Gestores municipais destacam desenvolvimento da agricultura familiar com o apoio do Governo do Maranhão

Secretário Adelmo Soares destaca a importância do PAA para o desenvolvimento dos municípios. (Foto: Divulgação)

Secretários municipais de agricultura, técnicos e agrônomos de 27 municípios maranhenses participaram do Encontro de Troca de Experiências e Avaliação da Execução do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O PAA é executado pelo governo estadual para combate a insegurança alimentar e incentivo aos agricultores. O encontro, inédito no estado, foi realizado pelo Sistema de Agricultura Familiar (Agerp, Iterma e SAF) nos dias 13 e 14 deste mês.

O evento teve como objetivo avaliar o programa que está sendo executado nos municípios e esclarecer as dúvidas, além de receber sugestões para melhorar ainda mais a ação nos municípios. Para a execução do PAA estadual estão sendo investidos R$ 3,25 milhões em 44 municípios. Só este ano, estão sendo executados recursos da ordem de R$ 16 milhões.

“Esse primeiro encontro dos municípios contemplados com o PAA é importante porque só por meio de parcerias que podemos avançar. O PAA é uma ação importantíssima desenvolvida na gestão do governador Flávio Dino e permite avançarmos nas políticas públicas. É importante para os municípios porque compramos de quem produz e doamos para quem precisa, fazendo com que o município possa se desenvolver”, enfatizou o secretário estadual de Agricultura Familiar, Adelmo Soares.

Para o secretário municipal de Agricultura de Conceição do Lago Açu, Quintino Marinho, o PAA está sendo uma mudança de realidade das famílias do município. Conceição do Lago Açu faz parte dos 30 municípios atendidos pelo Plano Mais IDH do Governo do Maranhão.

“Hoje os agricultores familiares de Conceição de Lago Açu estão satisfeitos com essa ação, porque nunca houve um programa nesse sentido. Antes eles perdiam a produção, hoje eles estão recebendo com dignidade aquilo que eles produzem, além de ajudar as pessoas carentes do município”, pontuou Quintino.

Loreto

“O PAA está sendo um trabalho maravilhoso. Nosso município está se desenvolvendo, os agricultores estão animados e cada vez mais organizados e, além de fornecer alimentos saudáveis na mesa da nossa população. Com os alimentos do PAA estamos atendendo 411 crianças da casa de apoio Lar Doce Lar de Loreto. É um trabalho fantástico!”, declarou animada a secretária municipal de Assistência Social e Segurança Alimentar de Loreto, Socorro Bringel.

Bacuri

“No início do programa, os agricultores não confiavam. Quando saiu o primeiro pagamento foi possível perceber a confiança no programa e o aumento da produção dos agricultores familiares. Mas, o que nos deixa ainda mais orgulhosos com o programa é quando a gente chega numa escola, onde os alunos iriam comer apenas arroz e sardinha e, agora, feijão, saladas, frutas são inseridos na alimentação”, esclareceu o secretário de Agricultura de Bacuri, Arnaldo Pessoa.

Alto Parnaíba

“Nosso município é o mais distante, cerca de 1.100 quilômetros. As dificuldades lá são imensas, principalmente, acessibilidade e logística. Mesmo sendo o último município do Maranhão, as ações do Governo estão chegando e está mudando a vida de muitas famílias que vivem da agricultura familiar. Atualmente, os alimentos estão sendo destinados para creche, Casa de Apoio, Casa da Criança e CRAS”, declarou o secretário de Agricultura de Alto Parnaíba, Agnaldo Tavares.

O secretário disse ainda que esse momento de diálogo é importante para esclarecer as dúvidas e conhecer a execução do PAA nos outros municípios. “Acreditamos que é dessa forma, dando condições aos agricultores familiares, que iremos incentivar a permanência no campo”, afirmou.

Municípios que participaram do encontro

Cajari, Loreto, Godofredo Viana, Governador Newton Bello, Amapá do Maranhão, Junco do Maranhão, Igarapé do Meio, Conceição do Lago Açu, Araioses, Itaipava do Grajaú, Fernando Falcão, Alto Parnaíba, Bacuri, Aldeias Altas, Carutapera, Luís Domingues, Presidente Vargas, Santo Antônio dos Lopes, Lago dos Rodrigues, Santo Amaro, Porto Rico, Poção de Pedras, Santa Filomena, Mirador, Peritoró, Lagoa Grande do Maranhão e Pedro do Rosário.

Sertanejo sobre hospedagem no Maranhão: “não sou obrigado a dormir em hotel sujo e f#dido

O cantor sertanejo, o milionário fazendeiro Eduardo Costa fez um novo vídeo pedindo desculpas ao povo do Maranhão por ter dito que o local onde se hospedou antes e depois do show na cidade de Pedro do Rosário fedia mais que o satanás e que deu de cara com quatro pererecas (sapinhos) pulando no quarto. No pedido de desculpas, diz que não é obrigado a “dormir um hotel sujo e fudido, coisa para jumento”, em tom de deboche.

O riquinho, que faturou mais de R$ 100 mil para cantar numa cidade paupérrima do estado por menos de 2 horas, tem razão quando detonou o local, mas deveria ter mandado sua produção inspecionar o lugar ao fechar o contrato e exigir da prefeitura milionária melhores acomodações.

Neste ano de 2017, dezenas de cidades completaram 23 anos de emancipação política por leis aprovadas pela Assembleia Legislativa. Eram bairros ou povoados sem a menor condição de se tornarem municípios. Mas a ganância e o olho no dinheiro público falaram mais alto.

De la pra cá, a vida das pessoas em nada mudou e o que se observa é o acúmulo de pobreza e problemas nunca resolvidos. São cidades pobres que se dão ao luxo de qualquer festa ou festejo tirar o dinheiro da boca do povo para engordar patrimônio de cantores bregas e boçais, como esse tal de… nem lembro o nome.

Via Blog do Luis Cardoso

Governo do Maranhão se pronuncia sobre operação da PF na secretaria de Saúde

A Polícia Federal, com o apoio do Ministério Público Federal, do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União (CGU) e da Receita Federal do Brasil, deflagrou nesta quinta-feira (16/11) a Operação Pegadores, que apura indícios de desvios de recursos públicos federais por meio de fraudes na contratação e pagamento de pessoal, em Contratos de Gestão e Termos de Parceria, firmados pelo Governo do Maranhão, na área da saúde.

Durante as investigações conduzidas na Operação Sermão aos Peixes, em 2015, foram coletados diversos indícios de que servidores públicos, que exerciam funções de comando na Secretaria de Estado da Saúde naquele ano, montaram um esquema de desvio de verbas e fraudes na contratação e pagamento de pessoal. A PF apurou a existência de cerca de 400 pessoas, que teriam sido incluídas indevidamente nas folhas de pagamentos dos hospitais estaduais, sem que prestassem qualquer tipo de serviços às unidades hospitalares. Os beneficiários do esquema seriam familiares e pessoas próximas a gestores públicos e de diretores das organizações sociais.

O montante dos recursos públicos federais desviados por meio de tais fraudes supera a quantia de R$ 18 milhões. O Governo do Maranhão divulgou nota sobre a operação.

Governo do Maranhão

Secretaria de Estado da Saúde

Sobre a nova fase de investigação da Polícia Federal, deflagrada nesta quinta-feira (16), no âmbito da Secretaria de Estado da Saúde (SES), o Governo do Maranhão declara que:

  1. Os fatos têm origem no modelo anterior de prestação de serviços de saúde, todo baseado na contratação de entidades privadas, com natureza jurídica de Organizações Sociais, vigente desde governos passados.
  2. Desde o início da atual gestão, tem sido adotadas medidas corretivas em relação a esse modelo. Citamos:
  3. a) instalação da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), ente público que atualmente gerencia o maior número de unidades de saúde, reduzindo a participação de Organizações Sociais.
  4. b) determinação e realização de processos seletivos públicos para contratação de empregados por parte das Organizações Sociais.
  5. c) aprovação de lei com quadro efetivo da EMSERH, visando à realização de concurso público.
  6. d) organização de quadro de auditores em Saúde, com processo seletivo público em andamento, visando aprimorar controles preventivos.
  7. Desconhecemos a existência de pessoas contratadas por Organizações Sociais que não trabalhavam em hospitais e somos totalmente contrários a essa prática, caso realmente existente.
  8. Todos os demais fatos, supostamente ocorridos no âmbito das entidades privadas classificadas como Organizações Sociais, e que agora chegam ao nosso conhecimento, serão apurados administrativamente com medidas judiciais e extra judiciais cabíveis aos que deram prejuízo ao erário.
  9. A SES não contratou empresa médica que teria sido sorveteria. Tal contratação, se existente, ocorreu no âmbito de entidade privada.
  10. Apenas um servidor, citado no processo, está atualmente no quadro da Secretaria e será exonerado imediatamente. Todos os demais já haviam sido exonerados.
  11. A atual gestão da Secretaria de Estado da Saúde está totalmente à disposição para ajudar no total esclarecimento dos fatos.