Reggae da melhor qualidade em Viana

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Na Cidade dos Lagos, a melhor pedida para os amantes do ritmo jamaicano é curtir o ROOTS REGGAE, festa comandada com a responsa do DJ Hallysson Pedra, um dos especialistas no movimento reggae em Viana.

As pedras rolam no Bar Oficina do Chop, no Parque Dilú Melo, de frente para o lago, com segurança, cerveja gelada e os melhores hits para dançar agarradinho do jeito que o maranhenses gosta.

Tudo pronto para o Seminário Metropolitano em São Luís

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Nesta quinta-feira, 21 de setembro, será realizado o seminário preparatório para a I Conferência Metropolitana da Grande São Luís, realizada pelo Governo do Maranhão, através da Agência Executiva Metropolitana, na capital São Luís, estão convidados autoridades e a sociedade civil organizada, além da imprensa da grande ilha.

O credenciamento começa mais cedo às 8h com café de boas-vindas aos participantes.

O Governo do Maranhão por meio da Agencia Executiva Metropolitana (Agem) está realizando 13 seminários em cidades da região metropolitana da grande São Luís – RMGSL, com objetivo de escolher os delegados para a eleição de membros do conselho participativo metropolitano, além do debate sobre os eixos temáticos relacionados aos temas: educação, saneamento, mobilidade urbana, turismo e desenvolvimento econômico social.

O seminário conta com a participação do Presidente da Agência Executiva Metropolitana, Pedro Lucas Fernandes, além do Prefeito da capital, Edivaldo Holanda Junior e autoridades locais, e irá acontecer no Hotel Abbeville, na avenida Castelo Branco n° 500, bairro São Francisco. 

Via Blog do Jorge Aragão

 

Vai chegar em Viana? Operação retira cercas irregulares dos campos alagados

Foram identificados mais de 300 hectares de terras cercadas ilegalmente, segundo informou a Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema)

Por G1 Maranhão


Operação retira cercas de propriedades em Anajatuba

 

Uma operação realizada pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado (SEMA), retirou cercas propriedades consideradas Áreas de Proteção Ambiental (APA) e que estavam em posse de moradores do município de Anajatuba, a 140 km de São Luís. Além da Sema, as Secretarias de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop) e Agricultura Familiar (SAF) e os Batalhões de Polícia Ambiental (BPA) e Batalhão dos Bombeiros Ambiental (BBA) participaram da ação.

Foram identificados mais de 300 hectares de terras cercadas ilegalmente e que configuravam crime ambiental por meio do Decreto Nº 11.900 de 11 de junho de 1991, de criação das Áreas de Proteção Ambiental (APA). De acordo com o decreto, não é permitido o uso de cercas elétricas na área e o cercamento dos Lagos da Baixada Maranhense, por se tratarem de terras da União e do Estado e servem para proteger a biodiversidade aquática do ecossistema.

Moradores da região foram notificados e irão responder por infração ambiental. O material utilizado ilegalmente para cercar os campos foi destruído e algumas casas, uma notificação foi deixada e em caso dez dias as cercas não sejam retiradas, os moradores serão multados. Na região residem, principalmente, populações tradicionais, como pescadores, agricultores familiares, indígenas e remanescentes de quilombos.

Ação teve como objetivo proteger os campos alagados em Anajatuba (Foto: Reprodução/TV Mirante)

De acordo com os moradores, a operação desrespeitou uma ordem judicial que garantia a manutenção do cercado até que a situação de posse da terra fosse resolvida. Em 2015, foi iniciada a primeira retirada das cercas, mas uma determinação da Justiça impediu que a ação continuasse. Desde então, estão sendo registrados conflitos na área em que a ação aconteceu.

Há dois anos, a Comarca de Anajatuba começou a realizar audiências públicas para por fim aos conflitos. Pelo menos 12 famílias conseguiram liminares que garantem sua permanência em suas propriedades, sem que as cercas pudessem ser retiradas. Os moradores reclamam que durante a retirada das cercas, muitos animais fugiram dos locais, causando prejuízo a quem depende dos animais para seu sustento.

O lavrador Ângelo Barbosa disse que a operação foi direcionada apenas para alguns imóveis da região. “A gente queria entender porque a lei não veio abranger o todo. Quem não tem registro de imóvel não é dono. Se eu, que moro aqui há 30 e tantos anos aqui, não sou dono como é que uma pessoa pode chegar e ser o dono e eu não ser?”, questionou.

 

Em nota, a Secretaria de Meio Ambiente informou que a retirada das cercas está sendo feita gradativamente, algumas pelos próprios donos que foram notificados. A Sema informou ainda que multou uma das propriedades porque construiu o cercado com madeira de manguezal.

A secretaria também disse que a construção de cercas nos campos da baixada não é permitida porque, além de serem áreas de preservação ambiental, são terras pertencentes à união e ao estado, e servem para proteger a biodiversidade aquática do ecossistema da região.

Por G1-MA

Viana no Mapa do Turismo Brasileiro

O município de Viana, 217 km da capital São Luís, com suas belezas naturais, um belo lago de água doce e um rico patrimônio arquitetônico colonial, foi inserido no Mapa do Turismo Brasileiro, como integrante do Polo Lagos e Campos Floridos, do qual também fazem parte as cidades de Arari, Cajapió, Cantanhede, Pindaré-Mirim e Pinheiro.

É uma boa oportunidade para o poder público e o empresariado pensarem a Cidade dos Lagos de forma sustentável e transformar as oportunidades em dados positivos para a economia local, por meio de qualificação da mão de obra e melhor atendimento na rede hoteleira, bares, restaurantes, entre outros atrativos, pois caso não atenda os requisitos de uma cidade turística pode ser excluída da lista, assim como ocorreu com outros municípios.

Foto: Luiz Alexandre Raposo

 

Exclusão

Nove municípios maranhenses deixaram de integrar o Mapa do Turismo Brasileiro e outros 16 foram incluídos, ou seja, o Maranhão passou a contar com a sete a mais do que a edição anterior. Todos os polos foram mantidos e mantiveram-se sem alteração os de São Luís e do Delta das Américas, ou seja, nos demais houve inclusões e exclusões.

Os municípios que foram excluídos do Mapa são Apicum-Açu, Cedral, Conceição do Lago Açu, Curupu, Mirinzal, Monção, Santa Inês (foto), Turiaçu e Vitória do Mearim.

Foram incluídos, Balsas, Bequimão, Cajapió, Cantanhede, Centro Novo, Chapadinha, Formosa da Serra Negra, Fortaleza dos Nogueira, Itinga do Maranhão, Montes Altos, Pindaré-Mirim, Pinheiro, Primeira Cruz,São João do Sóter Tasso Fragoso e Vargem Grande.

Veja como ficaram os polos maranhenses no novo Mapa do Turismo:

Polo São Luís: São Luís, Alcântara, Raposa e São José de Ribamar

Polo Lagos e Campos Floridos: Arari, Cajapió, Cantanhede, Pindaré-Mirim, Pinheiro e Viana

Polo Amazônia Maranhense: Carutapera, Centro Novo e Luís Domingues

Polo Chapada das Mesas: Balsas, Carolina, Estreito, Formosa da Serra Negra, Fortaleza dos Nogueira,  Imperatriz, Itinga do Maranhão Riachão, Montes Altos e Tasso Fragoso

Polo Cocais: Caxias, Codó, Coelho Neto, Igarapé Grande, Pedreiras, São João do Sóter e Timon

Polo Delta das Américas: Água Doce do Maranhão, Araioses, Paulino Neves e Tutóia

Polo Floresta dos Guarás:  Bequimão, Guimarães e Porto Rico do Maranhão

Polo Lençóis Maranhenses: Barreirinhas, Humberto de Campos  Santo Amaro do Maranhão e Primeira Cruz.

Polo Munin: Axixá, Cachoeira Grande, Chapadinha, Icatu, Morros e Rosário e Vargem Grande.

Polo Serras Guajajara Timbira e Kanela: Barra do Corda, Grajaú e Jenipapo dos Vieiras.

Fonte: Revista Maranhão Hoje | Aquiles Emir

A Escola Príncipe da Paz foi um dos destaques do desfile de 7 de setembro em Viana

A escola particular Príncipe da Paz brilhou no desfile cívico deste ano, na Av. Luis Couto, com o tema “Literatura e Vida”.

Representando a escola, a aluna do 9° ano Adylla Thayná Diniz Ribeiro, 14 anos, filha do casal Adelino Sodre Ribeiro e Tania Reis Diniz, que aproveitaram o momento e agradeceram o Príncipe da Paz por contribuir na sua educação, pois é aluna do Príncipe desde seus 3 aninhos de idade.

Adylla usou um vestido amarelo, criado pelo estilista Guido – Toulon e confeccionado por  Gilvandira Mendonça – (Designer de moda), calçou uma bota exuberante da Chinelaria Franco, make e o cabelo do cabeleireiro Ângelo .

Apaixonada por matemática e ciências exatas, Adylla é amiga, companheira e muito carinhosa. Esteve à frente em quase todas as olimpíadas de matemática realizadas pela sua escola, e adora cantar e tocar violão, um dos seus talentos.

A adolescente, orgulho dos pais e familiares, que sonha ser Engenheira Civil, reinou na avenida como a baliza e princesa da escola Príncipe da Paz.

CONFIRA MAIS IMAGENS DO DESFILE DO PRÍNCIPE DA PAZ

Maranhão terá a 2ª maior alta do PIB neste ano em todo o Brasil, diz novo estudo

Agronegócio se destaca no crescimento da economia do Maranhão

O Maranhão terá a segunda maior taxa de crescimento entre todos os estados brasileiros neste ano. Os dados são de um estudo feito pelo Santander e publicado nesta segunda-feira (11) pelo jornal Valor Econômico.

Segundo o levantamento, o PIB do Maranhão deve aumentar 3,1% em 2017, atrás apenas de Mato Grosso com 5,1%.

O desempenho maranhense contrasta com a média nacional, que é de elevação de apenas 0,5% do PIB.

Os números estão no “Mapa da recuperação econômica”, dos economistas Everton Gomes e Rodolfo Margato, do banco Santander. (http://www.valor.com.br/brasil/5113624/sete-estados-ainda-devem-encolher-este-ano-diz-estudo)

Há ainda sete estados que terão queda no PIB, segundo o estudo do Santander. É o caso do Rio de Janeiro, com redução estimada de 1,4%.

Força do campo

O crescimento do PIB maranhense em 2017 está sendo puxado principalmente pela agropecuária, que vem recebendo fortes incentivos do Governo do Maranhão. A alta do PIB do setor é estimada em 22,5% neste ano no Maranhão.

O jornal Valor Econômico desta segunda-feira também publica outro estudo sobre o desempenho econômico dos estados – e mais uma vez o Maranhão tem destaque positivo.

De acordo com levantamento da 4E Consultoria, o Maranhão foi o único estado nordestino que não apresentou recuo na Pesquisa Mensal de Serviços durante o segundo trimestre deste ano.

Cajari e a cidade desaparecida

Arquivo google

por Nonato Reis*

A Baixada Maranhense em seus primórdios foi habitada por tribos de índios, que não apenas desbravaram a região, estabelecendo as trilhas de comunicação entre os diversos povos, como também ergueram vilarejos e até cidades. Em Viana no século XVIII, por exemplo, havia a Aldeia do Maracu, um núcleo organizado com ruas e casas, habitado por índios tupinambás, destruído depois no rastro da catequese. Penalva foi reduto dos Gamela, posteriormente dominado pelos jesuítas.

Em Cajari, a poucos quilômetros de Viana, há sinais físicos de uma civilização muito mais recuada no tempo, anterior ao próprio Descobrimento do Brasil, talvez pré-histórica. O vianense Raimundo Lopes, respeitado dentro e fora do Brasil por sua atuação na área de antropogeografia, realizou estudos iniciais no leito do Lago de Cajari e concluiu que as ruínas do lugar representam os restos de uma cidade lacustre, densamente povoada e organizada.

Durante o verão, quando as águas do rio Cajari (curso natural que serve de ligação entre os lagos de Viana e Cajari) abaixam de forma significativa, era possível, décadas atrás, observar as colunas verticais de madeira encadeadas numa extensão de quase dois quilômetros, a partir das nascentes do rio até o lugar conhecido como Urubuquissáua.

Urubuquissáua, aliás, concentra enorme quantidade de objetos (de arte e utensílios domésticos) em cerâmica e pedra. Em seu livro “História de um menino pobre”, editado pela primeira vez em 1963, o médico e escritor Sálvio Mendonça avalia o estado desses objetos como “extremo desgaste”, mas assinala que “os esteios (tocos em cima dos quais se erguiam as casas sobre as águas) mantêm a verticalidade, indicando que foram suportes de habitações, cuja superestrutura desapareceu através de milênios, em pleno lago”.

Na pesquisa feita por Raimundo Lopes em 1919, aproveitando a seca rigorosa daquele ano que pôs a descoberto o conjunto de fundações da cidade desaparecida, foram encontrados amuletos que lembram as peças usadas por tribos pré-colombianas. Lopes, à época, disse que “a estearia apresentava-se toda visível, com os seus milhares de esteios numa perspectiva belíssima, impressionante, esponteando com os seus troncos negros, como se fosse imensa floresta, a face argentada das águas”.

Para Sálvio Mendonça, em seu livro, as ruínas de Cajari indicam a existência no local de uma civilização especial, contemporânea da Marajó, na Amazônia, do México e da Centro-América, no Peru, “talvez do ramo das tribos vindas da Ásia (…), evoluindo no México para a destacada civilização Azteca, e no Peru, para os Incas”.

É de causar espécie que mesmo diante de sinais claros da existência de uma antiga civilização em Cajari o poder público e a iniciativa privada não tenham demonstrado interesse concreto de promover estudos de natureza arqueológica no local, para levantar a origem dessas ruínas e informações sobre que povos se estabeleceram ali, como viviam e que contribuições tenham dado para a colonização posterior.

A Universidade Federal do Maranhão patrocinou recentemente uma expedição científica na Baixada Maranhense, para identificar sítios arqueológicos ao longo da Bacia do rio Turiaçu, na região de Santa Helena. Os cientistas encontraram estearias semelhantes à de Cajari, com enorme quantidade de louças e cerâmicas. Os estudos revelaram traços idênticos com a cultura marajoara na Amazônia e as tribos da América Central e do Norte.

Porém, na matéria produzida pela TV Mirante não há informação de que o trabalho tenha incluído as ruínas de Cajari. Era de imaginar que, em face da importância do tema, organizações arqueológicas e científicas atuassem em conjunto ou isoladamente, para uma melhor compreensão sobre o que se passou em Cajari em tempos remotos.

Parafraseando Hamlet, personagem de William Shakespeare, há mais mistérios na Baixada Maranhense do que possa supor a nossa vã filosofia. Hoje, quem sabe, com os diversos organismos sociais implantados na região – com especial destaque para o Fórum em Defesa da Baixada – abra-se uma janela para o futuro e se possa melhor enxergar o que ocorreu na região, no passado.

*Jornalista