Agora lascou! Militante pula da canoa de Magrado e diz que o tucano já se acha prefeito

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Como diria Magalhães Pinto: “Em política eu só ainda não vi boi voar”. Na reta final das convenções partidárias, as peças do xadrez começam a se mover no tabuleiro político e eleitoral vianense.

Este post se deve a um dos mais ardorosos defensores do grupo do tucano Magrado Barros, – que depois que realizou sua convenção com um caldo de políticos de todas as correntes -, pulou fora e ainda saiu atirando que “muitos já se consideram prefeitos”, talvez em referência à empáfia, a soberba e a arrogância na qual está montado o grupo oposicionista.

O militante, segundo, afirmou em uma rede social, está migrando para o grupo do pessebista Carrinho Cidreira, que realiza sua convenção nesta sexta-feira, mesma data que Chico Gomes e o Major Ferreira, cada qual no seu quadrado.

Insinuou também que a política de Magrado Barros não tem “ética” nem almeja o “bem comum”. Vá entender!!!

Entretanto, para alguns observadores políticos locais, tudo não passa de uma manobra para criar fatos políticos, todavia, sem impacto eleitoral, já que o barulhento agora ex-defensor de Magrado deve ter mal o seu voto.

Mas, pode ser também que a mistura de tantos “artistas” muitos mal falados, sem votos e sem moral alguma no mesmo côfo, tenha despertado o sentimento patriótico e socialista do militante, que saltou da canoa furada antes de se afogar em um lago sujo.

Ou, na pior das hipóteses, se for tachado de “traidor” como muitos outros, o nobre militante vai ser “vigiado” e apanhar pra valer em um programa de rádio local que serve de “boi de piranha” da oposição. É aguardar pra ver!

Pecuarista suspeito por agiotagem e tortura é apresentado no Maranhão

agiotaFoi apresentado na manhã desta terça-feira (2), em São Luís, o pecuarista Raimar Costa Pinto, preso preventivamente por suspeita de crimes de usura (agiotagem), posse ilegal de arma de fogo, ameaças, invasão a domicílios, entre outros crimes em Barra do Corda, a 462 km de distância da capital maranhense. A prisão foi efetuada na última sexta-feira (29), pela equipe da 15ª Delegacia Regional de Barra do Corda.

Durante a prisão e condução dele à delegacia, o pecuarista chegou a ameaçar os policiais, conforme relatou o delegado regional Renilto Ferreira à rádio Mirante AM. “No ato da condução da chácara para a delegacia, em três oportunidades dentro da viatura, ele veio a comentar que tinha idade elevada e que para ele não tinha mais importância quanto tempo mais de vida ele teria, que ele já tinha seu caixão comprado, seu túmulo feito, o qual tinha feito com cinco vagas: ele, o delegado e sua equipe que estava dentro da viatura”, conta.

A polícia chegou até o pecuarista após uma das vítimas ser expulsa de sua própria casa, lacrada com tábuas e pregos pelo suspeito. Dentro da residência, os policiais encontraram o cachorro da vítima morto, evidenciando mais uma forma de intimidação da vítima. “Após os policiais arrombarem a casa, foi constatado um mau cheiro muito forte, e localizado o cachorro da vítima, provavelmente morto pelo pecuarista. O cachorro estava dentro de uma bolsa da vítima, em cima da cama dela”, disse o delegado. Por causa disso, o pecuarista também vai responder por crime ambiental.

Na casa de Raimar, foram encontrados outros objetos que evidenciam a prática criminosa. As ameaças eram direcionadas também a parentes.

Por meio de ‘oitivas informais’, outras vítimas apontaram outros métodos de tortura e intimidação. Uma delas chegou a ser colocada dentro de um caixão. “Vítimas que alegaram esses tipos de tortura, de serem obrigadas a se deitarem dentro de um caixão que o pecuarista possui em sua residência, serem torturadas mediante facas, agressões físicas e tudo mais, como forma de estarem sendo intimidadas a quitarem esses juros exorbitantes que por vezes se multiplicavam, que começavam na faixa de 3% a 4%, ia para 10%, ia para 20% e a dívida se tornava infindável”, completa Ferreira.

Omissão

Agora, a Corregedoria Geral de Segurança Pública do Maranhão vai apurar se houve responsabilidade funcional por omissão de servidores públicos do Estado, já que os atos eram praticados há algum tempo, segundo informaram as vítimas.

“Nós tivemos, aqui, notícias de fatos gravíssimos praticados pelo Raimar, com pessoas sendo colocadas em caixões, animais sendo mortos, estradas sendo interditadas, casas lacradas e aquisição de bens de pessoas com dívidas que não terminavam e, praticando esses atos, praticando crimes. Nós queremos saber exatamente se isso já acontece há algum tempo, se não houve apuração ou pedido de prisão preventiva ou um procedimento policial para apurar tais práticas. A nossa Corregedoria Geral de Segurança vai a Barra do Corda fazer o levantamento se há notícia do crime ou instalação do inquérito”, disse o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Jefferson Portela.

(G1)