Bequimão receberá mais um projeto do Governo do Estado

A obra está sob a responsabilidade da Agência Executiva Metropolitana e o início é imediato.

Na noite desta quinta-feira, 11, a Agência Executiva Metropolitana (AGEM) emitiu a Ordem de Serviço para início dos trabalhos de construção do Passeio e Academia ao Ar Livre. O equipamento público será instalado em um trecho da Avenida 01, do Bequimão, próximo ao Ecoponto do bairro.

O trecho em que será executado o projeto está, atualmente, sem passeio adequado, o que torna muito perigosa a passagem de pessoas que transitam por lá diariamente. “Com a ausência de calçamento, os pedestres acabam por adentrar na via de rolamento, tendo de disputar espaço com os veículos e correndo o risco de serem atropelados”, relatou o presidente da AGEM, Lívio Jonas Mendonça Corrêa.

Seguinte a este trecho sem passeio existe um local que serve como área para descarte de lixo e restos de componentes eletrônicos, gerando um risco à saúde da população por aglomerar grande quantidade de mosquitos e liberando chorume na vegetação. No período chuvoso, água que desce às margens da via torna-se mais um perigo à população, uma vez que toma grande velocidade devido à inclinação da via.

Com a obra, a área problemática dará lugar a uma praça com iluminação adequada, bancos para descanso e leitura e uma academia ao ar livre. “Isso vai possibilitar que os moradores da região pratiquem suas atividades físicas com dignidade e conforto”, destacou Lívio Corrêa.

Segundo o vereador Pedro Lucas Fernandes, esta Ordem de Serviço é mais um exemplo do trabalho sério que vem sendo desenvolvido pela Agência Executiva Metropolitana. “A AGEM tem pouco tempo de existência, mas já mudou a realidade de muitas comunidades. Diversas obras já foram entregues e vemos pela cidade e zonas rurais outros trabalhos em andamento”, disse.

Já o também vereador Raimundo Penha festejou a obra como um novo momento para o Bequimão. “Esse projeto irá mudar não apenas o aspecto do bairro, mas a realidade das famílias, que terão um excelente local para lazer e esportes”.

Projeto

Ao todo, a obra compreende uma área de 1407.80m², sendo 356.61m² de calçada, 626.79m² de área pavimentada e 358.47m² de área verde. Serão executados, também, mureta com gradil (212.03 m) e 410 m² de meio-fio. O projeto inclui, ainda, academia de ginástica ao ar livre, bancos para descanso e lazer.

TSE quer ajuda de WhatsApp para tentar combater fake news

 

Ainda sem apresentar resultados efetivos no combate a fake news, o conselho consultivo sobre internet e eleições coordenado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) realizou sua primeira reunião na tarde de quarta-feira (11).

Agora, o grupo informou que quer fazer uma parceria com o WhatsApp para tentar combater a proliferação de notícia falsa pela internet, em especial por meio de redes sociais.

“Acabamos de alinhar um contato com o WhatsApp para fazermos uma reunião”, disse Estêvão Waterloo, secretário-geral do TSE e coordenador do conselho consultivo.

Segundo ele, “a avaliação lá atrás é de que o cenário [de notícia falsa influenciando a eleição] seria muito pior. Não é cenário simples, é preocupante no mundo inteiro”.

A proliferação de notícia falsa atingiu o próprio TSE e a confiabilidade na Justiça Eleitoral. O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) levantou a possibilidade de fraude da urna eletrônica, que chegou à 12ª eleição no país sob ataque inédito e relatos de desconfiança dos eleitores em redes sociais. O tribunal garante que o sistema é seguro.

Waterloo disse que o TSE estuda fazer um aplicativo para receber fake news e que o tribunal faz “todos os esforços” para que fique pronto até o segundo turno, dia 28 de outubro. Ele destacou que o tribunal vai fazer uma página no site para tratar de notícias falsas.

Na semana passada, a Folha mostrou que o TSE falhou no combate a fake news na campanha de primeiro turno e que as propostas do grupo criado pelo órgão não saíram do papel.

O conselho consultivo, criado no fim da gestão de Gilmar Mendes, foi a bandeira da gestão do ministro Luiz Fux à frente do tribunal, de fevereiro a agosto de 2018.

Em junho, o então presidente do TSE, ministro Luiz Fux, disse que a legislação brasileira prevê a possibilidade de anulação de eleições se o resultado for influenciado pela difusão de fake news.

(Igor Gielow – Folha Onlime)

Os 83 anos de “Zé de Lelis”

A sociedade vianense comemora e abraça o estimado pecuarista José dos Prazeres Mafra, conhecido carinhosamente como Zé de Lelis, que completa hoje 83 anos bem vividos.

Filho de Lelis Catolino Mafra e Joana Evangelista dos Prazeres Mafra, nasceu na região dos campos vianenses, em 11 de outubro de 1935.

 Zé de Lelis casou-se com Dulce de Araújo Mafra (in memorian) e é pai de 6 filhos: filhos (Leila, Leda, Lélia, Zequinha, Tatiana e João Neto), 09 netos, e 01 bisneto.

Foi também, vice-prefeito de Matinha, na gestão do ex-prefeito Pixuta, nos anos 80.

É avô do boa praça Marcelyo Mafra ex-coordenador da SEDUC municipal.

O Blog Vianensidades parabeniza e deseja saúde, felicidades e vida longa a Zé de Lelis e sua numerosa família.

Repasses diminuíram em setembro aos municípios do MA; Vejam os valores de Viana, São Vicente, Cajapió, Olinda, S. J. Batista, S. Bento, Penalva e Matinha

O Blog Vianensidades divulga os repasses de setembro para alguns municípios na Baixada Maranhense. Comparado ao mês de agosto, houve queda no repasse, mas os 217 municípios do Maranhão estão com repasses em dias.

No mês anterior, cidades como Viana, Penalva e São Bento foram as que mais receberam dinheiro do Governo Federal, mas todos eles, incluindo São João Batista, Olinda Nova do Maranhão, São Vicente Ferrer, Cajapió e Matinha receberam menos que o mês de agosto.

Essas cidades, entre as 8 cidades que o blog cobre, estão entre os que receberam 2 e 4 milhões de reais em agosto, como demonstram os dados abaixo. Só a prefeitura de Penalva recebeu mais de 4 milhões no mês passado, superando todos outros municípios. Ressaltamos que estes valores são brutos, sem descontos de pagamentos de precatórios e demais dívidas das prefeituras.

O levantamento foi feito com base em dados fornecidos pelo Portal da Transparência do Governo Federal e pelos demonstrativos do Banco do Brasil. Cabe ressaltar que estes valores não estão incluídos as retenções para pagamento de débitos que as prefeituras estão devendo para previdências e outras empresas.

Viana – R$ 4.612.664,53 C

São João Batista – R$ 2.365.957,73 C

São Vicente Ferrer – R$ 2.140.463,36 C

Penalva – R$ 4.032.168,24 C

São Bento – R$ 3.602.249,24 C

Cajapió – R$ 1.287.781,84 C

Matinha – R$ 2.435.754,47 C

Olinda Nova do Maranhão – R$ 1.754.439,25 

(Via Blog do Jailson Mendes)

Desejo de ‘melhorar de vida’ que elegeu Lula move eleitor de Bolsonaro, diz Flávio Dino

Reeleito governador do Maranhão com 59% dos votos neste domingo, Flávio Dino (PCdoB) é “totalmente contra” que seu aliado, o candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, escreva uma carta aos brasileiros nos moldes da que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez em 2002.

BBC News Brasil 

O documento, em que Lula assumiu compromissos na condução da economia – como, por exemplo o equilíbrio das contas públicas –, costuma ser apontado como fundamental para a primeira vitória petista, ao reduzir as resistências ao líder sindical. Para Dino, no entanto, “ninguém leu” a carta e Lula venceu porque era, naquele momento, “um sinal de expectativa de melhoria de vida”.

As propostas de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad à Presidência do Brasil

Segundo turno será ‘disputa da rejeição’

Na sua visão, esse mesmo sentimento é a principal explicação para Jair Bolsonaro (PSL) ter obtido 46% dos votos válidos no primeiro turno presidencial, ficando bem à frente de Haddad, que registrou 29%. Os dois disputarão o segundo turno dia 28.

Dino reconhece que os brasileiros de menor renda viram suas condições de vida piorar a partir do governo Dilma Rousseff (PT). Parte deles, diz, acabou “seduzida” pela proposta bolsonarista de armar a população contra os criminosos.

“É óbvio que uma coisa não tem nada a ver com a outra: arma não gera emprego, arma gera homicídio. Mas é o (discurso) que está aí nos segmentos populares, sobretudo no Sul e Sudeste. Acabaram aderindo ao Bolsonaro, na expectativa de melhorar sua vida”, analisa.

Para o governador, cujo partido está coligado ao PT e apontou Manuela d’Ávila para vice na chapa, Haddad deveria buscar aproximação com outros líderes políticos, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e os candidatos derrotados Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede). Ele não acredita, porém, que isso será determinante para uma vitória.

O foco, defende, dever ser recuperar os votos do “povão” no embate de propostas econômicas.

“Sobretudo mostrar que, em termos da economia, ou seja, do emprego, do trabalho, da renda, Bolsonaro é um (presidente Michel) Temer piorado. Esse é o centro do debate”, resume.

Fernando Haddad é observado por outras pessoas em encontro do PT: Para Dino, campanha petista deve conquistar a população com propostas econômicas

Já sobre a cobrança de parte da sociedade para que o PT faça uma autocrítica sobre a corrupção nos governos Lula e Dilma, Dino diz que para ele é “suficiente” o fato de Haddad não ter sido envolvido “em nada de ilegal”.

O ex-prefeito de São Paulo foi denunciado em agosto pelo Ministério Público a partir da delação de Ricardo Pessoa, ex-presidente da UTC, que diz ter repassado R$ 2,6 milhões para pagamento de dívidas da campanha. Haddad nega e diz que a acusação foi uma retaliação a sua decisão de suspender uma obra da UTC com indícios de superfaturamento logo no início de sua gestão como prefeito.

Leia, AQUI, trechos da entrevista.

Com a ascensão da extrema-direita, corre-se o risco de destruição da democracia

Major Olímpio (PSL), durante debate com os candidatos ao senado no auditório da Folha – Eduardo Anizelli/ Folhapress

Maria Herminia Tavares de Almeida – FolhaOnline

A derrocada

Como pedras de papel, os votos dados no primeiro turno jogaram por terra o mecanismo político que, desde 1994, sustentou a competição eleitoral no Brasil. Ela favorecia a moderação, ensejando a convivência relativamente civilizada entre lideranças e partidos em torno daquilo que o economista Samuel Pessôa chamou de pacto social da Constituição de 1988.

A extensão do desastre é gigantesca. Ao longo de cinco anos de crise política não faltaram vozes de todos os pontos do espectro político, clamando pela renovação; agora ela finalmente ocorreu. Sua principal vítima foi a centro-direita. Lideranças do MDB que serviram a todos os governos desde a redemocratização sofreram uma derrota humilhante. O PSDB se transformou em partido nanico. Mas tampouco a esquerda escapou ilesa. O PT, apesar de levar seu candidato presidencial ao segundo turno e de manter suas posições no Nordeste, perdeu cadeiras nas duas Casas do Congresso e viu seu eleitorado encolher substancialmente.

Com honrosas exceções, a renovação política que tantos consideravam essencial à democracia chegou pelas mãos da extrema-direita, pouco comprometida com os valores, instituições e procedimentos democráticos. Ainda não sabemos se levará a cobiçada presidência, mas seu desempenho no Parlamento e nos estados já autoriza dizer que o estrago foi considerável.

A derrocada do sistema de partidos é fenômeno raro nas democracias consolidadas. Costumam ter vida longa, grande capacidade de adaptação a mudanças sociais e firmes barreiras à entrada de novos competidores. Guardadas as particularidades de cada caso, desastres assemelhados ao que estamos assistindo ocorreram na Itália durante a primeira metade dos anos 1990 e na Venezuela no final da mesma década. Nos dois casos, o repúdio eleitoral aos partidos estabelecidos foi precedido e alimentado por seu envolvimento em escândalos de corrupção.

Na Itália, a Operação Mãos Limpas trouxe à luz a extensa rede de ilícitos que conectava a máfia ao sistema de partidos dominado pela democracia cristã. A implosão do edifício partidário abriu o caminho ao populismo de direita de Berlusconi e mais recentemente da Liga Norte e do Movimento Cinco Estrelas.

Na Venezuela, tornou-se insustentável o arranjo firmado em 1958, que garantia à Democracia Cristã e  à Ação Democrática a partilha das posições de poder e das rendas do petróleo, qualquer que fosse o vencedor nas urnas. A crise produziu o chavismo, que demoliu a democracia e está destruindo o país.

Também no Brasil, a revelação de como o dinheiro sujo movia as engrenagens do sistema político foi essencial para catalisar o mal-estar gerado pela crise econômica, o cotidiano áspero da maioria da população, a exacerbação das paixões partidárias, os desacertos do governo Dilma e, ao fim e ao cabo, a mediocridade conservadora do governo Temer. A mídia fez sua parte na construção do consenso segundo o qual a corrupção é o mal maior que nos aflige, ao impedir que os governos atendam melhor as necessidades dos cidadãos.

Entretanto, não se deve culpar o investigador por revelar o crime e seu autor, nem o mensageiro pelas más notícias. A exposição pública da corrupção envolvendo empresas, siglas à caça de recursos e políticos preocupados com a reeleição ou o crescimento de seu patrimônio não teria o mesmo efeito tóxico fosse outra a atitude dos dois partidos que vertebravam o sistema político e que se desenvolveram, cada qual a seu modo, denunciando as práticas corruptas na vida pública: PT e PSDB.

Ao negar, contra todas as evidências, os malfeitos de que eram acusados, enquanto ecoavam as denúncias contra o adversário, deixaram aberto um enorme espaço no qual prosperaram a descrença nos partidos e o apelo pretensamente moralizante e antipolítico da extrema-direita. Vitoriosa na disputa pela presidência, ela poderá nos levar por caminhos semelhantes aos da Itália ou da Venezuela. Enveredando por eles, não se consegue reduzir a associação daninha entre corrupção e política, mas corre-se o risco de destruir a democracia.

No dia 28 de outubro, sejam quais forem as responsabilidades pelo desastre presente, não há neutralidade possível para os democratas.

Maria Herminia Tavares de Almeida – Professora titular aposentada de Ciência Política da USP e pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). Escreve a cada 15 dias.

Diretor da agência África critica voto de nordestinos e é afastado

 

O publicitário José Borelli, diretor da agência Africa, fez um comentário preconceituoso contra os nordestinos no Instagram, após o resultado das urnas no primeiro turno das eleições presidenciais.

© Foto: Mauricio Lima/AFP

“Nordeste vota em peso no PT. Depois vem pro Sul e Sudeste procurar emprego!”, escreveu o diretor. Pouco depois, Borelli se retratou e pediu “sinceras desculpas a todos os que se sentiram ofendidos”. Disse ainda que o comentário não reflete sua opinião “de forma alguma”.

Borelli trabalha há cerca de um ano na Africa, agência de publicidade fundada pelo baiano Nizan Guanaes. Ontem, a cúpula da empresa fez um pronunciamento aos funcionários sobre a postura de Borelli, que está afastado da companhia. A agência ainda avalia o que será feito com o diretor.

Em comunicado à imprensa, a Africa afirma que “não compactua, de forma alguma, com a opinião expressa no comentário” e ressalta que o post do diretor desrespeita seu Código de Conduta.

“Nascemos da diversidade. Acreditamos nela e a defendemos, acima de tudo. Continuaremos vigilantes para fazer com que nossos valores sejam respeitados”, continua o comunicado.

Fonte MSN