Cenas mostram: vianenses ganharam abadá, mas na eleição “não vestem a camisa” do Macho Velho

Os vianenses acordaram de ressaca. Não exatamente por causa do carnaval para a maioria. O baile aconteceu há quase quatro anos. Nos palanques, foi oferecida água de qualidade, estradas e mudança. E nada foi feito. Mais de um milhão de reais foram torrados com a festa de Momo e a cidade continua destruída por buracos, ruas intrafegáveis e escuras, obras inacabadas e péssimos serviços públicos. Viana, porém acordou. Até quem brincou,  vestiu o abadá, mas não veste a camisa do Macho Velho. As cenas lamentáveis comprovam a popularidade do prefeito Magrado Barros (DEM) descendo ladeira abaixo.

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Magrado só conseguiu colocar nas ruas o Bloco do Macho Velho após a obtenção de uma liminar, em tempo recorde, que suspendeu a decisão da juíza da Comarca, Odete Maria Pessoa Mota. Para contrapor ao parecer de que o bloco tinha “objetivos nada republicanos de promoção pessoal”, os advogados de Magrado incluíram na defesa uma nota fiscal no valor de 15 mil reais pagos por uma única pessoa.

Ao contrário do que determinou o desembargador Raimundo Nonato Magalhães Melo, que autorizou o Bloco do Macho Velho, permitindo a venda do abadá, nenhum vianense pagou um real para se esbaldar na brincadeira. Litros e litros de cerveja distribuídos à população que, há quase quarto anos, não tem água nas torneiras.

O bloco é do Macho Velho assim como velhos são os problemas de Viana.

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