Eleição com confraternização. Senado e Câmara fecham acordo: eleição será dia 6 de dezembro

As lideranças partidárias do Senado e da Câmara entraram em acordo e irão votar em plenário o adiamento das eleições municipais deste ano para o dia 6 de dezembro. Nas cidades onde houver segundo turno, a data é 20 de dezembro.

O consenso foi em torno da proposta do senador Randolfe Rodrigues em consonância com outros parlamentares. “Como se trata de emenda constitucional, ficou decidido que a votação do acordo não será virtual, mas presencial”, revela o deputado federal Paes Landim.

A eleição presencial será em junho, pois o deputado revelou ao blog que as sessões voltam ao plenário no próximo mês. Na Alepi do Piauí, as sessões também voltam em junho, dia 1.

Com a alteração da data das eleições, os deputados Fábio Abreu (PL) e Fábio Novo (PT) também poderão adiar seus retornos à Câmara e Assembleia, respectivamente, para o mês de agosto. Se a data se mantivesse em 4 de outubro, eles teriam de voltar dia 1 de junho. Ambos são pré-candidatos a prefeito de Teresina.

Por parte do grupo do prefeito Firmino Filho (PSDB), o secretário municipal de Educação, Kléber Montezuma, também pode transferir sua saída da pasta para agosto. Além disso, o vereador Samuel Silveira (PSDB) pode disputar a reeleição. Ele havia desistido da disputa para permanecer na Semcaspi, mas nos bastidores se comenta que Samuel se arrependeu de não ter se desincompatibilizado.

“A proposta de transferência para 6 de dezembro deve passar sem problema”, avalia Landim.

Portal de Notícias

Auxílio só será depositado em contas fora da Caixa a partir do dia 30

Até lá, beneficiário poderá movimentar contas digitais

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, fala à imprensa no Palácio do Planalto,sobre o o pagamento da 2ª parcela do auxílio emergencial

A segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) só será depositada em contas fora da Caixa Econômica Federal a partir do dia 30, disse há pouco o presidente do banco, Pedro Guimarães. Segundo ele, os beneficiários receberão o dinheiro automaticamente na conta corrente fora da Caixa no período de 30 de maio a 13 de junho, conforme o mesmo cronograma de saque em espécie do segundo lote.

Guimarães explicou que, de hoje (20) até o dia 26, o auxílio está sendo depositado nas contas de poupança digital da Caixa de acordo com o mês de nascimento do beneficiário. Até o dia 29, o dinheiro poderá ser movimentado exclusivamente por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de boletos bancários, contas domésticas (água, luz, telefone e gás) e de compras em estabelecimentos parceiros.

“Foi definido que houvesse uma oferta de contas digitais para que, antes do saque, as pessoas pudessem pagar contas e fazer compras pela internet. Todos podem ficar tranquilos que, no dia em que for realizado o saque para os 3 milhões de brasileiros que não têm conta na Caixa, todo o dinheiro que está na conta digital será transferido para a sua conta”, declarou.

O presidente da Caixa deu um exemplo. Um beneficiário com conta no Banco do Brasil nascido em fevereiro vai poder sacar o dinheiro [da segunda parcela] a partir de 1º de junho. Se ele não tiver feito nenhuma movimentação na conta digital, receberá os R$ 600 integralmente na conta. Caso tenha pagado alguma conta ou comprado pelo aplicativo Caixa Tem, receberá o saldo remanescente.

Balanço acumulado

Até as 14h de hoje, a Caixa pagou o auxílio emergencial a 51,6 milhões de brasileiros, num total de R$ 44,3 bilhões. O número inclui tanto a primeira como a segunda parcela. Se for considerada apenas a primeira parcela, 10,7 milhões de pessoas receberam R$ 7,7 bilhões.

Segundo Guimarães, a Caixa terminará o mês tendo pagado o auxílio a 59 milhões de brasileiros. Isso porque, de hoje até 29 de maio, um grupo de 8,3 milhões de pessoas que tiveram o benefício liberado recentemente estão sacando a primeira parcela, conforme o mês de nascimento.

Na última sexta-feira (15), a Dataprev, estatal de tecnologia que analisa os pedidos de auxílio emergencial, liberou o benefício a esse contingente.

Suspensão de contratos

A Caixa também apresentou um balanço do Benefício Emergencial (BEm), pago a trabalhadores com contrato suspenso ou jornada reduzida durante a pandemia do novo coronavírus. De 4 de maio até as 14h de hoje, o banco pagou R$ 1,9 bilhão a 2 milhões de trabalhadores.

Do valor pago, R$ 1,2 bilhão foram depositados em contas de correntistas da Caixa Econômica Federal, R$ 688 milhões, creditados em contas poupança digitais e R$ 32,2 milhões foram pagos por meio do Cartão do Cidadão.

(Agência Brasil)

Em entrevista à Maracu, Magrado declara que comprou litro álcool em gel por “62, 65 reais porque o quantitativo foi pouco”

“Temos que ser justos e transparentes. E temos que ter muito pé no chão”, afirmou o procurador geral do município de Viana, em entrevista nesta sexta (22), ao lado do prefeito Magrado Barros. Transparência nunca foi exatamente o forte da Administração Magrado Barros. O próprio secretário chefe da Casa Civil do Governo Flávio Dino, Marcelo Tavares, chegou a confirmar aos ouvintes da rádio Maracu AM que os municípios maranhenses também já receberam recursos e que as informações, como é de conhecimento público, constam no Portal da Transparência do Governo Federal.

Nos últimos dias, a população de Viana tomou conhecimento, por meio deste blog, do superfaturamento de compras para o hospital municipal, feitas pela Prefeitura Municipal, sem licitação, que traziam como valor unitário para um litro de álcool em gel, 64 reais e máscaras, sem especificação, por 25 reais a unidade. A denúncia dos preços exorbitantes, que revoltou a população, foi “justificada” pelo prefeito Magrado na rádio sob alegação de que foi uma pequena quantidade adquirida.

“Foi um quantitativo muito pouco. Tem uns maldosos que ficam batendo nos detalhes. O município comprou por 62, 65, eu nem me lembro”, tentou explicar, sendo interrompido pelo apresentador da rádio, Jeorge Duarte, que se apressava em ajudar o prefeito a se justificar.

Viana não tem problema de saúde financeira. Foram mais de 5 milhões de reais e mais de 500 mil reais somente para ações de combate ao coronavírus sem que o município instalasse uma única UTI ou adquirisse testes para a população. Mas, há quase quatro anos, uma doença da pior espécie está provocando a mortes de dezenas de vianenses: a falta de seriedade e a má gestão dos recursos públicos.