Diálogos Metropolitanos debate mobilidade urbana para municípios da Grande São Luís

Técnicos, professores, estudantes e membros da sociedade civil debateram, nesta quarta-feira (17), o diagnóstico e sugestões para a mobilidade urbana nos 13 municípios incluídos na Região Metropolitana da Grande São Luís. O debate foi realizado no auditório da Secretaria de Estado das Cidades e Desenvolvimento Urbano (SECID), na capital, durante mais uma edição do Diálogos Metropolitanos do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI).

Os diálogos são promovidos pelo Governo do Maranhão, por meio da Agência Estadual Metropolitana (AGEM), da SECID, e do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos do Maranhão (IMESC). Nesta edição, também estiveram presentes representantes da Agência de Mobilidade Urbana (MOB).

De acordo com o presidente da Agência Executiva Metropolitana, Lívio Jonas Mendonça Corrêa, o Diálogos Metropolitanos é uma momento muito importante de discussão entre a sociedade civil e órgãos do Governo a respeito de temas relacionados à mobilidade. “Foi bastante proveitoso, pois pudemos visualizar o Diagnóstico que está sendo concluído e, a partir daí, pensar em planos de ação que beneficiem toda a população”, afirmou. 

Segundo o secretário adjunto de Assuntos Metropolitanos da SECID, Raimundo Reis, o evento trouxe para a discussão social análises que vêm sendo feitas em toda a Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL) e o destaque desta edição foi o tema mobilidade. “Estamos acompanhando a participação, o interesse da sociedade civil, e o objetivo é melhorar o nosso estudo, prosseguir na elaboração do nosso PPDI para chegar ao final e ter um diagnóstico completo da Região Metropolitana”, explicou.

O engenheiro civil Marcus Vinícius Oliveira apresentou os resultados do trabalho de diagnóstico realizado junto com os órgãos de governo. Ele destacou a relevância da participação popular na construção do Plano de Diretor de Desenvolvimento Integrado (PDDI). “A gente fez um diagnóstico com foco na mobilidade da Região Metropolitana para apresentar esse diagnóstico hoje, para colher sugestões, críticas, enfim, termos aqui um processo mais participativo, que envolve pessoas que vão usar o que propusermos aqui”, comentou Marcus Vinícius.

Danilo Paiva é estudante de Arquitetura e Urbanismo e foi um dos que se interessaram pelo encontro, principalmente como cidadão. “Além de estudar, eu também sou usuário do transporte público, tenho família que mora na Baixada e eu viajo sempre para lá. A ideia de que tenha agora uma programação integrada entre os municípios da Região Metropolitana é muito importante. Me interesso não só como estudante, mas principalmente como usuário, como cidadão”, disse Danilo.

PDDI da Região Metropolitana

O PDDI-RMGSL foi instituído pelo governador Flávio Dino, por meio da Lei Complementar 174, de maio de 2015. A Lei prevê que a execução das funções públicas, de interesse comum aos municípios integrantes da Região, ocorrerá a partir do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado.

Com uma população de 1.590.138 habitantes, a Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL), regida pela Lei Complementar Estadual nº 174/2015, abrange 13 municípios: Alcântara, Axixá, Bacabeira, Cachoeira Grande, Icatu, Morros, Paço do Lumiar, Presidente Juscelino, Rosário, Raposa, São José de Ribamar, Santa Rita e São Luís.

Em que medida a censura promovida pelo STF mexe com a liberdade de expressão

Cerceamento por parte da corte à imprensa fere o direito de livre manifestação e acirra os ânimos — já tensos — no Poder Judiciário


Os ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli são amigos e aliados. A ação da dupla gerou críticas por parte dos veteranos da Corte. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

Carolina Brígido e Dimitrius Dantas (ÉPOCA)

Na sexta-feira 12, quando a revista digital Crusoé publicou reportagem relacionando José Antonio Dias Toffoli à delação premiada do empresário Marcelo Odebrecht, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) se calou. Não respondeu às perguntas feitas pelos jornalistas que assinavam o texto, tampouco deu declarações públicas sobre o assunto. Em vez disso, procurou Alexandre de Moraes, seu amigo desde os tempos da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e hoje colega no tribunal. Pediu que ele tomasse providências. Nas horas seguintes, Moraes redigiu e assinou a decisão que tiraria a reportagem de circulação. Em suas palavras, o texto era “fake news”. A ordem foi cumprida por um oficial de Justiça — que, como nos tempos da ditadura militar, entrou na redação da revista por volta das 11 horas de segunda-feira, empunhando uma intimação.

A notícia publicada pela Crusoé afirmava, com base em um e-mail anexado a um inquérito policial conduzido pela força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, que Marcelo Odebrecht se referira a Dias Toffoli como “o amigo do amigo de meu pai”, no período em que o hoje ministro era advogado-geral da União (AGU). O processo também continha uma explicação de Odebrecht sobre o teor da mensagem, que havia sido enviada por ele ao então diretor jurídico da empreiteira, Adriano Maia, em 2007. Antes de optarem pela censura, os ministros não consultaram outros colegas do STF. Trata-se de uma dobradinha que já havia suscitado críticas um mês atrás, quando Toffoli baixou uma portaria para abrir um inquérito com o intuito de investigar ataques virtuais ao tribunal e seus integrantes, em alguns casos por indivíduos que se valiam de informações falsas compartilhadas em grupos de discussão.

Um interlocutor dos magistrados confidenciou que, ao tomarem a decisão de tirar o texto do ar, Toffoli e Moraes insinuaram desconsiderar a Crusoé e o site que controla a revista, O Antagonista, como imprensa, e sim, nas palavras do interlocutor, como “sites vendidos”, insinuando que os veículos não teriam como premissa a publicação de informações isentas e de interesse público. Os ministros demonstraram colocá-los, conceitualmente, no mesmo balaio semântico das postagens do general da reserva Paulo Chagas, crítico da Corte nas redes sociais e alvo de busca e apreensão na operação da Polícia Federal que se seguiu à censura. Os ministros não responderam aos pedidos de entrevista da reportagem, mas pessoas que tiveram acesso aos magistrados afirmam que não há sinal de arrependimento. O fato final foi que a revista Crusoé , que é imprensa, e Chagas, um cidadão exercendo seu livre direito à manifestação, foram cerceados.

Corpo da radialista Helena Leite é sepultado em São Luís

Helena Leite foi sepultada neste domingo (31) no Cemitério do Gavião, na capital. Parentes, amigos, colegas de trabalho e admiradores participaram do funeral da radialista.

Corpo da radialista Helena Leite é sepultado em São Luís — Foto: Alessandra Rodrigues/Mirante AM

O corpo da radialista maranhense Helena Leite foi sepultado na manhã deste domingo (31) no Cemitério do Gavião, no bairro Madre Deus, em São Luís. Parentes, amigos, colegas de trabalho, apoiadores da cultura e admiradores estiveram no local e prestaram as suas últimas homenagens no funeral da radialista, que foi levada ao cemitério no caminhão do Corpo de Bombeiros.

Helena Leite tinha 67 anos e morreu na madrugada de sábado (30) após sofrer um infarto fulminante. Ela ainda chegou a ser levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no bairro Vinhais, na capital, mas não resistiu e morreu.

Helena Leite trabalhou em algumas das principais emissoras de rádio em São Luís, sempre muito ligada à cultura popular, principalmente ao bumba meu boi.

Parentes, amigos, colegas de trabalho, apoiadores da cultura prestaram as suas últimas homenagens no funeral da radialista Helena Leite — Foto: Alessandra Rodrigues/Mirante AM Parentes, amigos, colegas de trabalho, apoiadores da cultura prestaram as suas últimas homenagens no funeral da radialista Helena Leite — Foto: Alessandra Rodrigues/Mirante AM

Parentes, amigos, colegas de trabalho, apoiadores da cultura prestaram as suas últimas homenagens no funeral da radialista Helena Leite — Foto: Alessandra Rodrigues/Mirante AM

Repercussão

O Governo do Maranhão, a Prefeitura de São Luís, a Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema) e o Sindicato dos Jornalistas emitiram notas de pesar em relação a morte da radialista maranhense. Confira abaixo:

Sindicato dos Jornalistas

“Com profunda tristeza registramos o falecimento da radialista e folclorista Helena Leite, defensora incansável da cultura popular, que marcou época no Rádio maranhense com passagem por diversas emissoras como Educadora, Difusora, Timbira, Capital e outras sempre com programas em que defendia com muita coragem e compromisso o folclore da nossa terra. Enviamos à família e amigos da prateada os nossos pêsames e solidariedade com nossa saudade”.

Governo do Maranhão

“Com 50 anos de trabalho, Helena Leite dedicou grande parte da sua vida à cultura popular do Maranhão, atuando em programas de rádio na defesa e divulgação deste segmento. Em sua trajetória profissional, Helena Leite deu grande contribuição à Comunicação e Cultura do Maranhão, atuando em emissoras como Timbira, Educadora, Difusora, Capital e outras. O corpo será velado no Parque Folclórico da Vila Palmeira. Neste momento de dor, o Estado se solidariza com os amigos e familiares de Helena”.

Morre aos 67 anos a radialista Helena Leite — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Prefeitura de São Luís

“A Prefeitura de São Luís lamenta o falecimento na madrugada deste sábado (30) da radialista e produtora cultural Helena Leite, aos 67 anos.Helena se tornou conhecida por sua trajetória no rádio em prol da cultura maranhense, atuando fortemente na divulgação e deixando um importante legado nestas áreas. Neste momento de dor e saudade, o prefeito Edivaldo Holanda Junior manifesta solidariedade à família, amigos e admiradores da radialista, pedindo a Deus que conforte a todos”.

Assembleia Legislativa do Maranhão (Alema)

“A Assembleia Legislativa do Maranhão lamenta, profundamente, o falecimento da radialista Helena Leite, de 67 anos, ocorrido neste sábado (30), em São Luís. A radialista passou por vários veículos de Comunicação, onde deixa, agora, um enorme vazio sem a sua brilhante e marcante voz, que se destacava, principalmente, em prol da cultura de São Luís e do Maranhão. Manifestamos nossa solidariedade aos seus familiares e amigos, rogando a Deus que conforte a todos neste momento de profunda dor”.

Por G1 MA — São Luís

Elimine de sua vida o hábito de reclamar. É a gratidão que vai transformar a sua vida

Quem vive lamentando está gerando uma energia contrária ao sucesso e à felicidade. Ser grato pode ser uma ferramenta poderosa para transformar a sua vida.

osegredo

Somos um corpo energético, cada molécula do corpo humano na verdade é uma vibração de energia. O átomo quando muda o seu estado, está absorvendo e emitindo frequências eletromagnéticas. Hoje já se sabe que diferentes estados de emoção, percepção e sentimentos resultam em diferentes frequências eletromagnéticas.

Reclamar da vida e dos outros, causa insatisfação geral e cria um campo magnético na mesma frequência, atraindo pessoas e situações que trazem mais insatisfação e desconforto. Assim trabalha o universo, pois traz em retorno aquilo que emitimos.

Elimine de sua vida o hábito de olhar o lado ruim das pessoas e das situações. É possível que, hoje, você veja seus obstáculos e tenha se tornado um especialista em reclamar e não em agradecer. Por isso, não consegue deixar de falar da crise financeira, das pessoas que o machucam e das frustrações da vida.

Ser grato auxilia a reduzir o estresse, a ansiedade e a depressão. Ameniza as situações adversas, deixando-as mais leves, além de provocar o sentimento de valor ao que se tem, e menos frustração pelo que não tem.

Quando nos concentramos no que nos falta, nós criamos bloqueios e limitações. Ficamos aprisionados pela vibração da nossa energia negativa. Como resultado, nós atraímos o que pensamos, o que neste caso é a negatividade.

Comece a observar as pequenas coisas a sua volta, muitas delas são fundamentais para sua sobrevivência. O ar que você respira, a água, o sol, a chuva, o dia, a noite, etc. Você já agradeceu por isso hoje? Não fique esperando acontecimentos espetaculares para sentir gratidão, seja grato pelas pequenas coisas do seu dia a dia.

A gratidão torna a vida mais alegre, agradável e gloriosa. E ela precisa ser cultivada e expressa, mesmo em situações aparentemente desfavoráveis.

Mesmo que a nossa volta pareçam existir milhares de motivos para reclamações, devemos olhar por outro foco e assim encontrar motivos para ser gratos.

A gratidão é uma das mais poderosas ferramentas para elevar a vibração que você pode praticar. Um exercício fundamental para o seu crescimento é ser grato por pessoas e situações em sua vida que o tiram do sério e o irritam. Descubra por que  irritam tanto. Considere a possibilidade de que eles podem estar agindo como um espelho para mostrar aspectos de si mesmo que precisa mudar.

O que nós precisamos saber é que todos temos potencial, inteligência, energia e capacidade para sermos felizes. Mas precisamos dar os comandos corretos para nossa mente, para que ela possa acionar nossos talentos mais apropriados em cada situação, tornando-nos o mais eficientes, mais plenos, mais inteiros em cada um dos projetos a que nos propusermos realizar.

Um dos principais ingredientes da felicidade é sermos grato por tudo aquilo que temos e pelas pessoas que enriquecem as nossas vidas.

Não existe o que não podemos discutir, mas existem pessoas com quem não devemos discutir

Evite entrar em discussões sem serventia, com pessoas que não ouvem ninguém além de si próprias. Nosso tempo é precioso demais para gastá-lo com o que não acrescenta, não enriquece, não leva a lugar algum.

Obvius

Não há quem não sinta dificuldade em conversar sobre assuntos vários, sem que seja contrariado de forma agressiva ou sarcástica. Isso tanto em rodas de amigos quanto nas redes sociais. Muitas pessoas querem defender suas opiniões a qualquer custo, qualquer mesmo, não se importando minimamente com os sentimentos alheios, ou com a fundamentação que utilizam para sustentar o que pregam.

Opinar sobre determinadas questões requer um conhecimento mínimo do assunto. O setor educacional, por exemplo, é bombardeado por recomendações e críticas de pessoas que nunca leram um texto pedagógico na vida. Lembremos o que recentes questionamentos à necessidade de vacinação provocaram, entre muitos outros exemplos de intromissão desnecessária em questões importantes. Opiniões leigas são admissíveis em conversas de botequim; na vida real e prática, podem ser um perigo.

Além disso, é preciso ter a consciência de que, quando se emitem pontos de vista, eles nunca serão unanimidade e, por isso mesmo, encontrarão discordâncias pelo caminho. A discordância é saudável, afinal, quando conhecemos outros lados, outras visões de mundo, poderemos ampliar e melhorar ainda mais nosso entendimento, reelaborando o que sentimos e como sentimos a vida. É no confronto que crescemos, deixando de lado o que não serve e abraçando o novo, o mais coerente.

No entanto, mesmo que seja difícil haver discussões sem alguma manifestação mais efusiva, pois o calor das emoções se eleva muito nessas horas, o respeito, sobretudo, deverá permanecer. Não podemos levar para o lado pessoal questões que tratam de assuntos lá de fora, tampouco deveremos nos sentir ofendidos por discordarem de nós. A forma como reagimos quando somos contrariados e a forma como o outro reage quando discorda de nós revelam a educação – e, muitas vezes, o caráter – de ambas as partes.

Cabe-nos, enfim, evitar entrar em discussões sem serventia, com pessoas que não ouvem ninguém além de si próprias. Nosso tempo é precioso demais para gastá-lo com o que não acrescenta, não enriquece, não leva a lugar algum. Tempo não se acha no lixo. Portanto, não existem assuntos que não podem ser discutidos, mas existem pessoas com quem não devemos discutir. Jamais.

Não deixe a política destruir suas relações pessoais

Este conselho não deveria ser oportuno e necessário numa democracia.

Democracias são sistemas políticos que valorizam, estimulam e protegem a liberdade dos cidadãos. Nelas a política não é a questão mais importante da vida. Muito mais importante são as relações de família, a carreira profissional, as relações afetivas como a relação de amor, o sentimento patriótico, a saúde, os objetivos e projetos de vida, as amizades…Isto é verdade nas democracias estáveis; não nas instáveis.

Democracias estáveis são aquelas que conseguem manter alta legitimidade de suas estruturas de governação; alta eficiência governamental; alta autenticidade no efetivo respeito e obediência às regras democráticas (isto é que não se limitem ao formalismo da letra da lei); e, duração temporal dos seus órgãos de governo – ao menos três gerações sem mudanças radicais e abruptas de suas estruturas de governação – (institucionalização).

Democracias instáveis são fracas em todos os quatro critérios. São sistemas políticos permanentemente sujeitos a mudanças porque os valores básicos e essenciais, que sustentam uma democracia no sentimento dos cidadãos, apoiam-se em frágeis consensos. Nessas democracias é comum observar-se que tudo está em questão; todos os valores básicos referentes à vida social, econômica, cultural, política, moral e religiosa das pessoas estão em questão, são objetos de intensa divisão que, facilmente escorrega para animosidade, hostilidade e até mesmo ódio.

Democracias em grave crise, e nestes casos até mesmo aquelas democracias estáveis tornam-se presas desta instabilidade, porque não conseguem resolver seus problemas dentro dos canais institucionais que os dirigem para um encaminhamento racional, pacífico e eficiente.

Nestes casos a sociedade sofre a ameaça de uma divisão profunda que tende à dicotomização do nós contra eles. Neste processo verifica-se o agravamento da divisão e o enfraquecimento do consenso. Esta é uma divisão verticalizante, que cria um abismo entre dois blocos que tornam se irreconciliáveis e resultam no esvaziamento progressivo da posição central, moderada, transigente e negociadora.

Quando uma sociedade atinge este estágio o sinal mais forte é o avanço da divisão política e com ela a hostilidade e até o ódio para dentro da unidade familiar. Os membros da família “hurlent de se trouver ensemble” (urram quando se encontram). Relações familiares são rompidas e, em casos de guerra civil, como ocorreu na Espanha de 1936 a 1939, combatiam em exércitos inimigos.

Na França, na última década do século XIX, a sociedade ficou dividida entre os Dreyfusards e os anti-Dreyfuss, no episódio da condenação de Alfred Dreyfuss, oficial do estado maior do exército, como traidor à serviço da Alemanha. Há uma charge que tornou-se famosa sobre esta divisão que “rachou” a França. A cena é uma mesa grande preparada para o almoço da família. O chefe da família avisa a todos que “não se fala sobre política”. No segundo desenho aparecem todos os membros engalfinhados entre si brigando.

O importante a lembrar é que há outras esferas da vida muito mais importantes que a política. Não costumam ser os companheiros políticos aqueles amigos que nos acompanham nos piores momentos da vida. Relações construídas há anos se forem sacrificadas num altar político são perdas irreparáveis. Relações familiares na maioria das vezes são o último reduto da proteção, solidariedade e amor.

Por outro lado a política é na sua essência e natureza mutável. O que parece definitivo hoje, deixa de sê-lo amanhã. A família e os amigos ao contrário, são relações afetivas, complementares, fiéis e destituídas de interesses materiais.

Por essas razões e tantas outras evite que a política se torne mais importante que o amor. A política divisiva é feita de sentimentos que berram; o amor é feito de respeito, atenção e cuidados.

(Via blog mundodapolítica)

Documentário resgata história e memória do carnaval vianense

Vai querer vai querer! Vai! Vai querer vai querer! Vai! Para o nosso bloco? Nada! Para o dono da casa? Tudo!

Divulgação

Se você não é desse tempo em que os blocos de carnaval que percorriam as estreitas ruas de pedra de Viana, para visitar amigos ou fazer referências ao prefeito municipal em frente ao palanque oficial da Praça Ozimo de Carvalho, agora pode rever antigas fotografias e tomar conhecimento de muitas histórias do nosso carnaval, narradas por personagens que viveram essa época, entre eles o advogado Zé Santos.

A iniciativa do empresário e ex-prefeito Benito Filho, pretende resgatar essas memórias, em tempos de carnaval em áreas livres com potentes bandas que tocam axé, funk, forró, entre outros ritmos, que nem de longe fariam parte da cultura vianense de outrora.

Divido em duas partes, o documentário vai ser exibido pela TV Maracu –  Canal 11, de Viana, e a primeira parte já se encontra disponível no face book neste link: https://www.facebook.com/watch/?v=266143524299409

Nessa primeira parte, um pouco da história de blocos como o “Gavião” e o “Belechê”, ambos situados na parte alta da cidade, cujos integrantes relembram momentos das brincadeiras.

Segundo o idealizador, “O primeiro vídeo é apenas um aperitivo. Temos certeza que muitos vianenses devem possuir fotos ou imagens dos antigos carnavais, que poderemos reeditar e complementar o conteúdo. O importante é que as pessoas, principalmente os vianenses se reencontrem com sua história e revivam aqueles carnavais dos bons tempos”, conclui Benito.