BEBECO Supermercados sorteia 3 prêmios neste sábado

A manhã deste sábado (25) será bastante movimentada na Barra do Sol. O BEBECO Supermercados – O Filho do Rei – loja de Viana, estará promovendo um delicioso café da manhã, degustação de bolos e sorteio de três prêmios para a sua clientela: 1 LIQUIDIFICADOR WALITA; 1 LIQUIDIFICADOR MONDIAL E UM FOGÃO ESMALTEC 4 BOCAS. 

Divulgação

A rede que se prepara para inaugurar mais uma loja em Matinha, na Baixada Maranhense, segue com sua política de vender mais barato, grande variedade de produtos e ainda promove eventos de atração, que fazem grande sucesso em suas lojas.

“Nossa filosofia segue firme, em fidelizar nossos clientes, sempre com variedade e preços atrativos. Nossos clientes gostam e sempre voltam, depois que comprovam a maior economia, facilidades e ainda sorteamos itens de grande utilidade para o lar”  pontou o empresário João Rafael, proprietário da rede. 

VEM AÍ O SORTEIO DE UMA MOTO

Além de comprar barato, os clientes vão participar do sorteio de uma moto CG START 160 0Km – que tem autonomia na cidade ou em longos percursos, equipada com painel marcador de combustível e hodômetro total e parcial facilitando a pilotagem. Quanto mais cupons, mais chances de ganhar!

Divulgação

Nas compras de R$ 20,00 (vinte reais) o cliente recebe o cupom da promoção, que deve ser preenchido com dados pessoais e colocado nas urnas das lojas de Viana ou Penalva. Aí é só aguardar e torcer pra ganhar.

Sem qualquer diálogo, Governo do Estado quer despejar entidades de classe da Casa do Trabalhador

A administração do Condomínio da Casa do Trabalhador, local que sedia dezenas de entidades de classe, em São Luís, incluindo o SINTSEP, foi notificada pela Secretaria de Estado da Gestão, Patrimônio e Assistência dos Servidores (Segep) a desocupar o imóvel, no prazo de 30 dias, alegando insalubridade na edificação e necessidade imediata de intervenção.

 

Acontece que a decisão foi tomada sem qualquer diálogo ou conversa prévia com as entidades sediadas no prédio, muito menos com a administração do local e, agora, correm o risco de serem despejadas. Lembramos que a Casa do Trabalhador foi construída com recurso federal, oriundo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), exclusivamente para sediar entidades de classe.

No ofício, a Segep anexa parecer técnico emitido pela Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil do Corpo de Bombeiros. Segundo o documento, após vistoria, foram constatadas anomalias na estrutura do prédio e, por consequência, a necessidade imediata de desocupação para a realização de intervenção de caráter preventivo e corretivo pelo Governo do Estado. O documento assinado pela titular da Segep, secretária Flávia Alexandrina, não informa prazo para o início e a conclusão dos reparos, nem do retorno das entidades de classe para o prédio, deixando os sindicatos sem qualquer alternativa.

O laudo refere-se às necessidades de reparos em face de alguns problemas de infiltrações, entre outros, sem, contudo, apontar para a possibilidade de risco iminente de desabamento ou ocorrência semelhante, que justifique a necessidade de desocupação para efetivação dos reparos.

Em reunião na tarde de terça-feira (21), com os 41 sindicatos sediados na Casa do Trabalhador, o presidente do Condomínio, sindicalista Hildemar de Jesus Nina, ressaltou, ainda, que não procede a informação de que o prédio está sendo subutilizado, e que a parte em que foram verificados alguns problemas é exatamente o piso superior ocupado, há até pouco tempo, por órgãos da Secretaria de Estado da Saúde (SES), que não promoveu a devida manutenção, deixando chegar à atual situação.

Sendo assim, o parecer está sendo utilizado para fazer crer que existe um problema muito grave, o que não é verdade, para promover a expulsão das entidades ali sediadas. Vale lembrar que a Casa do Trabalhador já passou por inúmeras reformas, sem que tenha sido desalojado qualquer um dos sindicatos do local.

No governo Flávio Dino, a Casa do Trabalhador já foi oferecida para a Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), que rejeitou, e agora, por último, à Defensoria Pública, que também rejeitou. Ou seja, o governador vem, a qualquer custo, tentando expulsar as entidades de classe da Casa do Trabalhador, que foi construída com a finalidade específica de abrigar os sindicatos. A desocupação arbitrária, por meio de ofício e sem qualquer diálogo prévio, mostra o autoritarismo do Governo do Estado e a total falta de consideração e respeito com aqueles que representam legitimamente os trabalhadores do nosso estado, agora deixados “a ver navios”.

Fonte: Portal do Sintsep

Penalva – Ex-prefeito Edmilson Viegas desmente opositores

Vítima de uma política suja, pautada na mentira e no engano, o ex-prefeito Edmilson Viegas (PDT, Penalva) vem a público ratificar a sua pré-candidatura a prefeito de Penalva, nas eleições, do dia 15 de novembro de 2020.

O ex-prefeito Edmilson tem usado as mídias sociais, para desmentir seus adversários políticos e esclarecer a sociedade penalvense, que é pré-candidato a prefeito, isso porque, as suas contas foram aprovadas pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado), tornando-se assim, o único ex-prefeito ficha limpa da cidade.

Segundo Edmilson Viegas, a excelente aceitação de sua pré-candidatura pela população, tem provocado um desespero exacerbado em seus adversários. “A tentativa de enganar o eleitor dizendo que não serei candidato por problemas na Justiça, não funciona. O povo está ao meu lado e conhece o meu passado. Na realidade, o grupo do atual prefeito, meu principal adversário, é que tem dois ex-prefeitos inelegíveis por improbidade administrativa e por má gestão do erário público. Eu sou o único ex-prefeito ficha limpa no município, e me orgulho muito desse fato”, ratifica.

Para Edmilson, a experiência que teve, ao comandar o município de Penalva, por quatro anos, lhe possibilita fazer uma gestão ainda melhor, corrigindo erros e concretizando novos projetos. Ele destaca o seu programa de governo, que está sendo elaborado por sua equipe de assessores. “O nosso programa estará nas mãos dos cidadãos penalvense em tempo hábil, para assim julgarem e votarem nas melhores propostas para o desenvolvimento do nosso município”, afirmou o pré-candidato.

 “Queremos uma política séria, onde as disputas sejam pautadas em projetos e ideias que possibilitam o desenvolvimento da nossa querida Penalva. Estou focado apenas na minha pré-candidatura. Não compactuo com mentiras ou perseguição política. Sou ficha limpa, não devo nada a ninguém”, enfatiza Edmilson Viegas.

Marinildo Serejo

Jornalista/diagramador

Perspectivas de acesso à saúde pela população negra

O evento acontecerá nos dias 29 e 30 de julho de 2020, às 18:30 horas, e será transmitido pelo Youtube.

Divulgação

Vagas limitadas!

Totalmente GRATUITO, com EMISSÃO DE CERTIFICADO!

Para receber o certificado com as horas complementares, é necessário preencher este formulário de inscrição e participar dos dois dias de evento.

Os links de acesso serão enviadas pelo e-mail e também estarão disponíveis na bio do nosso Instagram no dia do evento.

Você sabia que a população negra é a que mais sofre com problemas evitáveis no Brasil? E que, durante a pandemia da COVID-19, o aumento de mortes por causas naturais foi 3x maior em pretos e pardos do que em brancos?

Tudo isso somado ao fato de que mais da metade da população brasileira se declara negra (53,6%) e que eles são o principal público atendido pelo SUS (67%), nós do comitê local IFMSA Brazil UFMA São Luís decidimos encontrar uma forma de trazer visibilidade a esse assunto tão relevante, bem como engajar a luta antirracista, abrangendo pautas sobre acesso, demandas específicas de saúde e predominância racial excludente em cursos ainda elitizados, como a Medicina.

Por isso, temos a imensa alegria de apresentar a conferência: “Perspectivas de acesso à saúde pela população negra”

29 e 30 de julho

Às 18:30h

Pelo YouTube

Certificado de 4 horas

Não perde tempo e faz logo tua inscrição: https://forms.gle/qE5amjBHAHMmGqDm9

Também nos acompanhe no telegram pra mais informações: https://t.me/joinchat/NMmyHxy8CmopjjV3uWPeSg

Vacina de Oxford para Covid-19 é segura e induz resposta imune, indicam resultados preliminares

Vacina teve o efeito esperado pelos pesquisadores nos primeiros estágios. Terceira fase dos testes está ocorrendo no Brasil. É provável que seja necessário tomar uma segunda dose da vacina.

Por G1

Cientistas da Universidade de Oxford, no Reino Unido, anunciaram nesta segunda-feira (20) que, de acordo com resultados preliminares, a vacina da universidade para a Covid-19 é segura e induziu resposta imune no corpo dos voluntários. Os resultados, que já eram esperados pelos pesquisadores, se referem às duas primeiras fases de testes da imunização. A terceira fase está ocorrendo no Brasil, entre outros países.

O efeito deve ser reforçado após uma segunda dose da vacina, segundo os cientistas.

Entenda a novidade anunciada:

  • a vacina de Oxford é a mais adiantada, das que estão em pesquisa, segundo a OMS. Ela está sendo testada também no Brasil
  • testes iniciais, das fases 1 e 2, realizadas na Inglaterra, agora apontam que ela é segura e induz o corpo a reagir contra a Covid-19; o resultado é o esperado
  • o resultado não permite ainda concluir se de fato uma pessoa exposta ao Sars-Cov-2 fica imune com a vacina
  • a fase 3, final, ainda está em andamento e ela é que irá determinar se há eficácia num grande número de pessoas
  • De acordo com a Unifesp, o imunizante, se tudo der certo, poderá ter o registro liberado em junho de 2021
  • nesta segunda também saiu o resultado preliminar de testes de uma vacina desenvolvida pela China e a chegada de uma carga de outra vacina chinesa a SP

As fases 1 e 2 dos testes, que foram conduzidas simultaneamente no Reino Unido, tiveram 1.077 voluntários. Os ensaios mostraram que a vacina foi capaz de induzir a resposta imune tanto por anticorpos como por células T até 56 dias depois da administração da dose.

Continue lendo.

O palco iluminado dos cabarés

ilustrativa

Por Nonato Reis*

Até pouco tempo atrás perdurou a máxima que dizia que o cabaré é o lugar onde o homem se sente feliz. Eu nunca acreditei nisso, apesar de na juventude ter sido um exímio frequentador das chamadas casas de luz vermelha. E tenho até uma tese para essa assertiva. No cabaré o homem se sentia realmente em casa – e falo casa aqui no sentido alegórico da coisa.

Era onde ele dava as cartas e tinha a mulher que quisesse, independente de ser bonito ou feio, gordo ou magro, anônimo ou famoso, sem precisar gastar saliva ou tinta de caneta, flores e outros adereços. O que contava mesmo era ter saldo bancário ou algumas notas na carteira.

O cabaré brasileiro, como tantas novidades desembarcadas aqui, foi uma herança europeia, que procurava compensar a rotina previsível do lar, com as delícias do álcool e da carne. Na etimologia, cabaré deriva da junção do espanhol cabaretta, que significa casa de diversão, com o francês cabaret ou taberna, indicando um lugar de entretenimento.

Na chamada Belle Époque – o período marcado pelo reflorescimento intelectual e artístico na Europa e em especial na França – vicejavam em Paris, e ao contrário da ideia que fazemos deles, eram lugares de requinte e bom gosto, frequentados por luminares das artes e da cultura em geral.

O mais famoso deles, o Chat Noir, que fora pinçado do conto “O gato preto” do escritor Edgar Allan Poe, dava-se o luxo de reunir entre seus visitantes o casal Jean Paul Sartre e Simone de Beuavoir.

Os clientes acorriam a essas casas, ávidos por entretenimento e por saber as últimas novidades em matéria de literatura, música e política.

Os autores subiam ao palco para declamar poesia, ler trechos de obras ainda inéditas e até fazer discursos inflamados contra o regime.

No Brasil o cabaré viveu os seus dias de glória até a primeira metade do século XX, com especial destaque para o bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, chamada de Monte Martre Brasileira, numa alusão ao reduto boêmio parisiense.

Nas casas esplendidamente iluminadas da Lapa o homem comum do morro podia esbarrar com os expoentes da cultura da época, como Portinari, Manuel Bandeira, Drummond, Vinícius, Tom, Villa-Lobos, Di Cavalcante.

Até o Presidente Getúlio Vargas se deixava envolver pelo charme da luz vermelha e vira e mexe podia ser visto na Lapa e, especialmente em Poços de Caldas, Minas Gerais, em cujo hotel que o hospedava mandara adaptar uma suíte nos mesmos moldes do quarto do Hotel Glória, no Rio, que o recebia regularmente.

O certo é que com o tempo esses lugares, antes repletos de luxo e riqueza, entraram em crise por uma série de fatores conjunturais, mais principalmente em face da proibição da jogatina, o seu principal ponto de atração e de geração de renda. O glamour desapareceu e cedeu espaço à decadência e à promiscuidade.

Mesmo assim, nos anos 70 e 80 ainda eram a principal atração noturna nas periferias das cidades, sejam de grande, médio ou pequeno portes. Eu já os conheci no último estágio de sobrevivência, abrigados em ambientes lúgubres e mal iluminadas.

Deles fiz palco de pagodeiras e orgias (no melhor sentido da mistura “álcool/mulheres”).

Havia a Base da Ziloca, no retorno da Cohab, onde eu perdi a virgindade nos braços de uma loirinha de cara enfezada; a Base do Ribeiro, no retorno do Tirirical – que reunia as melhores meninas; e o Recanto da Madá, no Turu, que era o point dos figurões.

Peguei gosto pela coisa e em pouco tempo já me julgava graduado no assunto. Lembro-me de uma viagem de estudos memorável do curso de Jornalismo na cidade de Viana, minha terra natal, em 1982.

Memorável, não pelo aspecto positivo, que isso fique logo esclarecido. Depois de um dia exaustivo entrevistando gente na feira da cidade, eu e mais um grupo de amigos decidimos fechar a noite no puteiro.

Fomos para o “Luz da Serra”, que era o maior cabaré da cidade, em tamanho e problema.

Ocupamos várias mesas dispostas em círculos e solicitamos o concurso de dois garçons para servirem tira-gosto e cerveja.

Em pouco tempo o acúmulo de garrafas vazias na mesa dava a ideia do consumo de álcool. Amado Batista inundava o salão com sua voz grave e versos fajutas e, mesmo sem saber dançar, eu me deliciava vendo os demais casais desfilando impávidos pelo salão quase às escuras.

Algum tempo depois, devidamente acompanhado de uma morena atarracada, pernas grossas e bunda imensa, deixei o salão e tranquei-me no quarto.

Ao passar pelo primo Vadico, melhor treinado no ofício do que eu, ele ainda me advertiu ao pé do ouvido. “Primo, cuidado. Essa mulher é o demônio na cama”, ao que revidei com um sorriso de superioridade. “Deixa comigo, eu conheço o caminho”.

Pura bravata. Eu me sentia era cansado, após um dia duro de trabalho e o consumo exagerado de cerveja, mas a mulher estava ali convidativa e eu não podia deixá-la na mão, recusar seus apelos seria uma indelicadeza absurda e eu não fora educado para destratar uma dama.

Veio o primeiro tempo, depois o segundo. No terceiro eu já falava coisa com coisa, e nem sei como fechei a noite.

Acordei no meio da madrugada, a menina aos gritos. “Vem comigo, minha colega está morrendo no salão, ela tomou Baygon”.

Eu, mais morto do que vivo, balbuciei alguma coisa do tipo “vai você e diga que lhe desejo boa viagem”.

Despertei com o sol a pino. Olhei em volta, a mulher dormia e roncava feito um bicho.

Deitado de costas, coloquei as mãos na barriga e levei um susto. No lugar do estômago havia um buraco que parecia grudado à coluna.

Pensei: “estou morto!”. Pulei da cama e me vesti. A casa estava toda fechada e eu tive que pular uma das janelas laterais, para ganhar a rua.

Fui andando pela estrada de piçarra em direção ao Ibacazinho, meu berço natal e onde ainda moravam os meus pais e minhas irmãs.

Cheguei na Quinta, a algumas centenas de metros do rio Maracu, e na mercearia de Marcos, tio de uns primos meus, pedi suco e pão fresco. Ele disse: “tem refresco de coco e de maracujá”. Eu aprovei com a cabeça: “traz dois litros, um de cada e mais duas dúzias de pães”.

Após a “lauta” refeição, achei que reduzira um pouco o tamanho do buraco na barriga. Mas ao sair, Marcos comentou apontando-me o abdômem. “Rapaz, o que foi isso?” Eu tangenciei: “Muito trabalho”.

Ele sorriu e, do alto da sua experiência, recomendou. “Da próxima vez te alimenta melhor, antes de partir para o bom combate”.

Em casa, Dona Eulina me recebeu toda saudosa, como de costume. “Meu filho, eu já estava pensando que tu ia nos fazer a desfeita de vir a Viana e não nos visitar”.

Eu usei a viagem de estudos como álibi. Depois pedi-lhe uma toalha e já ia me afastando à procura da cacimba no quintal de casa, quando fui flagrado pela sua observação. “Meu filho, o que fizeram contigo?” E passando a mão na minha cintura, completou. “Está magrinho, parecendo um aracu desovado!”

Eu responsabilizei a lida com os livros. “A senhora pensa que é fácil fazer faculdade? Custa muitas noites de sono, minha mãe”, e fui andando na direção do poço, a tempo de ainda ouvir meu pai comentar baixinho. “Faculdade nada. É puta que tá acabando com ele”

*Jornalista | Escritor

Integra o livro de crônicas “A Mulher do Próximo”, em fase de edição.

Mantenho a minha pré-candidatura para prefeito de Viana mesmo que cause incômodo em alguns

Após inúmeras especulações que surgiram no município de Viana apontando a desistência do pré-candidato Cleinaldo Bil da disputa eleitoral pela prefeitura Municipal, o líder sindical declarou através das redes sociais que se mantém no cenário.

*”Sou pré-candidato, doa a quem doer”.*

“Reafirmo para todos os vianenses que sou pré-candidato a prefeito e espero que as especulações que apontam o contrário sejam encerradas”, destacou.

Na ocasião Cleinaldo Bil fez um convite para a população.

 “Estamos montando o nosso plano de governo e quero convidar a população para participar desse importante empreitada. Peço que enviem as suas sugestões para transformarmos a nossa querida Viana”, destacou. (Via Blog do Diniz).