Agora vai! prefeito de Penalva homologa concurso público e aprovados devem ser empossados em março

 

O prefeito de Penalva, Ronildo Campos, assinou ontem um decreto que homologa o Concurso Público da Prefeitura Municipal. O  certame foi realizado pelo Instituto Machado de Assis e foi realizado desde 2017, esperando apenas a homologação e a posse dos aprovados. Aprovados estavam cobrando a homologação do concurso.

Prefeito de Penalva

Hoje, em sua rede social, o gestor anunciou que já homologou o concurso e que já determinou que inicie os procedimentos para a posse dos aprovados. “A Prefeitura Municipal de Penalva, torna público que recebeu do Instituto Machado de Assis o resultado final do Concurso Público objeto do Edital 001/2017. Assim que tomou conhecimento o prefeito Ronildo Campos determinou ao secretário de administração Edgardson Reis a iniciar os procedimentos para a convocação dos aprovados via edital”, disse uma nota do gestor.

Ele também informou que “além disso, assinou o decreto da homologação do concurso público que estará sendo publicado no site da prefeitura, em suas redes sócias e no diário oficial ainda esta semana. No mês de março do corrente ano o Edital de convocação dos aprovados será publicado”.

De acordo com o edital de concurso público, as vagas são para preencher 235 cargos em diversas áreas do Executivo e em cargos de todos os níveis de escolaridade. Os salários variam de R$ 937,00 a R$ 6.000,00 e alguns candidatos questionam o certame na Justiça.

Via Folha de SJB

Missa para Zé Carlos Costa

A família Pereira Costa convida para Missa de Sétimo de Dia do vereador José Carlos Costa, que faleceu na última quinta-feira (22), em São Luís.

Já está circulando nas Redes Sociais o convite para a cerimônia em homenagem ao político e empresário, que deixou uma legião de amigos na Cidade dos Lagos.

A Missa será celebrada na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no Bairro da Matriz, em Viana, nesta quarta-feira (28), às 19:30h.

Comunidade se despede de Dom Sebastião Lima Duarte

Viana – A comunidade católica de Viana e região se despediu na última sexta-feira (24), do bispo emérito Dom Sebastião Lima Duarte, que foi transferido para a Diocese de Caxias-MA.

A cerimônia contou com a participação de religiosos de outras regiões, padres da Diocese e uma multidão de fiéis, entre eles o ex-prefeito de Viana, Francisco Gomes.

A Catedral de Nossa Senhora da Conceição, sede da Diocese de Viana, localizada no Bairro da Matriz ficou lotada de fiéis, amigos e familiares que foram prestigiar o emocionante evento de despedida do religioso.

O novo bispo de Caxias do Maranhão foi o quinto bispo de Viana e estava lá desde julho de 2010, quando foi nomeado. Dom Sebastião Lima Duarte nasceu em 1964, em Carutapera (MA). Fez seus estudos eclesiásticos no Instituto de Estudos Superiores do Maranhão (1985-1991) e, logo depois, mudou-se para Roma. Lá, se formou no Instituto Patrístico Augustinianum (1995-1998). Seu aniversário de ordenação presbiteral é 30 de novembro.  Ele foi ordenado padre em 1991.

Seu lema episcopal é: “Fiat voluntas tua”.

Veja mais imagens:

O ex-prefeito de Viana, Chico Gomes, prestigiou a cerimônia de despedida do amigo Dom Sebastião

Fotos: Mayana Soeiro

Não gaste tempo com gente chata

 

Tentar discutir com quem só sabe contrariar é perda de tempo, perda de saúde mental e de saúde física. Esse tipo de gente não merece que nos desgastemos por conta de suas birras. Gastemos energia com quem pelo menos sabe escutar e deixemos os demais gastarem saliva à toa.

Vivemos tempos de exposição exagerada e de polêmicas inúteis, haja vista a rapidez com que as informações se propagam via net. Os mais variados assuntos são colocados à nossa frente, principalmente pelas redes sociais, bem como entramos em contato com pontos de vista diversos. E os assuntos veiculados acabam, assim, chegando às rodas de conversa fora da tela do computador.

O problema nem é o excesso de informações, muitas vezes distorcidas, que chegam até as pessoas, mas sim a forma como são analisadas, os tipos de comentários que provocam, as reações muitas vezes violentas que suscitam em alguns leitores. Os valores embaralham-se tanto, que aparece gente justificando violência, disseminando preconceito, defendendo desumanidade. Muitos destes, porém, nem opinam direito, só querem mesmo é dar o contra.

Parece haver uma necessidade de aparecer, entre algumas pessoas, uma necessidade de chamar a atenção dos outros. No entanto, saudável seria destacar-se pelo que de bom, útil e interessante a pessoa tem a oferecer, ao contrário do que muitos fazem: opinam contrariamente a todo e qualquer tema que seja, polemizando assuntos triviais, enxergando o que não existe. Como se diz, querem causar. E acabam causando, sim: ânsia, náuseas e vergonha alheia.

Não adianta, se dissermos que sim, dirão que não; se falarmos que é azul, afirmarão que é verde; se explicarmos que verdura faz bem para a saúde, contestarão cada palavra ouvida. Porque o prazer de algumas pessoas está em contradizer, contrariar, contestar, em refutar a tudo e a todos, indistintamente, muitas vezes com argumentos pífios. Defenderão sempre o oposto de tudo, em casa, no trabalho, na vida, seja sobre qual assunto for.

Sempre será saudável debatermos ideias com quem pensa diferente, afinal, é assim que amadurecemos nossos pontos de vista, mantendo-os ou repensando-os, para que percebamos que nem sempre a razão estará conosco. No entanto, tentar discutir com quem só sabe contestar, sem que consiga reanalisar o próprio pensamento, é perda de tempo, de saúde mental e de saúde física. Esse tipo de gente não merece que nos desgastemos por conta de suas birras. Gastemos energia com quem pelo menos sabe escutar e deixemos os demais gastarem saliva à toa.

Por Obvius

O animal político: nascemos para viver em sociedade?

Por Obvius

Aristóteles já esboçara no século IV a.C. o que, apenas no século XVII, Thomas Hobbes e, posteriormente Rousseau e John Locke, iriam chamar, cada um com vertentes próprias, de Contrato Social, afirmando que os indivíduos passam do estado de natureza à aglomeração com vistas a atender suas necessidades mais básicas, quais sejam, sobrevivência e estabilidade social. Diferente dos demais animais, o homem é dotado de razão e discurso, e através deles foi possível aos indivíduos desenvolver as noções de justo e injusto, de bem e mal. Essas noções não se desenvolveriam não fosse a alteridade conseguida somente dentro de uma comunidade política.

Já no século IV antes da era cristã, o filósofo grego Aristóteles construía sua teoria política gravitando a ideia de que o homem é, por natureza, um animal político, sendo a sua aglomeração em cidades uma etapa de sua própria evolução. A vida social seria necessária para que os indivíduos atingissem a felicidade e a pólis (termo usado como sinônimo de cidade-Estado) representaria o único meio para tal.

Diferente dos demais seres vivos, o homem é dotado de razão e discurso, e através deles foi possível aos indivíduos desenvolver as noções de justo e injusto, de bem e mal. Essas noções não se desenvolveriam não fosse a alteridade conseguida somente dentro de uma comunidade política. Ou seja, a convivência com o outro, ainda que não necessária em um primeiro momento ou sob um olhar superficial foi de crucial importância. Para Aristóteles, entretanto, ainda que o atributo do homem como animal fosse peculiar aos habitantes da pólis (aos cidadãos) somente os que, de fato, exerciam a administração da cidade poderiam ser considerados animais políticos.

A formação da cidade se deu quando as diversas aldeias, que, por sua vez, eram formadas em razão da união de muitas famílias, notaram que a cooperação (mais que a simples aglomeração de pessoas) seria a única forma de atender as necessidades de segurança, paz e subsistência dos indivíduos. Aristóteles já esboçou o que, apenas no século XVII, Thomas Hobbes e, posteriormente Rousseau e John Locke, iriam chamar, cada um com vertentes próprias, de Contrato Social, afirmando que os indivíduos passam do estado de natureza à aglomeração com vistas a atender suas necessidades mais básicas, quais sejam, sobrevivência e estabilidade social (temos a percepção de que estamos cometendo o “pecado” do anacronismo ao comparecer as ideias de Aristóteles com as dos contratualistas, mas isso é necessário para que percebamos o quanto inovador era o pensamento do filósofo grego).

A cidade de Aristóteles, diferente do conceito até então conhecido, é autossuficiente e tem como o fim o bem-estar dos indivíduos. O filósofo constrói sua filosofia em torno da eudaimonia, o estado de ser habitado por um bom daemon, um bom gênio, e, em geral, é traduzido como felicidade ou bem-estar. Em Aristóteles, o termo equivale ao supremo bem humano, sendo o objetivo da ética e da filosofia política a definição de que bem é esse e como ele pode vir a ser alcançado. A relação entre virtude de caráter e felicidade constitui uma das principais questões da ética, haja vista que a eudaimonia não significa a busca da felicidade sob um viés hedonista ou utilitarista (mesmo o conceito cunhado por Stuart Mill que inclui a noção de maximização da felicidade), sendo justamente o oposto disto.

Em Aristóteles, a cidade é natural porque é para ela que todas as demais associações convergem. Assim, as partes separadas não são capazes, por si só, de satisfazer as necessidades dos indivíduos. Como declara o filósofo, “o Estado, ou sociedade política, é até mesmo o primeiro objeto a que se propôs a natureza. O todo existe necessariamente antes da parte. As sociedades domésticas e os indivíduos, não são senão as partes integrantes da cidade, sendo todas subordinadas ao corpo inteiro, todas distintas por seus poderes e suas funções, e todas inúteis quando desarticuladas, semelhantes às mãos e aos pés que, uma vez separados do corpo, só conservam o nome e a aparência, sem servir a nada na realidade, como a mão de pedra. O mesmo ocorre com os membros da cidade: nenhum deles pode bastar-se a si mesmo. Assim, a inclinação natural leva os homens a este gênero de sociedade.”

Vemos que, para Aristóteles, a união e cooperação dos indivíduos em sociedade seria uma etapa natural da evolução social do ser humano. Ele compara a polis a um corpo que existe antes das partes. Assim como não é possível que exista uma mão ou qualquer outra parte do corpo humano isoladamente na natureza ou que tenha um sentido em si mesma, a reunião dos indivíduos, primeiramente, em pequenos em grupos e, posteriormente, em sociedade, é essencial para que todas as funções sejam passíveis de serem executadas.

Ainda para o filósofo, o discurso e a ação são atividades essencialmente políticas. Desenvolvidas nas comunidades humanas, só podem se desenvolver no ambiente da cidade entre homens livres e iguais, fazendo com que o homem seja um animal político. Assim, a eudaimonia, como sinônimo aqui de vida bem sucedida, só pode ser alcançada pelo cidadão através da ação e do discurso. Isso ocorre porque é na cidade que o homem, no convício entre seus semelhantes, encontra um terreno fértil para explorar e potencializar suas capacidades, exercendo-as com excelência.

A eudaimonia é importante para que se entenda o sentido, ou seja, o propósito de uma comunidade política. Mesmo sendo muitas vezes traduzida apenas como felicidade, vai além disso, por tratar-se de uma atividade da alma em consonância com a excelência. Trata-se de uma realização humana que requer as faculdades próprias do ser humano, feitas com a presteza e o cuidado da virtude, que, para Aristóteles, é de ordem moral e intelectual. Aristóteles declara que a virtude é algo inerente ao indivíduo, devendo cada cidadão exercer a atividade que, além de demonstrar, potencialize suas virtudes. Assim, aquele que possui coragem deve fazer parte do exército, aquele que possui sabedoria deve exercer o comando político da cidade e assim por diante.

Qual das verdades virá à tona?

Por: O Informante

Em entrevista um blog local, o delegado Thiago Bardal (foto), afastado do cargo de Superintendente Estadual de Investigações Criminais por suspeita de envolvimento com a organização criminosa, especializada em contrabando, desbaratada pela Polícia, disse que “a verdade virá à tona”.

Resta saber qual das verdades: a que ele estava voltando de uma festa; a de que procurava (altas horas da noite) uma propriedade para comprar; ou a, mais nova, de que estava investigando o caso e com policiais (que ninguém viu) espalhados na área?

Ressalte-se que, para a última versão, tem contra ele a sua própria declaração: de que não sabia da operação.

Morre o vereador de Viana, José Carlos Costa, aos 65 anos

José Carlos Costa / Foto: Arquivo

Viana – Familiares confirmaram a morte do vereador Jose Carlos Pereira Costa, do município de Viana, na Baixada Maranhense.

Conhecido popularmente no meio político e radiofônico por Zé Carlos, morreu por insuficiência respiratória.

José Carlos Costa era vereador em Viana e era filiado ao PC do B. Ele, segundo as informações, estava internado na UTI do Centro Médico, em São Luís, e teve seu estado de saúde piorado hoje pela manhã, vindo a falecer por volta das 14:20 h de hoje.

Ele é irmão do ex-prefeito Messias Costa e atualmente, comandava a direção da Rádio Comunitária Bandeirantes, de Pedro do Rosário. Além disso, o parlamentar era formado em Contabilidade.

Na eleição de 2016, ele foi eleito vereador de Viana por 583 votos. Antes disso, concorreu ao cargo de vice-prefeito e prefeito nos anos de 2004 e 2006, em Pedro do Rosário, na Baixada Maranhense.

Zé Carlos nasceu no dia 17 de outubro de 1952, era casado  com com a professora Maria do Socorro Aragão Costa e deixa três filhos.

Político e desportista

José Carlos Costa estava exercendo o seu terceiro mandato de vereador. Ele também foi secretário de administração em Viana, nas gestões do ex-prefeito Rilva Luis, exerceu a atividade de contador na região da Baixada Maranhense e era conhecido por todos.

Zé Carlos era desportista, jogou futebol nos mais importantes clubes vianenses e também integrou a Seleção Vianense na década de 70, ao lados de grandes craques como Walmir, Marreco, Vavá, Diquinho Abreu, Prof. Zé Raimundo, Pedro de Estevam, Chucho, João Garcia (Passarela), dentre outros.

Além disso, foi presidente do Esporte Clube Viana e também presidiu o Grêmio Cultural e Recreativo Vianense. O vereador era muito querido e respeitado pela classe política da região e no Estado, como uma liderança de um comportamento sério e competente.

Era filho de José Ribamar de Oliveira Costa e Terezinha de Jesus Pereira Costa.

O Blog Vianensidades se solidaria com a família enlutada neste momento de dor e sofrimento. 

Com informações da FSJB