Vai chegar em Viana? Operação retira cercas irregulares dos campos alagados

Foram identificados mais de 300 hectares de terras cercadas ilegalmente, segundo informou a Secretaria de Meio Ambiente do Estado (Sema)

Por G1 Maranhão


Operação retira cercas de propriedades em Anajatuba

 

Uma operação realizada pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado (SEMA), retirou cercas propriedades consideradas Áreas de Proteção Ambiental (APA) e que estavam em posse de moradores do município de Anajatuba, a 140 km de São Luís. Além da Sema, as Secretarias de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop) e Agricultura Familiar (SAF) e os Batalhões de Polícia Ambiental (BPA) e Batalhão dos Bombeiros Ambiental (BBA) participaram da ação.

Foram identificados mais de 300 hectares de terras cercadas ilegalmente e que configuravam crime ambiental por meio do Decreto Nº 11.900 de 11 de junho de 1991, de criação das Áreas de Proteção Ambiental (APA). De acordo com o decreto, não é permitido o uso de cercas elétricas na área e o cercamento dos Lagos da Baixada Maranhense, por se tratarem de terras da União e do Estado e servem para proteger a biodiversidade aquática do ecossistema.

Moradores da região foram notificados e irão responder por infração ambiental. O material utilizado ilegalmente para cercar os campos foi destruído e algumas casas, uma notificação foi deixada e em caso dez dias as cercas não sejam retiradas, os moradores serão multados. Na região residem, principalmente, populações tradicionais, como pescadores, agricultores familiares, indígenas e remanescentes de quilombos.

Ação teve como objetivo proteger os campos alagados em Anajatuba (Foto: Reprodução/TV Mirante)

De acordo com os moradores, a operação desrespeitou uma ordem judicial que garantia a manutenção do cercado até que a situação de posse da terra fosse resolvida. Em 2015, foi iniciada a primeira retirada das cercas, mas uma determinação da Justiça impediu que a ação continuasse. Desde então, estão sendo registrados conflitos na área em que a ação aconteceu.

Há dois anos, a Comarca de Anajatuba começou a realizar audiências públicas para por fim aos conflitos. Pelo menos 12 famílias conseguiram liminares que garantem sua permanência em suas propriedades, sem que as cercas pudessem ser retiradas. Os moradores reclamam que durante a retirada das cercas, muitos animais fugiram dos locais, causando prejuízo a quem depende dos animais para seu sustento.

O lavrador Ângelo Barbosa disse que a operação foi direcionada apenas para alguns imóveis da região. “A gente queria entender porque a lei não veio abranger o todo. Quem não tem registro de imóvel não é dono. Se eu, que moro aqui há 30 e tantos anos aqui, não sou dono como é que uma pessoa pode chegar e ser o dono e eu não ser?”, questionou.

 

Em nota, a Secretaria de Meio Ambiente informou que a retirada das cercas está sendo feita gradativamente, algumas pelos próprios donos que foram notificados. A Sema informou ainda que multou uma das propriedades porque construiu o cercado com madeira de manguezal.

A secretaria também disse que a construção de cercas nos campos da baixada não é permitida porque, além de serem áreas de preservação ambiental, são terras pertencentes à união e ao estado, e servem para proteger a biodiversidade aquática do ecossistema da região.

Por G1-MA

Viana no Mapa do Turismo Brasileiro

O município de Viana, 217 km da capital São Luís, com suas belezas naturais, um belo lago de água doce e um rico patrimônio arquitetônico colonial, foi inserido no Mapa do Turismo Brasileiro, como integrante do Polo Lagos e Campos Floridos, do qual também fazem parte as cidades de Arari, Cajapió, Cantanhede, Pindaré-Mirim e Pinheiro.

É uma boa oportunidade para o poder público e o empresariado pensarem a Cidade dos Lagos de forma sustentável e transformar as oportunidades em dados positivos para a economia local, por meio de qualificação da mão de obra e melhor atendimento na rede hoteleira, bares, restaurantes, entre outros atrativos, pois caso não atenda os requisitos de uma cidade turística pode ser excluída da lista, assim como ocorreu com outros municípios.

Foto: Luiz Alexandre Raposo

 

Exclusão

Nove municípios maranhenses deixaram de integrar o Mapa do Turismo Brasileiro e outros 16 foram incluídos, ou seja, o Maranhão passou a contar com a sete a mais do que a edição anterior. Todos os polos foram mantidos e mantiveram-se sem alteração os de São Luís e do Delta das Américas, ou seja, nos demais houve inclusões e exclusões.

Os municípios que foram excluídos do Mapa são Apicum-Açu, Cedral, Conceição do Lago Açu, Curupu, Mirinzal, Monção, Santa Inês (foto), Turiaçu e Vitória do Mearim.

Foram incluídos, Balsas, Bequimão, Cajapió, Cantanhede, Centro Novo, Chapadinha, Formosa da Serra Negra, Fortaleza dos Nogueira, Itinga do Maranhão, Montes Altos, Pindaré-Mirim, Pinheiro, Primeira Cruz,São João do Sóter Tasso Fragoso e Vargem Grande.

Veja como ficaram os polos maranhenses no novo Mapa do Turismo:

Polo São Luís: São Luís, Alcântara, Raposa e São José de Ribamar

Polo Lagos e Campos Floridos: Arari, Cajapió, Cantanhede, Pindaré-Mirim, Pinheiro e Viana

Polo Amazônia Maranhense: Carutapera, Centro Novo e Luís Domingues

Polo Chapada das Mesas: Balsas, Carolina, Estreito, Formosa da Serra Negra, Fortaleza dos Nogueira,  Imperatriz, Itinga do Maranhão Riachão, Montes Altos e Tasso Fragoso

Polo Cocais: Caxias, Codó, Coelho Neto, Igarapé Grande, Pedreiras, São João do Sóter e Timon

Polo Delta das Américas: Água Doce do Maranhão, Araioses, Paulino Neves e Tutóia

Polo Floresta dos Guarás:  Bequimão, Guimarães e Porto Rico do Maranhão

Polo Lençóis Maranhenses: Barreirinhas, Humberto de Campos  Santo Amaro do Maranhão e Primeira Cruz.

Polo Munin: Axixá, Cachoeira Grande, Chapadinha, Icatu, Morros e Rosário e Vargem Grande.

Polo Serras Guajajara Timbira e Kanela: Barra do Corda, Grajaú e Jenipapo dos Vieiras.

Fonte: Revista Maranhão Hoje | Aquiles Emir

Governo reestrutura Escritório da Agerp em Viana e anuncia ações para a Baixada Maranhense

O Governo do Estado, por meio do Sistema da Agricultura Familiar, reinaugurou nesta terça-feira, 12, o Escritório Regional da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão (Agerp) de Viana, que leva serviços de assistência técnica a 13 municípios da Baixada Maranhense, atendendo uma média de 100 famílias por município.

A adequação no prédio da Agerp de Viana visa dar condições de trabalho aos servidores da instituição e melhorar o atendimento aos agricultores familiares que procuram a Agência. A reestruturação das sedes regionais da Agerp faz parte do planejamento estratégico do órgão e atendendo uma determinação do governador Flávio Dino de reestruturar a entidade.

Na atual gestão, iniciada em 2016 e comandada pelo presidente Júlio Cesar Mendonça, já foram reinaugurados os regionais de Itapecuru-Mirim, Santa Inês, Barra do Corda, Zé Doca e a sede estadual em São Luís. E inaugurados os escritórios locais de Barreirinhas e Santo Amaro (atendidos pela regional da AGERP de Rosário), Colinas (regional São João dos Patos), Luís Domingues (regional de Zé Doca) e Alcântara (regional São Luís). Ainda este ano, estão programas as reinaugurações dos escritórios regionais da Agerp de Caxias, Timon e Rosário, assim como a inauguração dos escritórios locais de Cururupu e Turiaçu (municípios atendidos pela regional de Pinheiro) e Grajaú (regional Barra do Corda).

Além da inauguração da Agerp de Viana, o Sistema da Agricultura Familiar entregou uma embarcação para o escritório, com o objetivo de atender as famílias ribeirinhas, que até então, havia dificuldade de acesso a essas áreas alagadas por falta de um transporte adequado. Durante o evento realizado no Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Viana, o Sistema SAF fez a entrega também de kits de irrigação; assinatura da ordem de serviço para construção do abatedouro de aves no município de Viana; assinatura da ordem de pagamento do fomento da cadeia produtiva de aves caipira; anúncio do resultado da cadeia de Extrativismo/Babaçu e entrega de certificados de cursos promovidos pelo IFMA e Senar.

O presidente da Agerp, Júlio César Mendonça, ressaltou a importância da reforma nas instalações do escritório para a Agência e das ações na Baixada. “Marca um momento de retomada de crescimento da Baixada através de ações fortes e decisivas no âmbito da agricultura familiar, como a construção do abatedouro de aves e liberação de fomento, a gente gera um incentivo para dinamizar a cadeia de avicultura na região dos Campos e Lagos. E além de tudo isso, estamos fortalecendo a assistência técnica com um novo espaço da Agerp de Viana e uma embarcação pronta para atender as famílias de áreas ribeirinhas”, afirmou o presidente Júlio Mendonça.

O secretário de Estado da Agricultura Familiar, Adelmo Soares, enfatizou o trabalho desempenhado pelo governador Flávio Dino em desenvolver a agricultura familiar do Maranhão. “Nós entendemos que para fortalecer a agricultura familiar precisamos dar condições de produção a essas famílias, e vamos conseguir entregando equipamentos essenciais, como os kits de irrigação, e ainda fortalecendo a cadeia de aves na Baixada e claro, tudo isso com o apoio da Agerp que é quem leva assistência aos trabalhadores rurais,” disse o secretário Adelmo. 

Em Viana, o evento no Sindicato reuniu equipes do Sistema SAF, o prefeito de Viana, Magrado Barros; representantes de instituições financeiras e de ensino, lideranças políticas da região e presidentes de associações de piscicultores e produtores da Baixada Maranhense.

Entrega de kits em Matinha

No município de Matinha, o Sistema da Agricultura Familiar esteve presente e atendeu uma demanda da comunidade quilombola São Caetano, com a entrega de sete kits de irrigação para melhorar a produção familiar do povoado.

A agricultora familiar e coordenadora do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu, Maria da Glória Belfort, destacou que os kits contribuirão para aumentar a produção. “A gente trabalha com horta e tínhamos dificuldades em preparar a horta, é cansativo irrigar manualmente. Com o kit vai ajudar muito nosso trabalho,” contou a agricultora Maria da Glória.

A Escola Príncipe da Paz foi um dos destaques do desfile de 7 de setembro em Viana

A escola particular Príncipe da Paz brilhou no desfile cívico deste ano, na Av. Luis Couto, com o tema “Literatura e Vida”.

Representando a escola, a aluna do 9° ano Adylla Thayná Diniz Ribeiro, 14 anos, filha do casal Adelino Sodre Ribeiro e Tania Reis Diniz, que aproveitaram o momento e agradeceram o Príncipe da Paz por contribuir na sua educação, pois é aluna do Príncipe desde seus 3 aninhos de idade.

Adylla usou um vestido amarelo, criado pelo estilista Guido – Toulon e confeccionado por  Gilvandira Mendonça – (Designer de moda), calçou uma bota exuberante da Chinelaria Franco, make e o cabelo do cabeleireiro Ângelo .

Apaixonada por matemática e ciências exatas, Adylla é amiga, companheira e muito carinhosa. Esteve à frente em quase todas as olimpíadas de matemática realizadas pela sua escola, e adora cantar e tocar violão, um dos seus talentos.

A adolescente, orgulho dos pais e familiares, que sonha ser Engenheira Civil, reinou na avenida como a baliza e princesa da escola Príncipe da Paz.

CONFIRA MAIS IMAGENS DO DESFILE DO PRÍNCIPE DA PAZ

Fórum da Baixada se reúne com a CODEVASF e os Diques começam a virar realidade

Aconteceu ontem, 11/09/17,  na sede da CODEVASF (8ª Região) em São Luís- MA,  a reunião entre o Fórum em Defesa da Baixada Maranhense – FDBM e a equipe da CODEVASF responsável pela visita ao trecho entre Cajapió e Bacurituba,  onde será construída a primeira etapa dos Diques da Baixada – uma das obras mais importantes para a microrregião.

Além da obra de engenharia que, por si só, já garante um grande avanço, a CODEVASF ressaltou que pretende que os Diques sejam também uma obra que possa levar desenvolvimento para os municípios  que serão abrangidos por ele. Para isso, o órgão observará as potencialidades de produção e mercado de cada município, a fim capacitar e incentivar arranjos produtivos locais e outras ações de desenvolvimento que possam gerar  renda e aquecer a economia local.

Os membros do FDBM, presentes à reunião, agradeceram a equipe de CODEVASF e discorreram  sobre os graves problemas que atingem a região, devido à estiagem, que será minimizada com os Diques da Baixada. Falaram também que há anos esperam por essa obra, que trará inúmeros  benefícios.

A visita técnica inicia hoje. Os forenses designados para a missão foram: Nélio Junior, Maninho Braga, Chico Gomes, Valente e Expedito Moraes, expedicionários do Fórum que acompanharão a equipe da CODEVASF.

Vianense é preso em flagrante por matar a própria esposa a facadas em São Luís (MA)

 

Crime teria sido realizado na frente de três crianças que estavam dentro do apartamento do casal. Suspeito é natural do Povoado Prequeú – Viana, na Baixada Maranhense

Joel Magno Siqueira dos Santos foi preso em flagrante (Foto: Polícia Militar / Divulgação)

Um homem foi preso em flagrante por ter matado sua própria esposa a facadas na noite deste sábado (09) em São Luís. O crime aconteceu no Codomínio Eco Park III, localizado no bairro do Anil, e teria sido realizado na frente de três crianças que estavam dentro do apartamento do casal.

Joel Magno Siqueira dos Santos tentou deixar a cidade logo após ter praticado o crime, mas foi preso na Avenida Guajajaras, antes de deixar a capital. Joel ainda foi levado ao local do crime, no Codomínio Eco Park III, bloco 16, apto 202, onde foi reconhecido por moradores como o autor do homicídio.

Faca que teria sido utilizada por Joel (Foto: Polícia Militar / Divulgação)

Joel Magno Siqueira dos Santos tem 40 anos e foi levado a Delegacia de Homicídios, onde foi autuado em flagrante. A faca utilizada no crime também foi encaminhada. A vítima foi identificada como Dayane Sousa dos Santos, de 25 anos. Por G1 Maranhão, São Luis, MA

Cajari e a cidade desaparecida

Arquivo google

por Nonato Reis*

A Baixada Maranhense em seus primórdios foi habitada por tribos de índios, que não apenas desbravaram a região, estabelecendo as trilhas de comunicação entre os diversos povos, como também ergueram vilarejos e até cidades. Em Viana no século XVIII, por exemplo, havia a Aldeia do Maracu, um núcleo organizado com ruas e casas, habitado por índios tupinambás, destruído depois no rastro da catequese. Penalva foi reduto dos Gamela, posteriormente dominado pelos jesuítas.

Em Cajari, a poucos quilômetros de Viana, há sinais físicos de uma civilização muito mais recuada no tempo, anterior ao próprio Descobrimento do Brasil, talvez pré-histórica. O vianense Raimundo Lopes, respeitado dentro e fora do Brasil por sua atuação na área de antropogeografia, realizou estudos iniciais no leito do Lago de Cajari e concluiu que as ruínas do lugar representam os restos de uma cidade lacustre, densamente povoada e organizada.

Durante o verão, quando as águas do rio Cajari (curso natural que serve de ligação entre os lagos de Viana e Cajari) abaixam de forma significativa, era possível, décadas atrás, observar as colunas verticais de madeira encadeadas numa extensão de quase dois quilômetros, a partir das nascentes do rio até o lugar conhecido como Urubuquissáua.

Urubuquissáua, aliás, concentra enorme quantidade de objetos (de arte e utensílios domésticos) em cerâmica e pedra. Em seu livro “História de um menino pobre”, editado pela primeira vez em 1963, o médico e escritor Sálvio Mendonça avalia o estado desses objetos como “extremo desgaste”, mas assinala que “os esteios (tocos em cima dos quais se erguiam as casas sobre as águas) mantêm a verticalidade, indicando que foram suportes de habitações, cuja superestrutura desapareceu através de milênios, em pleno lago”.

Na pesquisa feita por Raimundo Lopes em 1919, aproveitando a seca rigorosa daquele ano que pôs a descoberto o conjunto de fundações da cidade desaparecida, foram encontrados amuletos que lembram as peças usadas por tribos pré-colombianas. Lopes, à época, disse que “a estearia apresentava-se toda visível, com os seus milhares de esteios numa perspectiva belíssima, impressionante, esponteando com os seus troncos negros, como se fosse imensa floresta, a face argentada das águas”.

Para Sálvio Mendonça, em seu livro, as ruínas de Cajari indicam a existência no local de uma civilização especial, contemporânea da Marajó, na Amazônia, do México e da Centro-América, no Peru, “talvez do ramo das tribos vindas da Ásia (…), evoluindo no México para a destacada civilização Azteca, e no Peru, para os Incas”.

É de causar espécie que mesmo diante de sinais claros da existência de uma antiga civilização em Cajari o poder público e a iniciativa privada não tenham demonstrado interesse concreto de promover estudos de natureza arqueológica no local, para levantar a origem dessas ruínas e informações sobre que povos se estabeleceram ali, como viviam e que contribuições tenham dado para a colonização posterior.

A Universidade Federal do Maranhão patrocinou recentemente uma expedição científica na Baixada Maranhense, para identificar sítios arqueológicos ao longo da Bacia do rio Turiaçu, na região de Santa Helena. Os cientistas encontraram estearias semelhantes à de Cajari, com enorme quantidade de louças e cerâmicas. Os estudos revelaram traços idênticos com a cultura marajoara na Amazônia e as tribos da América Central e do Norte.

Porém, na matéria produzida pela TV Mirante não há informação de que o trabalho tenha incluído as ruínas de Cajari. Era de imaginar que, em face da importância do tema, organizações arqueológicas e científicas atuassem em conjunto ou isoladamente, para uma melhor compreensão sobre o que se passou em Cajari em tempos remotos.

Parafraseando Hamlet, personagem de William Shakespeare, há mais mistérios na Baixada Maranhense do que possa supor a nossa vã filosofia. Hoje, quem sabe, com os diversos organismos sociais implantados na região – com especial destaque para o Fórum em Defesa da Baixada – abra-se uma janela para o futuro e se possa melhor enxergar o que ocorreu na região, no passado.

*Jornalista