Leandro Azevedo realiza Festa do Trabalhador Ano II em Santa Luzia/MA

A segunda edição do evento teve como atrações a Tenda Sky e a tradicional banda de forró, Caviar com Rapadura.

O Dia do Trabalho, ou Dia do Trabalhador é uma data comemorativa que é festejada em diversos países, no Brasil o dia é repleto de eventos reivindicatórios, passeatas, festas e outras formas de manifestações.

Em Santa Luzia/MA, pelo segundo ano consecutivo, o jovem Leandro Azevedo marcou a data com uma imensa festa em homenagem aos trabalhadores. No primeiro ano do evento o jovem trouxe a banda Canários do Reino para presentear os trabalhadores com uma festa em grande estilo. Em 2018, na segunda edição do evento que já está se tornando referência e tradição, Leandro Azevedo deu de presente um super show com a Banda Caviar com Rapadura, que fez os participantes do evento cantarem e dançarem com um forró das antigas e muitos sucessos atuais.

Antes de tal iniciativa, a data passava despercebida e os luzienses que queriam festejar tinham que procurar atrações em outros municípios, com a atitude tomada pelo jovem, os trabalhadores luzienses e sociedade em geral podem festejar em seu próprio município.

Leandro Azevedo vem ganhando destaque no município e em cidades vizinhas, pois mostra de forma ativa a vontade de mudar a realidade da população luziense, ele já desenvolve há algum tempo diversos trabalhos sociais, ajudando famílias carentes, levando diversão em datas comemorativas paras áreas carentes do município, seja na sede ou na zona rural.

Um grande número de pessoas marcaram presença na Festa do Trabalhador Ano II

A festa foi um sucesso, no início a animação ficou por conta da tenda SKY com o Dj Robean, após algumas horas de muita música eletrônica, Leandro Azevedo se pronunciou e falou sobre o evento, destacou que a Festa do Trabalhador se tornou tradição e deve ser encarado como um evento de suma importância para a cidade, pois o município precisava de algo do tipo para homenagear a classe trabalhadora, falou também sobre a honra que é ser o responsável por tal iniciativa e poder ver o resultado de seu esforço no sorriso e na alegria de todos que se fizeram presentes na festa, sem esquecer daqueles que mandaram mensagens de apoio, parabenizando o esforço do jovem em mudar a realidade de Santa Luzia. Após suas considerações a Banda Caviar com Rapadura subiu ao palco.

Fonte: NOTICIASONLINE

O doutor mais jovem do Brasil é negro e filho de pedreiro e costureira

Ele teve sua tese de doutorado em biotecnologia aprovada na UFPI, em Paranaíba, cujo tema é “Bioprospecção da bergenina isolada de Peltophorum dubium, com ênfase nas propriedades antioxidantes e anti-anti-inflamatórias: aporte para o desenvolvimento de novos fitomedicamentos”.

Exemplo de esforço e dedicação, Guilherme Lopes se tornou, aos 26 anos, dois meses e 26 dias, o mais jovem doutor do Brasil.

Filho de pedreiro e costureira, foi por meio de bolsa de estudos que Guilherme, natural de Piripiri, no Piauí, teve a oportunidade de passar um ano na Espanha aperfeiçoando sua pesquisa no Departamento de Farmacologia da Universidade de Sevilla.

Aluno de escola pública, o caminho de Guilherme Lopes foi pavimentado em função do ENEM e do PROUNI, facilitadores para que conseguisse bolsa de estudos no curso de Biomedicina da Faculdade Maurício de Nassau, na capital Teresina.

“Hoje, pude olhar pelo retrovisor da vida e vi que cheguei até aqui porque nunca vim sozinho. Me lancei ao novo, vivenciei o inesperado, saboreei o doce e o amargo, mas em todo o tempo o Todo Poderoso cuidou de mim”, disse Guilherme.

Atualmente, ele é professor da Faculdade Chrisfapi, onde ministra disciplinas nos cursos de Farmácia e Enfermagem.

Meritocracia não, políticas públicas

Guilherme foi um dos Beneficiados por uma série de políticas públicas de democratização do acesso aos estudos.

A história de Guilherme, reafirma a necessidade do fortalecimento das ações afirmativas como instrumentos de saneamento de desigualdades históricas.

Uma dessas ações é a Lei de Cotas, sancionada pelo governo federal em 2012, que desde então tem provocado uma mudança no perfil dos estudantes de institutos federais e universitários.

A Iniciativa deu um passo para a equidade racial e inclusão pública, ao reservar 50% das vagas para alunos vindos de escolas públicas, negras e indígenas.

O número de alunos negros praticamente dobrou nos últimos 10 anos de acordo com dados da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a Seppir, a medida já ofertou por volta de 150 mil vagas para negros até 2015.

“Em três anos a Lei de Cotas nas Universidades provou ser um instrumento eficaz para reduzir as desigualdades existentes na sociedade. A medida permitiu o ingresso no ensino superior de jovens que normalmente não teriam essa chance”, explicou a ex-ministra da Seppir Nilma Lino Gomes em matéria do Geledés.

Porém ainda há um longo caminho a percorrer a igualdade, segundo o IBGE a dificuldade de acesso dos negros à educação ainda está defasada. No tempo em que deveriam estar matriculados em universidades, 53,2% dos negros ainda estão no ensino fundamental ou médio, ante 29,1% de brancos.

Com informações: Hypeness