Agência Executiva Metropolitana realiza reunião do Conselho Participativo Metropolitano

Na manhã desta sexta-feira, 26, representantes da sociedade civil organizada reuniram-se para a 1ª Reunião Ordinária 2019 do Conselho Participativo Metropolitano da Grande São Luís. O evento aconteceu no auditório da Agência Executiva Metropolitana (AGEM), no bairro Calhau, em São Luís.

Este encontro teve como pauta a II Conferência Metropolitana e a eleição para membros da sociedade civil organizada do Conselho para o biênio 2019/2021. Também foram apresentadas as ações da AGEM, que serão sugeridas para o Plano Plurianual do Governo do Estado (PPA). A abertura da Reunião foi feita pelo presidente da Agência Executiva Metropolitana, Lívio Jonas Mendonça Corrêa. Em seguida, as discussões foram coordenadas pela coordenadora da Governança, Mônica Carvalho.

Sobre a Conferência Metropolitana foi destacado que o evento será em outubro deste ano e contará com a participação de representantes dos 13 municípios que compõem a Região Metropolitana da Grande São Luís (RMGSL), Alcântara, Axixá, Bacabeira, Cachoeira Grande, Icatu, Morros, Paço do Lumiar, Presidente Juscelino, Rosário, Raposa, São José de Ribamar, Santa Rita e São Luís. Durante a Conferência serão eleitos os membros da sociedade civil organizada do Conselho para o biênio 2019/2021.

Outro momento da 1ª Reunião Ordinária 2019 do Conselho Participativo Metropolitano foi a apresentação das ações da AGEM, feita pela diretora da Assessoria de Planejamento do órgão, Kátia Raposo. “O que está aqui sendo apresentado será sugerido para o PPA”, destacou Kátia.

“Essa apresentação é de extrema importância, pois nos permite ter conhecimento e debater sugestões”, afirmou Lívio Corrêa.

A reunião foi finalizada com a solicitação de uma reunião com o Departamento de Programas e Projetos da AGEM, para apresentação dos projetos em execução.

Conhecendo os símbolos da cidade: o Escudo de Viana

Idealizado pelo pintor Nilton Aquino, sob encomenda do então presidente da Câmara Municipal, Ozimo de Carvalho, o escudo ou brasão de Viana foi oficializado por decreto do prefeito Luiz Couto (Lei 19 de 7 de setembro de 1949).

A parte superior do escudo é emoldurada por paisagens da terra, destacando-se o morro do Mocoroca. O centro do brasão apresenta  (ainda do lado esquerdo) o índio Guajajara, provável habitante primitivo de Viana, mostrando o sol que significaria a luz do saber, trazida pelos ensinamentos dos padres jesuítas que catequisaram a aldeia.

Do lado direito, a antiga Missão Nossa Senhora da Conceição do Maracu, hoje sede do município.

Na parte inferior, do lado esquerdo, encontra-se um rudimentar  engenho de açúcar,  quando ainda era usado o carro de boi para transporte da cana. Do lado direito, a representação do futuro tão almejado pelos vianenses do século passado: o município praticando uma agricultura moderna e produtiva, ali simbolizada pelo trator arando a terra.

Na base do escudo, dois cofos com as riquezas vegetais da região: o babaçu e o arroz.

* Resumo da matéria publicada pelo jornal O Renascer Vianense, edição número 21 – agosto de 2008.

Ex-superintendente da SEIC é expulso da Polícia Civil no Maranhão

Tiago Bardal foi afastado e respondia um processo administrativo que resultou na perda do cargo.

Tiago Bardal depôs na sede da Superintendência de Combate à Corrupção (Seccor) em São Luís. — Foto: Reprodução/TV Mirante

Por G1 MA — São Luís

A Polícia Civil decidiu expulsar o ex-superintendente da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (Seic), Tiago Bardal, após responder um processo administrativo, que resultou na perda do cargo. Tiago Bardal foi preso pela primeira vez em fevereiro de 2018, suspeito de envolvimento com uma quadrilha de contrabandistas que atuava em São

Depois de três meses ele foi solto para responder em liberdade, mas voltou a ser preso em novembro, junto com outros investigados, de São Luís e Imperatriz, por extorquir dinheiro de assaltantes de banco para facilitar as ações dos criminosos no Maranhão.

De acordo com as investigações, os casos de extorsão começaram em 2015, quando Tiago Bardal era o delegado-chefe do setor de inteligência da polícia em Imperatriz. Segundo a Secretaria de Segurança, o valor negociado seria em torno de R$100 mil reais por mês, para proteger a maior quadrilha de assaltantes de banco com atuação no Maranhão, Pará e Tocantins.

A defesa de Tiago Bardal disse que não vai se pronunciar sobre a decisão do Conselho da Polícia Civil. A expulsão do ex-delegado e ex-superintendente da Seic ainda precisa ser aprovada pelo governador Flávio Dino.

Entenda o caso

O superintendente estadual de investigações criminais, Tiago Bardal, foi exonerado do cargo por ter sido encontrado em um local que era alvo de crimes e investigado pela Polícia Militar.

Policiais Militares e outras cinco pessoas que não integram a polícia são suspeitas de integrarem um grupo criminoso com atuação na Região Metropolitana de São Luís. Os militares foram presos na manhã do dia 22 de fevereiro de 2018 no Arraial, no Quebra Pote, zona rural de São Luís. Armas, bebidas alcoólicas e cigarros foram apreendidos também.

A operação foi realizada pela Polícia Militar. No caminho para o Quebra Pote, Thiago Bardal foi encontrado próximo da região suspeita em um carro com Ricardo Jefferson Muniz Belo, que seria o seu advogado. Segundo o secretário de segurança pública, Jefferson Portella, ao ser questionado, o superintendente afirmou que estava vindo de uma festa, mas depois mudou a versão falando que procurava um sítio para compra.

O secretário também informou que, após a abordagem ao delegado, policiais seguiram até um porto clandestino, localizado em um sítio da região do Quebra Pote. Por lá eles também encontraram uma patrulha de militares dentro de um carro, que foram abordados e presos. Armas, bebidas alcoólicas e cigarros também foram apreendidas.

No dia 26 de fevereiro de 2018, um sargento, um major e um soldado – que a polícia diz que participavam da quadrilha – tiveram a prisão preventiva decretada, além de outras cinco pessoas que não integram a polícia.Na dia 27 de fevereiro de 2018, o advogado Ricardo Jefferson Muniz Belo prestou depoimento à polícia. Durante seu interrogatório contou uma versão diferente da que foi dita inicialmente por Thiago Bardal. Segundo a Secretaria de Estado de Segurança (SSP-MA), o advogado tem ligação direta com o Rogério de Sousa Garcia, ex-vice-prefeito de São Mateus que é apontado como um dos chefes do esquema criminoso e está preso.