Cleinaldo Bil aumenta parcerias e fortalece pré-candidatura à Assembleia

Aliança com fortes Sindicatos fortalece pré-candidatura de Bil

Viana – O sindicalista Cleinaldo Bil, vianense, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos do Estado do Maranhão (SINTSEP), obteve uma façanha no último pleito para o poder legislativo estadual em 2014.

Com uma campanha modesta e poucos recursos financeiros, concorrendo pelo Partido dos Trabalhadores,  Bil obteve 8.211 sufrágios, expressiva votação que o qualifica para uma nova jornada rumo à Assembleia Legislativa, desta vez com mais experiência política e maior apoio popular.

Em Viana, sua terra natal, Bil tem recebido robustos sinais de apoio, principalmente das classes trabalhadoras e dos movimentos sociais.

Cleinaldo Bil participou da III Seminário de Juventude e Cidadania de Viana-MA

Cleinaldo Bil também faz parte da base de apoio político ao prefeito Magrado Barros (PSDB), o que lhe credencia a fazer parte do bolo eleitoral do grupo, atual inquilino do velho casarão azul da Praça Ozimo de Carvalho.

No último fim de semana, o sindicalista foi aclamado em dois grandes eventos, entre eles o III Seminário de Juventude e Cidadania de Viana-MA, e também por integrantes do “Movimento Reggae”, que inclusive já agendaram uma reunião no próximo dia 29, quinta-feira, em Viana, para debater e propostas e apoios.

Bil é recebido com entusiasmo no “Movimento Reggae” de Viana

Sem representatividade

Com uma população de 51.738 habitantes, sendo 35.780 eleitores aptos (segundo o último censo do IBGE), a quarta cidade mais antiga do Estado – 260 anos -, padece com a falta de representatividade na Assembleia Legislativa, o que dificulta aproximação com o poder executivo, além de esvaziar suas chances de obter convênios em programas e benefícios à população do município.

Nesse universo de eleitores aparentemente descompromissados com seus votos, ainda permeia um forte assédio dos candidatos de fora ao comportamento e atuação de lideranças e cabos eleitorais locais, que agem profissionalmente na tarefa de direcionar votos, desde que, os votantes vislumbrem alguma vantagem pessoal, porém, claramente arrebanhados diante do apelo econômico e ou favores, armas do fisiologismo que impera durante as campanhas eleitorais.

Nesse cenário de guerra eleitoral na Cidade dos Lagos, Bil foi o quarto mais votado. O primeiro, Nonato Aragão (PTC), que também é vianense, não foi eleito. O segundo, Max Barros (PMDB), e o terceiro, Júnior Verde (PRB), ambos foram eleitos, porém, passados quase 4 anos, são completamente desconhecidos quaisquer direcionamento de projetos e ou benefícios oriundos desses parlamentares para Viana.  Clique AQUI e consulte a votação de Viana para deputado estadual em 2014.

Para o bom entendedor…

Aliança com os Mototaxistas

Bil e Juciane Marques – secretária da FESSIMOTO

Outra forte aliança que promete oxigenar mais ainda a pré-candidatura de Cleinaldo Bil é a parceria com a Federação dos Mototaxistas e Motofretistas do Maranhão (FESSIMOTO), cuja secretária, Juciane Marques, que também é presidente do Sindicato dos Mototaxistas do Município de São Bento, revelou que o projeto político da entidade para 2018 é trabalhar para eleger dois companheiros de luta, ou seja, companheiros da base sindical.

“A Federação me convocou para fazer parte desse projeto e estou colocando o meu nome para a provação de vocês como pré-candidata a deputada federal e o nome do companheiro Cleinaldo Bil Lopes para deputado estadual. Este é o nosso projeto e gostaríamos que cada um dos senhores mototaxistas e motofretistas multiplicassem essa ideia” pregou Juciane no informativo da Fessimoto.

“Pensem bem. Todas as outras categorias, por menores que sejam, já elegeram parlamentares. Nós, com esse imenso potencial, poderemos eleger, sem sombra de dúvida, companheiros da nossa base. Gente como a gente, sindicalistas e trabalhadores que zelam pela honra e cumprem seus acordos e promessas”, complementou a líder sindical.

A fazenda do Ibacazinho

Por Nonato Reis*

Muitos anos depois ainda jurava ouvir o ruído dos ventos entrando pelas frestas das janelas, inundando o refeitório com aquele som agudo, intermitente, como se tentasse estabelecer uma comunicação (sabe-se lá de onde) com os ocupantes do casarão envelhecido. A fazenda de Nossa Senhora da Conceição, ou simplesmente Fazenda do Ibacazinho, fora erguida sobre uma elevação, de frente para a planície verdejante que se estendia a perder de vista.

Amava aquele lugar que parecia remeter a uma época remota da minha existência e me tocava a consciência apenas de forma tangencial, por meio de sensações e sinais abstratos. A casa tinha dois pavimentos. O térreo, em paredes e colunas de tijolos, compreendia um salão grande, onde funcionava uma escola de ensino primário e era servida a refeição dos visitantes em tempos de vaquejada; uma pequena sala de espera, dois banheiros e um terraço com uma escada que dava para o andar superior. Na verdade, eram duas as ligações com a parte de cima, uma pela saída dos fundos e outra pela parte de entrada.

No alto, após a escada da frente, havia uma varanda ligando as duas extremidades da casa, que propiciava uma visão magnífica dos campos ao redor e se podia ver as barragens das Colheireiras como manchas cinzentas no horizonte. No meio da varanda, surgia um corredor que dava acesso aos quartos de um lado e de outro. No final do corredor ficava a cozinha rústica, com os fogões a lenha e a mesa para as refeições da família e de convidados especiais.

Era um lugar deslumbrante, que de tão belo e mágico projetava uma aura de mistério. No quintal a 30 metros dos fundos havia uma enorme cacimba, alicerçada em tijolos, que por meio de um dispositivo mecânico, abastecia a casa. Ali, ao redor do poço, corriam histórias, parte delas envolvendo aparições de espírito.

Um enorme tamarineiro, provavelmente secular, guarnecia a frente da fazenda. Guardo-o com devoção, porque sobre suas raízes conquistei uma namorada que me parecia um sonho impossível. Foi em meio a uma festa de São Gonçalo, mas isso aconteceu muito tempo depois, quando os moradores iniciais já não estavam ali.

Na minha memória revejo o meu padrinho Sebastião Furtado, com seu ar imponente e voz grave, distribuindo ordens e cobrando atitudes dos empregados e dos filhos. “Paulo, abre a porteira do curral, assim você mata o gado de sede!”. “Raimundo, e o conserto da cerca dos fundos?”. “Gente, cadê a Bertulina. Cadê Celina, Silvana, Teresa? O povo da casa sumiu?”.

O povo da casa, a que se referia, estava provavelmente trepado no goiabal que se estendia a leste da fazenda. Ali, no horário do recreio da escola, a diversão corria solta. No alto das goiabeiras, sobre galhos frágeis que balançavam ao ritmo do vento, devorávamos os frutos adocicados e depois os arremessávamos uns contra os outros, manchando de vermelho os uniformes escolares, reduzidos a uma sujeira só, para o desespero e irritação de nossas mães, obrigadas a duras sessões de lavagem para reabilitá-los.

Depois do goiabal começava a floresta de arbustos e árvores medianas, cortada ao meio por uma trilha que conduzia até o povoado, às margens do rio Maracu. No meio do caminho havia uma tapera (lugar onde um dia fora habitado), demarcada por pés de manga e jaca, palmeiras de babaçu e jatobás. Diziam que o lugar era assombrado. Os mais velhos contavam que tarde da noite um vulto todo de branco assumia o papel de sentinela no meio do caminho, interrompendo o curso dos viajantes.

Um dia, após uma visita noturna à fazenda dos padrinhos, fazia a trajetória de volta para casa. Passava da meia-noite e eu seguia montado em um cavalo catraio que o meu pai tratava como a um filho. Não era noite de lua. O céu parecia avermelhado com nuvens carregadas. De repente, já na entrada da tapera o cavalo estancou e levantou a cabeça bruscamente como se tivesse sido golpeado de frente. Tentei avançar e ele deu um salto para cima, relinchando e resfolegando, quase me jogando no chão.

Por conta própria o animal deu um giro sobre si e fugiu comigo em disparada na direção do rio, destruindo arbustos e cipós atravessados no caminho. Eu nada podia fazer, além de tentar me segurar sobre a montaria. Veloz feito um raio alcançou a beira do rio Maracu e saltou em suas águas, arremessando-me para frente que, como uma flecha, mergulhei na lâmina d’água. Tudo escureceu e eu não vi mais nada até flutuar já próximo a um campo de futebol. Alcancei a barreira e joguei-me sobre a relva, o coração preste a explodir.

Longe ouvi um galope, que parecia aproximar-se rápido e intrépido, igual tempestade. Inerte, esperei. Seria o catraio? Abri os olhos e vi um animal negro como a noite. Dos olhos saíam faíscas lançadas em jatos de fogo. Sobre ele um cavaleiro de terno e gravata brancos, chapéu de feltro clarinho. Nas mãos trazia um chicote escuro. Ficou ali parado a me observar sobre o cavalo que, irrequieto, relinchava e dava saltos, apoiando-se nas duas patas traseiras.

Após um tempo que não consegui precisar, deu voz de comando ao animal e afastou-se em trote, sem olhar para trás. Pela segunda vez abri os olhos e vi dois primos assustados, querendo saber que diabos eu fazia ali, dormindo à beira do rio, as águas lambendo o meu corpo. O calor era intenso. Parecia queimar-me as entranhas. Olhei para o céu. O sol ia alto. Que horas seriam?

*Jornalista/Escritor | Crônica escrita em 24/01/2015

O homem é, por natureza, um animal político

Ilustrativa

Por Flávio Braga*

O homem é um animal político por natureza. Por meio desse aforismo, o filósofo Aristóteles assinala que o homem vive em uma pólis (cidade) regida por leis e costumes e que a cidade é uma comunidade política.Por ser gregário, o homem necessita da vida em sociedade para alcançar a realização humana, o bem-estar e a felicidade.

A história da real política registra sentenças infaustas pronunciadas por expoentes da vida pública brasileira. Senão vejamos:

Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, governador mineiro e um dos principais articuladores da Revolução de 30 notabilizou-se pela frase “Façamos a revolução antes que o povo a faça”.

Na década de 1950, o bordão “rouba, mas faz” entrou para o folclore político brasileiro por meio dos cabos eleitorais de Adhemar de Barros, ex-governador de São Paulo, na tentativa de defendê-lo dos adversários que o acusavam de ser ladrão.

Em 1978, ao conceder uma entrevista sobre seu grande apreço pelos cavalos, o futuro presidente João Figueiredo exclamou que “O cheirinho do cavalo é melhor que o do povo”.

Durante a campanha presidencial de 1989, Paulo Maluf blasfemou com toda convicção: “Se está com desejo sexual, estupra, mas não mata”.

Em 1998, o então presidente Fernando Henrique Cardoso chamou de vagabundos os que se aposentam com menos de 50 anos. “Fiz a reforma da Previdência para que aqueles que se locupletam da Previdência não se locupletem mais, não se aposentem com menos de 50 anos, não sejam vagabundos em um país de pobres e miseráveis”, bradou FHC.

Na eleição presidencial de 2002, Ciro Gomes constrangeu a opinião pública ao dizer que a importância de sua mulher, Patrícia Pillar, na campanha estava no fato de “dormir” com ele. “A minha companheira tem um dos papéis mais importantes, que é dormir comigo. Dormir comigo é um papel fundamental”.

Na campanha municipal de 2000, o líder petista Luiz Inácio Lula da Silva chocou a população de Pelotas (RS) ao afirmar que a cidade é “exportadora de veado” em um diálogo gravado entre ele e o candidato do PT à prefeitura local.

A frase mais famosa de Marta Suplicy foi proferida quando ela era Ministra do Turismo. Em pleno caos aéreo de 2007, ao ser questionada sobre que incentivo teria o brasileiro para viajar, ela verbalizou “relaxa e goza, porque depois você vai esquecer todos os transtornos”.

Como se depreende, alguns dos líderes políticos brasileiros estão mais para indivíduos animalescos que para animais políticos (na acepção aristotélica da expressão).

*Flávio Braga é Pós-Graduado em Direito Eleitoral, Professor da Escola Judiciária Eleitoral e Analista Judiciário do TRE/MA.

EMPREGOS! Prefeitura de Matinha – MA abre processo seletivo para contratar 50 professores

Ilustrativa

A Prefeitura Municipal de Matinha, por meio da Secretaria de Educação, abriu hoje, 19 de março, as inscrições para o preenchimento de 130 professores para atuarem na Rede Municipal de Ensino. O processo seletivo é para a contratação imediata de 50 professores e 80 para cadastros de reservas, nas modalidades Educação Infantil (10), Ensino Fundamental (30) e Educação de Jovens e Adultos (10) para as vagas imediatas.

Conforme o edital, o salário será de 954 reais. As vagas serão destinadas para professores da sede e da zona rural e as inscrições para o Processo Seletivo Simplificado, iniciadas hoje, serão realizadas das 8h às 12h nos dias 19 e 20 março, juntamente com a entrega dos títulos, na Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação – SEMECTI.

Os candidatos classificados serão contratados pela Prefeitura Municipal de Matinha, por meio da SEMECTI, por prazo determinado de 10 (dez) meses, em regime de 20 horas de trabalho semanais. A lotação do professor contratado será efetuada em conformidade com as necessidades das escolas da rede municipal de ensino, identificadas pela Secretaria Municipal de Educação e o seletivo constará de Avaliação Curricular de Títulos e Experiência Profissional em Docência.

A Secretaria Municipal de Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação – SEMECTI, fica localizada na Rua Júlio César de Berredo, 1.969, no centro de Matinha. A análise dos documentos apresentados, ocorrerá no período de 21 a 23 de março de 2018, e será de responsabilidade de uma Comissão de Avaliação, designada pelo Poder Executivo. A Divulgação do resultado do Seletivo Simplificado para Contratação Temporária de Professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos do município de Matinha, será por meio de fixação no mural da Prefeitura e da Secretaria Municipal de Educação e no site do município www.matinha.ma.gov.br/portaldatransparencia, no dia 26 de março de 2018.

Confiram o edital, clicando neste link a1677cfe0cb56cac1bc335785f410a94

Via Folha de SJB

Combate aos pescadores de aquário! Para receber seguro-defeso, pescadores do Maranhão terão que provar que pescam

A Advocacia-Geral da União (AGU) emitiu dois pareceres para garantir a imposição de limites mais claros à concessão do seguro-defeso a pescadores do Maranhão. Um parecer vai exigir a autenticidade das identificações de mais de 160 mil pescadores maranhenses. Outra medida sustenta que só devem ser beneficiados pescadores que atuam em águas continentais, o que inclui bacias hidrográficas, igarapés, Lagos. Ou seja, em água doce.

O procurador federal Ibraim Djalma Costa disse que a comprovação já era exigida. “O INSS sempre recebeu os processos de maneira física e para receber o requerimento eles já exigiam a comprovação dessa autenticidade. Esse ano está se evoluindo para o INSS digital e no arquivo digital veio essa dúvida de como seria o procedimento de exigência”, contou o procurador.

Segundo um levantamento feito pelo Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União (CGU) em outubro do ano passado, mais de 78% dos benefícios concedidos no Maranhão estavam irregulares. As principais irregularidades encontradas pela CGU foram pagamentos indevidos de seguro defeso; cadastros irregulares no sistema do registro geral da atividade pesqueira e ausência de fiscalização. Em alguns municípios a irregularidade chega a 100%, como por exemplo: Chapadinha, Maranhãozinho, Pio XII e Urbano Santos.

O representante da Federação do Sindicato dos Pescadores do Estado do Maranhão, Pablo Furtado, disse que há fiscalização nos municípios. ”A Federação, de dois em dois anos, juntamente com os sindicatos e associações filiadas a nós, faz um recadastramento sindical, que visa tirar de circulação as pessoas que não podem mais receber o benefício. Por exemplo, pessoas que viajam para outro estado para trabalhar, pessoas que já faleceram, pessoas que já se aposentaram”, declarou Pablo.

Com informações da Folha de SJB

PMs que salvaram bebê jogado da ponte podem ser promovidos por ato de bravura

Policiais que participaram do resgate do bebê podem ser promovidos por bravura

A jovem Carla Regina Mendes Pereira, 20 anos, que jogou o filho do alto da ponte do São Francisco, no início da tarde deste domingo (18), teria engravidado depois de um estupro na Clínica São Francisco, nas proximidades do Socorrão II, em 2017. A revelação foi feita pelo padrasto da jovem, identificado como Paulo, que tem mais dois filhos menores com a mãe de Carla.

À reportagem do blog, ele revelou que ela sofre de distúrbios psiquiátricos, possivelmente causados por depressão, e já esteve internada por três vezes na Clínica São Francisco. Depois que estava com seis meses de gestação, a família resolveu levá-la para casa e fazer denúncia pelo descaso e omissão da clínica.

Mãe que tentou matar o filho foi estuprada na Clínica São Francisco; o bebê passa bem no Socorrão

Carla Regina foi autuada em flagrante por tentativa de homicídio e deve ficar em cela isolada. Ela será submetida a exame de sanidade mental.

O bebê foi socorrido por dois policiais militares, identificados como Danilo Pestana Pinheiro e Herberth, que retornavam de um treino de futebol, em uma moto, quando perceberam dois homens com a mãe, no alto da ponte, informando que o bebê havia sido jogado na maré. De imediato, os dois entraram na lama, que chegava à cintura, e salvaram o bebê.

“Estava difícil localizar o bebê. Quando chegamos perto, ele chorou e vimos só a cabeça de fora da lama. Ele estava sendo asfixiado. Tinha lama até na boca. Graças a Deus, conseguimos resgatá-lo com vida”, disse um dos policiais.

Em relato ao blog, um deles disse que o bebê estava enterrado na lama até o pescoço. Se não tivessem chegado logo, ele teria morrido sufocado pela lama.

O bebê está internado no Socorrão e passa bem, apesar de ter levado uma pancada na cabeça.

O comandante do Batalhão Tiradentes diz que pode sugerir a promoção dos dois PMs por ato de bravura.

Com informações do Blog do Gilberto Lima