Alô, TRE! Carro de som da coligação de Magrado Barros roda livre, leve e solto em Viana

A Justiça Eleitoral de Viana, MA, atendendo às determinações dos TSE – Tribunal Superior Eleitoral, impôs diversas regras aos candidatos nessa eleição de 2016, certo? Está proibido propaganda na TV, pintar muros, divulgar mensagens em carros de som, entre outras. Ok!

Mas na Cidade dos Lagos essas Leis estão sendo desrespeitadas à luz do dia. Se a Lei vale para todos não seria coerente proibir os arroubos do candidato Magrado  e de sua coligação em não cumpri-las?

COM A PALAVRA A JUSTIÇA ELEITORAL DE VIANA!

O Blog mata a cobra e mostra a cobra morta!

 

Jovem morre após levar “chupão” da namorada

 

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Um rapaz de 17 anos, da Cidade do México, no México, morreu após levar um chupão no pescoço dado pela namorada. Julio Macias Gonzalez voltou para casa após receber o “beijo” e, ao sentar-se à mesa para jantar com a família, começou a ter convulsões.

Os familiares chamaram, então, a emergência, e o garoto foi encaminhado para o hospital.No entanto, ao chegar ao local, o jovem não resistiu. Segundo os médicos, o chupão foi muito forte, o que acabou criando um coágulo. Esse coágulo foi levado pela corrente sanguínea até o cérebro, causando um derrame. As informações são do jornal El Ciudadano.

Os pais de Julio disseram que a responsabilidade da morte do rapaz é toda da namorada, que tem 24 anos. A jovem está desaparecida.

As informações são do jornal O Dia.

Marqueteiro baiano se afasta da campanha de Eliziane

 

joão_silvaO publicitário João Santos, que veio da Bahia direto para comandar o marketing da campanha da candidata Eliziane Gama (PPS), afastou-se do posto.

Ele deve atuar como um consultor informal da campanha. À distância mesmo.

O baiano entrou em atrito com várias peças da comunicação da popular socialista. Mas caiu em desgraça com os colegas, mesmo, depois de aprovar a charge dos PMs “com pés de bode” que tanta repercussão negativa já gerou para a parlamentar (reveja).

João Santos é conhecido como o criador das marcas de Fernando Collor nas eleições presidenciais de 1989 e do Olodum.

Em São Luís, foi dele a ideia das cores da campanha de Eliziane. (Blog do Gilberto Léda)

Ri, palhaço

Luis Fernando Verissimo,  Via O Globo

Depois da provável cassação da Dilma pelo Senado, ainda falta um ato para que se possa dizer que la commedia è finita: a absolvição do Eduardo Cunha. Nossa situação é como a ópera “Pagliacci”, uma tragicomédia, burlesca e triste ao mesmo tempo. E acaba mal. Há dias li numa pagina interna de um grande jornal de São Paulo que o Temer está recorrendo às mesmas ginásticas fiscais que podem condenar a Dilma. O fato mereceria um destaque maior, nem que fosse só pela ironia, mas não mereceu nem uma chamada na primeira página do próprio jornal e não foi mais mencionado em lugar algum.

A gente admira o justiceiro Sérgio Moro, mas acha perigoso alguém ter tanto poder assim, ainda mais depois da sua espantosa declaração de que provas ilícitas são admissíveis se colhidas de boa-fé, inaugurando uma novidade na nossa jurisprudência, a boa-fé presumida. Mas é brabo ter que ouvir denúncias contra o risco de prepotência dos investigadores da Lava-Jato da boca do ministro do Supremo Gilmar Mendes, o mesmo que ameaçou chamar o então presidente Lula “às falas” por um grampo no seu escritório que nunca existiu, e ficou quase um ano com um importante processo na sua gaveta sem dar satisfação a ninguém. As óperas também costumam ter figuras sombrias que se esgueiram (grande palavra) em cena.

O Eduardo Cunha pode ganhar mais tempo antes de ser julgado, tempo para o corporativismo aflorar, e os parlamentares se darem conta do que estão fazendo, punindo o homem que, afinal, é o herói do impeachment. Foi dele que partiu o processo que está chegando ao seu fim previsível agora. Pela lógica destes dias, depois da cassação da Dilma, o passo seguinte óbvio seria condecorarem o Eduardo Cunha. Manifestantes: às ruas para pedir justiça para Eduardo Cunha!

Contam que um pai levou um filho para ver uma ópera. O garoto não estava entendendo nada, se chateou e perguntou ao pai quando a ópera acabaria. E ouviu do pai uma lição que lhe serviria por toda a vida:

— Só termina quando a gorda cantar.

Nas óperas sempre há uma cantora gorda que só canta uma ária. Enquanto ela não cantar, a ópera não termina.

Não há nenhuma cantora gorda no nosso futuro, leitor. Enquanto ela não chegar, evite olhar-se no espelho e descobrir que, nesta ópera, o palhaço somos nós.

Anajatuba: Flávio Braga prestigia inauguração do Comitê de Eduardo e Lúcia

IMG-20160828-WA0099-275x300Uma grande passeata que tomou as ruas de Anajatuba, marcou a inauguração do Comitê de campanha de Eduardo Castelo Branco e Lúcia Marinho, candidatos a prefeito e vice-prefeito da cidade, respectivamente. Muitas lideranças políticas e comunitárias estiveram presentes, entre elas, o advogado e professor especialista em Direito Eleitoral, Flávio Braga.

Liderança forte e atuante na Baixada Maranhense, Flávio Braga fez questão de prestigiar o pontapé inicial da campanha rumo à vitória de Eduardo e Lúcia. Durante sua passagem por Anajatuba, o profissional do direito ainda deu uma consultoria a membros da campanha, orientando o que pode e o que não se deve fazer durante o período eleitoral.

“É contagiante o carinho e o apoio da população de Anajatuba aos candidatos Eduardo e Lúcia. Por conhecer o eficiente trabalho de Eduardo no combate à pobreza rural, tenho certeza que Anajatuba vai estar em boas mãos a partir de janeiro”, declarou Flávio Braga.

IMG-20160828-WA0100-230x300Ao longo da passeata que depois virou uma carreata, foi possível perceber a adesão em massa da população de Anajatuba em favor da candidatura de Eduardo e Lúcia. O candidato a prefeito é conhecido pelo seu espírito empreendedor, trabalhador e capacitado para promover melhorias sociais.

Eduardo Castelo Branco é conhecido por desenvolver mais de 50 projetos que desenvolveram regiões de Anajatuba, proporcionando geração de renda e tirando da miséria, centenas de pessoas, que antes dependiam exclusivamente de políticas assistencialistas do governo. (Blog do Diego Emir)