena, Araioses, Coelho Neto, Coroatá e Vargem Grande. (Secap-MA)

Um olhar aprofundado sobre a nova geração

A agência de publicidade Talent Marcel lançou nesta quarta-feira (17), um estudo chamado “Mind The Gap” sobre o comportamento dos jovens, narrado pela apresentadora Didi Wagner. Este documentário pretende desmistificar o universo desta nova geração, além de também apresentar as novas possibilidades.

Essa expressão chamada de Mind The Gap significa “Cuidado com o vão”, ou seja, ela é uma advertência para o comboio de passageiros, pois por vezes há uma grande vala entre a porta e a plataforma. Ele foi introduzido em 1969 pelo Metro de Londres. A frase é tão associada ao metro que se vende camisetas com a frase imposta a um símbolo do transporte local.

Seja para ser, dizer ou fazer o que quiser, esse novo momento no qual estamos vivendo surgiu para que nós possamos questionar o qual futuro que queremos, além de perceber como será nossa vida daqui a 30 anos. A revolução da informação empoderou o indivíduo, permitiu aos blogs ganharem mais leitores frente a grandes jornais, youtubers sejam mais assistidos que estúdios milionários e aplicativos desbanquem indústrias inteiras. Essa revolução aumentou o poder de questionamento das pessoas, seja ela contra o governo, a mídia e as marcas. No fim das contas, a revolução da informação influencia também o conceito que o jovem tem sobre hierarquia, ou seja, quando um impõe algo e o outro obedece sem questionamento.

Ora, se por um lado essa nova geração precisa demonstrar a sua imagem positiva a qualquer custo, nem que para isto, precise fazer verdadeiros absurdos pela bandeira de um grupo, por outro, essa geração consegue ter acesso ao conhecimento, processar a informação e difundir com muito mais facilidade. O documentário feito em parceria com o Multishow reúne 54 horas de conversas com 21 especialistas, 90 jovens de todas as classes sociais, diferentes gêneros e idades pesquisados em profundidade e 500 jovens de todo Brasil em pesquisa quantitativa.

Fonte: Comunique9

Na contramão da crise, malharias contratam funcionários para entregar uniformes escolares da rede estadual

Produção de uniformes escolares permitem geração de emprego e renda para malharias. Fotos: Dyego Rodrigues

Além da inédita ação de distribuir 708.150 unidades de uniformes escolares em toda rede estadual de ensino, o Governo do Estado impulsiona o setor têxtil e de confecções no Maranhão com as novas demandas de fardamentos. As encomendas aumentaram as atividades nos maquinários industriais, gerando novos postos de empregos.

A iniciativa faz parte da política de valorização da educação de qualidade e digna para os estudantes, além do incentivo à economia do estado.

Serão injetados pelo Governo do Estado cerca de R$ 6 milhões para a confecção dos uniformes escolares, distribuídos em diversas malharias do Maranhão. “É a primeira vez na história que as empresas genuinamente maranhenses, no ramo de malharia, entram num certame para a produção do fardamento escolar para o Governo. Isso vem movimentando a economia e gerando muitos empregos no mercado local”, diz Fátima Parga, dona de uma das malharias contempladas.

Com as encomendas do Governo, Fátima conta que a teve um aumento de mais de 50% na contratação da mão de obra, número que representa 70 funcionários, para produzir 135 mil fardamentos. “ É uma ação muito interessante, pois contempla os estudantes com o fardamento de graça, gera a oportunidade do empreendedor contratar e a do profissional ter um emprego. São medidas como essa que a gente dribla a crise do país”, diz.

Produção de uniformes escolares permitem geração de emprego e renda para malharias. Fotos: Dyego Rodrigues

Isso gerou oportunidade para Rodrigo Brito de Oliveira, 19 anos, que começou recentemente a trabalhar na malharia. Ele enxerga no emprego a oportunidade de aprender novas tarefas e consolidar um espaço no ramo: “ Essa foi uma ótima oportunidade, em consequência das ações do governo, de entrar no mercado de trabalho e aprimorar o aprendizado”.

“Estou muito feliz em poder aprender um pouco de cada coisa aqui e de saber que servirá de base para o meu futuro profissional”, afirma o jovem funcionário.

De volta ao trabalho

Em um outro galpão da malharia, a costureira Maria José Sá Costa, 55 anos, voltou ao mercado de trabalho após ter sido demitida de outro emprego. “ Eu agradeço ao governador e a dona da empresa por estarem trazendo a esperança para tanta gente que ficou desempregada.  Eu pude me recolocar de uma forma honesta e com muito mais gás para produzir. Eu já vejo as pessoas neste espaço como membros da minha família.”

Paralelamente à admissão dos funcionários na malharia, Fátima estendeu um contrato com a Associação das Mães do bairro do Anjo da Guarda, onde mais de 100 mulheres se dividem em dois turnos para produção do fardamento escolar. São mais de 3 mil peças de camisas  produzidas por dia na própria estrutura da sede da associação.

No Centro, uma outra malharia, também estimulada com a produção do fardamento escolar, contará com 300 funcionários para atender toda a demanda.  “ É bom para ambas as partes. Para o Governo, que vai beneficiar os alunos entregando uniforme, e para o empresariado maranhense, já que a economia não está favorável. Vamos ter serviço para fazer, gerando emprego e renda, devido à grande produtividade”, diz o diretor administrativo financeiro, Felipe Duailibe.

Oportunidade para todos

Além do programa que propicia mais dignidade escolar e geração de emprego e renda, o Governo, junto a malharia, fechou um convênio de responsabilidade social. “ Estamos com a contratação de mais de 30 apenadas da Justiça para trabalhar com a gente, pagando três quartos de salário mais a redução de um dia de pena a cada três trabalhados. Então, isso é favorável para ambos os lados, tanto para a rede pública como para o privado. Essa é a parceria que a gente espera”, ressalta.

Cada estudante da rede receberá dois blusões. Nessa primeira etapa já foram entregues aproximadamente 16 mil deles, sendo 1.268 para o município de Arame, 663 para Itaipava do Grajaú, 552  para  Jenipapo dos Vieiras, 1.011 para João Lisboa, 1.070 para Carolina, 1.654 Santa Quitéria, 1.687 para Barreirinhas.

O secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão, enfatiza a importância dos uniformes: “Pela primeira são distribuídos uniformes escolares para os estudantes do ensino médio, de modo que irá melhorar a autoestima dos estudantes, da comunidade escolar, com uniformes personalizados para cada escola, e também contribuir para que o estudante se sinta valorizado e motivado para aprender”.

‘Faltam’ 2,5 milhões de pretas e pardas no Brasil, apontam dados do IBGE44

Mulheres durante marcha no dia da Consciência Negra na avenida Paulista, em São Paulo

Alice Vergueiro/Folhapress

Faltam 2,5 milhões de mulheres pretas e pardas no Brasil. Esse é o número total de brasileiras que deveriam deixar de se declarar brancas para que, estatisticamente, os números retratassem a mesma proporção racial dos homens, destaca o jornal O Estado de S. Paulo. Como é o próprio indivíduo que declara ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cor de sua pele, os dados revelam que na verdade as brasileiras têm mais dificuldade em se identificar como pretas e pardas do que os brasileiros.

Recorte feito pelo Estadão Dados nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) mostra que, historicamente, as mulheres declararam ser mais brancas que o sexo oposto. Essa diferença se manteve mesmo durante o impressionante crescimento do número de brasileiros que afirmava ser pardo ou preto na última década – a proporção subiu de 45% para 55% de 2001 para 2015, data da última pesquisa. Hoje, 53% das mulheres se declaram não brancas, ante quase 56% dos homens.

Essa diferença de quase 3% pode parecer pequena, mas impressiona quando traduzida para números absolutos. Se as mulheres declarassem a raça do mesmo jeito que os homens, seriam ao menos 2 milhões pardas e 500 mil pretas a mais na população brasileira. A estimativa é conservadora, pois, como a probabilidade de nascerem homens e mulheres é a mesma dentro de uma mesma raça e a mortalidade de homens não brancos é mais alta do que a de brancos, o esperado seria que a proporção de pretas e pardas entre as mulheres fosse ainda maior.

“A comparação é interessante, e eu não conheço estudos que falem da diferença por sexo na classificação por cor ou raça”, diz o pesquisador da Coordenação de População e Indicadores Sociais do IBGE Leonardo Athias. Ou, em outras palavras: não há pesquisa suficiente no Brasil para conseguir entender exatamente por qual motivo as mulheres parecem ter tendência de se imaginarem, na média, mais brancas do que são.

A literatura acadêmica sobre a declaração racial no Brasil ganhou corpo na última década, quando o número de brasileiros declarados não brancos aumentou de maneira consistente. O crescimento acentuado, principalmente em faixas etárias mais altas, deixou pouca dúvida sobre sua origem: o que estava mudando não era a cor de pele dos brasileiros, mas sim como eles se veem e de qual raça dizem ser.

Questão cultural

Outros dados da Pnad dão algumas pistas na direção de que a principal explicação para a diferença desse processo entre homens e mulheres é também cultural. Em Estados do Norte e do Nordeste como Rondônia, Piauí, Roraima e Bahia, é praticamente igual a proporção de brancos, pretos e pardos entre homens e mulheres. Já em alguns Estados do Sul e do Sudeste, como Santa Catarina, Paraná e Rio, há uma diferença bem maior entre raças que cada sexo declara.

A diferença também diminui de acordo com a escolaridade. Quanto mais anos de estudo a mulher tem, maior a chance de ela se declarar não branca. A maior diferença proporcional entre mulheres e homens que se declaram brancos está justamente no grupo que não acabou o ensino fundamental: as brancas têm 3,2 pontos porcentuais a mais. Mas, entre a população com curso superior completo, o gráfico se inverte – 26% das mulheres declararam ser negras ou pardas, número que é superior aos 23% referente aos homens dessa escolaridade.

Para entender melhor o processo de transformação na percepção da própria raça, o jornal O Estado de S. Paulo ouviu mulheres que viveram essas mudanças ou são símbolos para esse grupo e perguntou o que poderia explicar a diferença entre homens e mulheres na hora de declarar sua raça. A resposta foi praticamente unânime. “É difícil para a mulher assumir-se preta ou parda. Há um discurso cultural dominante, uma construção do padrão de beleza com base em um embranquecimento”, avaliou a jornalista Viviane Duarte, criadora do projeto Plano Feminino.

“A mulher negra está na base da pirâmide social, por ser mulher e por ser negra. É natural que ela tente se afastar dessa imagem”, avalia a advogada Mayara Souza, fundadora do grupo Negras Empoderadas. “Ser mulher negra neste País é muito difícil. Entendo profundamente as pessoas que tentam se aproximar de uma realidade que não é delas”, comenta a atriz Taís Araújo, que já foi vítima de racismo e acompanha o movimento de mulheres negras em busca do reconhecimento da própria identidade.

Música, sexo e drogas ativam mesmas substâncias no cérebro

Ouvir música pode gerar tanto prazer como sexo e drogas – Warren Goldswain/Fotolia        

DA DEUTSCHE WELLE

O mesmo sistema químico-cerebral que proporciona as sensações de prazer geradas pelo sexo, as drogas e a comida é essencial para experimentar o prazer gerado pela música, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira (08) na revista científica “Nature”.

“Esta é a primeira prova de que os opioides próprios do cérebro estão diretamente envolvidos no prazer musical”, destaca Daniel Levitin, um dos autores do estudo, desenvolvido na Universidade McGill de Montreal, no Canadá.

Trabalhos anteriores do especialista e sua equipe chegaram a produzir mapas das áreas do cérebro ativados pela música, mas só havia sido possível levantar a suspeita de que o sistema opioide era responsável pelo prazer.

‘IMPRESSÕES FASCINANTES’

Para a mais recente experiência, os cientistas bloquearam de maneira seletiva e temporária os opioides do cérebro com a naltrexona, remédio usado habitualmente em tratamentos para a dependência de drogas opiáceas e álcool.

Em seguida, eles mediram as reações dos 17 participantes do estudo aos estímulos musicais e constataram que até mesmo as músicas favoritas deixavam de gerar sensações prazerosas. “As impressões que os participantes compartilharam conosco depois do experimento foram fascinantes”, diz Levitin.

Um deles disse que sabia que a canção que acabara de escutar era uma de suas preferidas, mas que não tinha sentido as mesmas sensações de audições anteriores. Outro comentou: “Soa bem, mas não me diz nada.”

Os pesquisadores consideram que os avanços no estudo da origem neuroquímica do prazer são fundamentais para a neurociência, já que muitas atividades prazerosas, como beber álcool e ter relações sexuais, podem causar dependência.