Viana – um show de civilidade

 

João Francisco Batalha

Quem foi à posse da Drª.  Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, na presidência da Academia Vianense de Letras, no dia 28 de janeiro findo, assistiu a um show de cultura e civismo. Na tricentenária cidade da Redinha de Algodão, a quarta mais antiga do Maranhão, estive presente, em comitiva da Federação das Academias de Letras do Maranhão, juntamente com os confrades Vavá Melo, de São Bento,  e Roque Macatrão, de Brejo.

A velha Aldeia de Maracu se revestiu de beleza com a presença de representações da Federação das Academias de Letras do Maranhão, Academia Maranhense de Letras, Academia Ludovicense de Letras, Academia de Letras Jurídicas, Academia Arariense-Vitoriense de Letras e das academias de Letras de Anajatuba,  Barra do Corda,  Esperantinópolis, São Bento, Brejo, Itapecurú-Mirim,  Pinheiro e Santa Inês; dos diversos seguimentos da sociedade local; desembargadores, juízes, promotores de justiça, jornalistas, profissionais liberais  e autoridades constituídas de Viana,  Matinha e Perimirim. Representantes da Maçonaria e das igrejas católica e evangélica, e, também, com a presença cativante da deputada federal Luana Alves.

O glamour do dia registrou a igreja Catedral lotada, repleta de visitantes, que ali compareceram para homenagear a nova diretoria da AVL.

Os arredores da cidade estavam lindos nesta época invernosa, em que os rios e lagos trasbordam sobre os campos, que se revestem de um lindo verde bandeira. O céu azul,  manchado de  pesadas nuvens de chuva e o horizonte bordado  pela beleza da  brancura das garças revoantes.

Mais distante, não pude contemplar a pujança do Aquiri, mas rezei na Igreja da Conceição e assisti Missa em Ação de Graças pela posse da nova diretoria  da Academia Vianense de Letras. Acompanhei os ritos e os cantos da Igreja Católica e maravilhei-me com participação melódica e  harmoniosa da linda voz da presidente empossando.

No salão de festas, onde houve a transmissão de cargos e comemoração, a tradicional vocação musical e cultural da terra dos músicos e de Estevam Rafael de Carvalho  foram lembradas, assim como os nomes dos vianenses notáveis que sobressaíram-se no campo do saber e da erudição  foram reverenciados, inclusive o de  Dilú Melo.

“… Como é bom uma redinha de algodão… , toda branquinha, feita lá no Maranhão”…

Parabéns, Viana, cidade dos rios, dos lagos, dos verdes campos, dos peixes e das mulheres brejeiras, que se destacam pela elegância, pela beleza e pelo saber.

João Francisco Batalha   

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