Não há como ter envolvimento amoroso sem estar vulnerável ao outro

Gostar é por vontade própria baixar as defesas e se expor

Thaís Petroff, via Vya Estelar

Relações amorosas talvez sejam uma das coisas que mais mexem conosco. Tanto no sentido de nos fazer sonhar quanto também de causar bastante dor e sofrimento.

Gostar é por vontade própria baixar as defesas e se expor a ser magoado. É estar vulnerável ao outro.

Não há como ter envolvimento amoroso sem abertura, sem a permissão de “deixar o outro entrar”.

Se você opta por se proteger, por se fechar, você não tem como “experienciar” esse envolvimento. Você pode flertar, paquerar, até ter contatos físicos, mas seu coração estará fechado, impedindo essa vivência.

Há desse modo uma escolha a ser feita, uma decisão racional a ser tomada. Sim! A mente participa do processo da paixão e enamoramento. Ela deve permitir que esse processo ocorra. Do contrário, diversas defesas serão ativadas como: esquiva, diminuir as qualidades da outra pessoa, sair com mais de uma pessoa ao mesmo tempo para não se envolver, não relaxar etc.

Reflita e compreenda se você pode estar influenciando ou dificultando a fluidez da parte amorosa da sua vida por medo e por não querer ficar vulnerável.

Lembre-se: se não há vulnerabilidade, não há como ocorrer o envolvimento amoroso.

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