Professores da UFMA lançarão a obra “Ecos da Baixada” em São João Batista

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SÃO JOÃO BATISTA – No dia 2 de dezembro, ocorrerá o lançamento da obra “Ecos da Baixada” na cidade de São João Batista. A coletânea conta com artigos e crônicas sobre a Baixada Maranhense, escritos por professores da Universidade Federal do Maranhão. O evento será realizado na sede do Sindicato dos Professores, na Rua Humberto de Campos, 167, a partir das 10h.

A obra foi organizada pelo escritor Flávio Braga e os textos são assinados por 32 coautores, naturais ou vinculados afetivamente à Baixada Maranhense. “Ler o livro é fazer uma impressionante viagem pela Baixada, percorrendo os seus encantos naturais, as lendas, os valores, saberes e costumes, as tradições, a gastronomia e as nostalgias, prantos, sonhos, reflexões e reminiscências dos cronistas e articulistas”, revela Braga.

A publicação congrega uma plêiade de escritores baixadeiros, entre recentes e já consagrados nas letras da região. “Os textos reúnem o olhar dos amantes de sua região de origem, que, a despeito da riqueza natural, da diversidade multifacetada de mar, rios, lagos, terra, campos, flora e fauna, de ostentar uma riquíssima cultura — até um sotaque peculiar, um léxico de palavras únicas — continua amargando o esquecimento em um desenvolvimento espasmódico que alcança, só precariamente, a sua gente laboriosa”, conta Braga.

Naturais de São João Batista, os professores da UFMA, Manoel de Jesus Barros, do curso de História; Eulálio Figueiredo, de Direito; e Raimundo Nonato Cutrim, do Departamento de Saúde Pública, registraram suas experiências e paixões na obra “Ecos da Baixada”. Participaram, ainda, do livro, os joaninos: Batista Azevedo, Luiz Figueiredo e Jailson Mendes.

A coletânea inaugura o catálogo de publicações do selo editorial “edições FDBM”, projeto literário concebido pelo Fórum em Defesa da Baixada Maranhense (FDBM), entidade da sociedade civil, sem fins lucrativos, com atuação na capital e nos municípios da Baixada Maranhense e do Litoral ocidental maranhense.

Fonte: Portal da UFMA

Sistema Italuís fará parada de 72 horas para trocar adutora e melhorar abastecimento de água na capital

Sistema Italuís abastece 600 mil pessoas em São Luís. (Foto: Karlos Geromy)

A partir de dezembro, o abastecimento de água em São Luís vai dar um salto em qualidade e quantidade. É quando entra em operação a nova adutora do Sistema Italuís, com 19 km de extensão em aço. Para fazer a troca da estrutura antiga pela nova, o abastecimento será interrompido das 6h do dia 6 de dezembro (quarta-feira) até as 6h do dia 9 de dezembro (sábado) em 159 bairros da capital.

Essa parada de 72 horas é essencial para fazer a migração do antigo para o novo e segue os padrões nacionais e internacionais. A partir da troca, o abastecimento de água vai melhorar significativamente para 600 mil pessoas nesses 159 bairros.

A interrupção do abastecimento será amplamente informada à população para que os moradores não sejam pegos de surpresa.

A recomendação da Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) é que os moradores desses 159 bairros economizem e armazenem água para esse período de três dias sem abastecimento.

Fim dos vazamentos constantes

A adutora que está em funcionamento hoje é muito antiga e precária. O sistema não recebeu os investimentos que deveria ter recebido nas últimas décadas. Por isso a capital sofre com constantes interrupções no abastecimento, causados por vazamentos na antiga adutora.

A nova adutora é muito mais resistente. Trata-se de 19 km de tubulação de aço mais espesso e seguro. É uma obra de R$ 134 milhões, complexa e de grandes proporções, por isso será necessário fazer a interrupção de 72 horas.

Depois de instalado, o novo sistema vai captar 500 litros a mais por segundo. Isso significa 30% a mais de água para 600 mil moradores.  “Hoje nós estamos com três bombas funcionando na captação. Com a adutora nova, nós vamos passar para a quarta bomba e uma reserva”, diz Carlos Rogério, presidente da Caema.

Como os vazamentos freqüentes causados pela estrutura precária vão ter fim, haverá uma revolução no abastecimento na capital.

“A cada rompimento que existia na adutora de Italuís, nós levávamos cerca de 24 horas para restabelecer o sistema. Com o sistema que está sendo implantado agora, nós vamos dar por finalizada essa questão”, acrescenta Carlos Rogério.

Abastecimento essencial

Durante a parada de 72 horas, haverá um esquema especial para garantir o abastecimento de água em prédios onde o uso da água é essencial e não pode parar. É o caso dos hospitais, por exemplo. Esse esquema envolve, entre outras coisas, o uso de caminhão-pipa.